
Desenvolvido na Universidade dos Estados Unidos, por coleta de sangue será possível detectar proteínas características da neurodegeneração da doença
Cientistas da Universidade de Pittsburgh, na Pensilvânia — Estados Unidos, estudaram uma forma de facilitar e baratear a descoberta desse problema neurológico e desenvolveram um exame de sangue que detecta anormalidades nas proteínas amiloide e tau — biomarcadores da neurodegeneração característica da doença.
No último dia 22, o Japão chegou a autorizar uma forma, por meio de coleta de sangue, para diagnosticar o Alzheimer. Mas, se autorizado o uso do produto criado nos EUA, o novo exame será específico da doença e permitirá uma descobertar mais rápida. Com isso, as terapias podem ser iniciadas mais cedo.
O desenvolvimento de um exame de sangue confiável seria um importante passo. “É mais barato, seguro e fácil de administrar e pode melhorar a confiança clínica no diagnóstico de Alzheimer e na seleção de participantes para testes clínicos e monitoramento de doenças”, disse Karikari.
Os estudos com a nova forma de detectar o Alzheimer foram feitos em 600 pacientes em estágios diversos do Alzheimer. Descobriu-se que os níveis da proteína se relacionavam bem com os níveis dos biomarcadores no liquor e podiam distinguir com segurança a doença de Alzheimer de outras doenças neurodegenerativas.





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