A versão GTi, lançada na Europa em 1976 e nos EUA em 1983, foi responsável pela criação do gênero pocket rocket. Muitas outras montadoras seguiram a fórmula, e lançaram versões esportivas dos seus hatchbacks de entrada de mercado. A ideia era bem direta: pegar um carro pequeno, leve e econômico e acrescentar umas boas pitadas de performance, tornando-o esportivo sem perder a praticidade. Essa versão foi um dos primeiros carros a utilizar uma injeção de combustível mecânica, que elevou a potência do motor 1.6 para 108cv. Em 2004, o Golf MK1 GTi foi considerado, pela revista Sports Car International, o terceiro melhor carro da década de 80.

Em 1980, houve um pequeno facelift no modelo. As lanternas aumentaram, ficando mais parecidas com o conceito original de Giugiario; Os para-choques foram revisitados; o painel ganhou instrumentos mais atuais e, nos Estados Unidos, os faróis se tornaram quadrados.

Assim como seu antecessor, o Fusca, o Volkswagen Golf MK1 provou ser influente. Em produção ininterrupta desde 1974, o Golf foi um dos primeiros hatchbacks com tração dianteira. Seus concorrentes Morris Mini, Honda N360 e Fiat 128 fizeram pouco sucesso nos Estados Unidos, mas o Rabbit, juntamente com o Honda Civic, iniciaram uma geração de compactos com tração dianteira para o mercado americano.

Existe uma ambiguidade sobre a origem do seu nome. Alguns dizem que vem do esporte de mesmo nome, remetendo a esportividade e requinte, enquanto outros dizem que seu nome deriva de Golf-Strom, que em alemão significa Corrente do Golfo.

Achar um substituto para o Fusca foi o trunfo da Volkswagen. No começo da década de 70, as coisas não iam bem para a companhia. As vendas haviam caído muito, e o Fusca não era mais tão atraente, com seu motor fraco e barulhento, e seu design desatualizado. Isso fez com que outros veículos, que nada mais eram que versões encolhidas dos segmentos maiores, como o Toyota Corolla, começassem a roubar o mercado.

A solução chegou pelas mãos da Auto Union. A Audi, parte integrante desse grupo, tinha experiência em motores refrigerados a água e com tração dianteira, principalmente por causa de seus sedans médios. Isso seria essencial para a nova geração de compactos da Volkswagen, visto que essa configuração oferece economia de peso e de espaço, conferindo potência. Quando Kurt Lotz assumiu o comando da companhia, em 1969, os estudos para o desenvolvimento do Golf começaram. A tecnologia da Audi foi usada pela primeira vez no Volkswagen Dasher, que foi muito bem recebido. Era apenas uma questão de tempo até que ela euipasse o Golf MK1.

O primeiro Golf (conhecido dentro da VW como Typ 17) começou a ser produzido em 1974. Nos Estados Unidos e no Canadá, ele foi comercializado de 1975 a 1984, sob o nome de Volkswagen Rabbit, e no México, como Volkswagen Caribe. Como previsto, ele contava com um motor transversal refrigerado a água montado num chassis hatchback com tração dianteira. Além disso, sua suspensão, que contava com braços independentes MacPherson na dianteira, era muito bem calibrada, e garantia muita estabilidade e uma direção agressiva, sem comprometer o conforto. O Golf ganhou o prêmio de Carro do Ano, pela revista australiana Wheels Magazine em 1975.

Foram poucas mudanças, até o carro ser substituído pela versão Mark 2, em 1984, na Europa. Porém, o ar-condicionado se tornou um opcional em Agosto de 1975.Havia, também, a possibilidade de instalá-lo em carros já produzidos, junto com a subsituição da bateria por uma de maior capacidade.

A versão GTi, lançada na Europa em 1976 e nos EUA em 1983, foi responsável pela criação do gênero pocket rocket.[4] Muitas outras montadoras seguiram a fórmula, e lançaram versões esportivas dos seus hatchbacks de entrada de mercado. A ideia era bem direta: pegar um carro pequeno, leve e econômico e acrescentar umas boas pitadas de performance, tornando-o esportivo sem perder a praticidade. Essa versão foi um dos primeiros carros a utilizar uma injeção de combustível mecânica, que elevou a potência do motor 1.6 para 108cv. Em 2004, o Golf MK1 GTi foi considerado, pela revista Sports Car International, o terceiro melhor carro da década de 80.

Em 1980, houve um pequeno facelift no modelo. As lanternas aumentaram, ficando mais parecidas com o conceito original de Giugiario; Os para-choques foram revisitados; o painel ganhou instrumentos mais atuais e, nos Estados Unidos, os faróis se tornaram quadrados.

Pin It

Angra do Heroísmo

Ilha Terceira

Notícias Regionais

Economia

Startups

Outras Notícias

Cultura

Saúde

Sociedade

Tecnologia

Motores

Tecnologia