O Novo Banco dos Açores anunciou hoje que a instituição encerrou o ano de 2021 com um resultado líquido positivo de 4,8 milhões de euros, o que representa um aumento de 71,4% face a 2020.

Em comunicado de imprensa, o banco considera que o acréscimo do valor positivo se deve ao “menor nível de provisionamento face a 2020”, com uma redução de 1,8 milhões, uma “consequência do bom crédito concedido” pela entidade.

A instituição realça que em 2021 não foi “recorrente o reforço de provisões efetuadas” para “ativos não financeiros”, como aconteceu em anos anteriores, e destaca o “movimento extraordinário relacionado com um reajustamento nas reservas de reavaliação, com impacto positivo no resultado de 1,7 milhões de euros”.

O Novo Banco dos Açores avança que foram distribuídas liberalidades pelos acionistas das Santas Casas, o que “influenciou o resultado” final do exercício em 453 mil euros.

Em 2021, o ativo do banco aumentou 42 milhões de euros (cerca de 7,2%), tendo o crédito a clientes sido reduzido em 1,7% (cerca de menos seis milhões).

“Os resultados da atividade [2021] apresentam uma ligeira degradação quando comparados com os do período homólogo, motivada pela quebra da margem, o que resulta numa diminuição de 7,9% no produto bancário comercial e de 11% do resultado financeiro”, ressalva o Novo Banco dos Açores.

A instituição revelou ainda que em 2021 foram angariados 1.209 novos clientes.

Em março de 2021, foi anunciado que o Novo Banco dos Açores encerrou o exercício de 2020 com um lucro de quase 2,790 milhões de euros, que representou uma quebra na ordem dos 30,4% em relação ao resultado líquido de 2019.

O Novo Banco dos Açores resulta do investimento do Novo Banco (57,5%), da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada (30%), do Grupo Bensaúde (10%) e de outras treze Santas Casas das Misericórdias de todas as ilhas dos Açores (2,5%).

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