Portugal Ventures, do Grupo Banco Português de Fomento, em parceria com o Governo dos Açores, lança a 1.ª edição da Call Açores, com o objetivo de promover o acesso ao financiamento de capital de risco para projetos inovadores, que tenham ligação à Região Autónoma dos Açores e que demonstrem a capacidade de potenciar o seu crescimento e desenvolvimento.


Esta Call visa fomentar a criação de empresas em fase de arranque e o reforço da capacitação empresarial das Pequenas e Médias Empresas (PME), com atividade na Região Autónoma dos Açores, para o desenvolvimento e implementação das suas estratégias de inovação, de crescimento e de internacionalização.


Esta iniciativa pretende promover o espírito empresarial, incentivando a criação de startups nacionais ou regionais, em setores considerados de interesse para o desenvolvimento do empreendedorismo nos Açores, com potencial para se tornarem globais e que contribuam para posicionamento de Portugal como um centro tecnologicamente avançado, mundialmente competitivo e atrativo para investidores internacionais.

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A Call Açores irá investir em:
✓ Empresas constituídas ou a constituir, com atividade localizada nos Açores;
✓ Projetos/empresas inovadoras nas fases de pre-seed e seed;
✓ Projetos inovadores:

  • que promovam, direta e/ou indiretamente, o aumento da capacidade de exportação na Região Autónoma dos Açores,
  • que projetem a imagem positiva dos Açores no exterior enquanto destino de natureza e de sustentabilidade ambiental,
  • considerados estratégicos para a Região, nos seguintes setores:
    • Turismo (Turismo e atividades de lazer, tecnologia)
    • Life Sciences (terapêuticos, medtech, diagnóstico, digital health)
    • Tech (artificial intelligence, cloud & IT, enterprise software, SaaS, mobile, e-commerce, marketplaces, nanotechnologies, new materials, hardware)
    • Outros setores estratégicos, nomeadamente, Aeroespacial, Energia, Agroindustrial, Indústria Florestal e Indústria do Mar.

Outras condições de elegibilidade e mais informações relativas à Call Açores podem ser acedidas AQUI.

by Sebastião Medeiros

As estratégias de marketing são essenciais para qualquer empresa, mas no caso das start-ups é preciso ter algumas preocupações adicionais porque tudo é experimental. Se é um marketeer, saiba como ser bem sucedido neste tipo de empresa.

Estar no radar dos investidores ou angariar financiamento relevante não é garantia de imunidade ao fracasso. As empresas, grandes ou pequenas, falham. E se ter uma equipa de investidores a dar apoio ao nível da gestão pode ser importante para minimizar o risco, não é garantia de que os empreendedores consigam fintar as adversidades e levar os seus projetos além do vale da morte por onde passam todos os negócios.

De acordo com a McKinsey, por exemplo, a percentagem de insucesso da start-ups de software é de 92% nos primeiros três anos. E porque falham as start-ups? Uma pesquisa da CB Insights sobre o que leva as start-ups a falharem aponta como principal razão o não ter clientes. As start-ups falham quando não resolvem um problema de mercado ou mesmo um problema grande o suficiente para que as pessoas estejam dispostas a pagar pela solução.

Para Colin Lewis, CMO da OpenJaw Technologies e colunista da Marketing Week, “quando as coisas não correm bem, não é por causa do CEO. Nem do CTO ou da gestão de produtos, que desenvolveu um produto que não funciona. Não é culpa do responsável de vendas, por não conseguir vender. Tínhamos grande tecnologia, ótimos dados, grande expertise, grandes conselheiros – então eles não são a razão do fracasso. Não, você tem de ter bodes expiatórios – e a culpa é do marketing”.

“Há uma classe de start-ups na qual os profissionais de marketing se poderiam concentrar: as scale-ups [são empresas que cresceram durante os três últimos exercícios a uma taxa anual superior a 20% em número de trabalhadores ou faturação]. Grande parte da confusão da fase de start-up está concluída e é provável que haja um modelo de negócio sustentável. As scale-ups podem ser menos arriscadas e oferecer mais oportunidades. Sim, você pode ter fundadores de micro gestão, problemas de fluxo de caixa, caos e má comunicação, longas horas, etc, mas não é como se estes não existissem nas grandes empresas. Todos os ambientes vêm com risco”, revela o responsável.

Lewis apresenta sete dicas que os marketeers devem ter em conta para dar o salto numa start-up.

1.Certifique-se que tem uma “mentalidade de crescimento”
O marketeer Matt Lerner, exfundador da start-up Paypal, diz que o maior fator de diferenciação é a “mentalidade de crescimento”. Na escola, na universidade e na maioria dos empregos, as pessoas são recompensadas por fazerem muito trabalho e não cometerem erros. Numa start-up, os erros são inevitáveis. É mais importante escolher o trabalho certo – concentrar-se em coisas que podem ter impacto, mover-se rapidamente e aprender com os seus erros.

2. Não desperdice o que aprendeu
“Eu sei por experiência própria que muito do que aprende numa empresa maior com muito mais história pode ser realmente valioso – mas pode não ser capaz de aplicá-lo diretamente numa start-up ou scale-up. Muito do que você sabe é específico da situação; por exemplo, será que uma determinada campanha só funciona se for o líder de mercado?”, questiona Lewis.

O truque é saber o que manter, o que modificar e o que deitar fora. O CMO da OpenJaw Technologies recomenda que a introdução de processos adequados de planeamento de marketing, orçamento e aprovação seja o mais importante a implementar.

3. Trabalho duro é trabalho duro, não importa onde esteja
Trabalhar numa start-up é um trabalho árduo e com longas horas. Para ter sucesso em qualquer lugar, terá que trabalhar muito, apesar do que as pessoas dizem do equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal.

4. Reinvente-se
“Muitas start-ups e scale-ups exigem competências de marca e de digital. Se tem as primeiras, mas não as segundas, trabalhar numa empresa de rápido crescimento com uma oferta digital ou de comércio eletrónico pode mudar a sua carreira. Este foi o caminho que utilizei. Escolhi especificamente trabalhar numa start-up de comércio eletrónico financiada por capital de risco. Essa experiência de 15 anos ou mais ainda está a valer a pena hoje”, conta Lewis.

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5. Escolha os vencedores
“Embora, nós, os marketeers, não sejamos tão bons a escolher vencedores como os capitalistas de risco, podemos seguir o dinheiro. Fique atento a empresas de ‘setores quentes’, como fintech ou alimentos, que receberam muitos fundos de capital de risco para expandir – e direcionar essas empresas”, sugere.

6. Pode testar e aprender
As start-ups permitem que experimente as suas ideias, aprenda com as suas próprias lições e ganhe responsabilidade, em vez de ter que seguir uma prática estabelecida. Matt Lerner, exfundador da start-up Paypal, ressalta que “numa start-up, não há um manual, e o seu trabalho é descobrir como vai construir e fazer crescer o negócio – escrever no manual. Então isso significa fazer muitas coisas que não vão funcionar. O sucesso vem de testar de forma inteligente, falhar rapidamente e aprender com cada passo em falso”.

7. Encontre algo em que esteja interessado
Se está numa missão e considera que o produto ou os ideais por trás da start-up são interessantes, então pode ser uma combinação perfeita. As start-ups recompensam a paixão e a intensidade, muito mais do que muitas empresas.

 

O fundo de capital de risco com sede em Paris Gaia Capital Partners mudou o seu nome para Revaia e anunciou o encerramento do seu primeiro fundo no valor de 250 milhões. O fundo estará focado em projetos que sigam os critérios ESG (Environmental, Social, Governance).

Revaia, anteriormente conhecida como Gaia Capital Partners, anunciou a conclusão do seu primeiro fundo, no valor de 250 milhões de euros, excedendo a sua meta inicial de 200 milhões, avança o TechCrunch. A empresa afirma que este é o maior fundo de VC fundado por mulheres da Europa

Desde o lançamento do fundo no final de 2019, a empresa de investimentos tem vindo a construir o seu portefólio, do qual fazem parte dez investimentos em scaleups na Europa nos setores de software, consumo e fintech, tais como a Aircall, que alcançou recentemente a avaliação de unicórnio depois da sua mais recente ronda de investimento, a Epsor, que distribui planos de aposentadoria e poupança para funcionários, a GetAccept, uma solução de capacitação de vendas que auxilia representantes de vendas B2B, a gohenry, que faz gestão de dinheiro para crianças, a Planity, uma plataforma de reservas online para cabeleireiros e salões de beleza, a Welcome to the Jungle, uma empresa de media multicanal, e e Yubo, uma plataforma social para a Geração Z.

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“Quando criámos a empresa, estávamos determinados a criar uma estratégia de investimento em consonância com as nossas convicções – foco nas empresas europeias com ambições, mas sem comprometer a sustentabilidade – e com o objetivo de fazer ponte entre os mercados privado e público. O nosso projeto tem tido um desempenho que vai além das nossas expectativas iniciais”, disse Alice Albizzati, cofundadora da Revaia, em comunicado citado pelo TechCrunch.

Os investidores institucionais do fundo incluem seguradoras como a Generali, Allianz e MAIF, fundos de pensão, outros investidores institucionais como Bpifrance, bem como mais de 50 escritórios e business angels.

“Estamos muito gratos aos nossos investidores e empreendedores que confiaram em nós à medida que acelerámos o crescimento do nosso portefólio. Esta encerramento final do nosso primeiro fundo é um grande marco. É uma base sólida da qual podemos apoiar futuros líderes europeus de tecnologia com as suas ambições e planos de sustentabilidade, bem como expandir e internacionalizar a nossa equipa, enquanto criamos uma forte plataforma de valor”, acrescentou Elina Berrebi, cofundadora da Revaia.

A Revaia prevê investir através deste fundo em cerca de 15 empresas e continuar a construir a sua pegada em Paris e Berlim, e criar novas raízes noutros locais nos próximos anos.

A empresa abriu um escritório em Berlim no início de 2021 e está presente também em Nova Iorque e Toronto.

18 a 21 de Outubro
18h00 - 21h00
StartUp Angra
Inscrições: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Para mais informações: www.startupangra.com | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

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A Portugal Ventures acaba de lançar o Call Açores para projetos nas fases pre-seed e seed, com atividade localizada na Região Autónoma dos Açores. As candidaturas decorrem até 29 de novembro e cada projeto poderá receber até 200 mil euros.

A Portugal Ventures, do Grupo Banco Português de Fomento, em parceria com o Governo dos Açores, acaba de lançar a 1.ª edição da Call Açores, com o objetivo de promover o acesso ao financiamento de capital de risco para projetos inovadores, que tenham ligação à Região Autónoma dos Açores e que demonstrem a capacidade de potenciar o seu crescimento e desenvolvimento.

Esta iniciativa “visa fomentar a criação de empresas em fase de arranque e o reforço da capacitação empresarial das Pequenas e Médias Empresas (PME), com atividade na Região Autónoma dos Açores, para o desenvolvimento e implementação das suas estratégias de inovação, de crescimento e de internacionalização”, explica a sociedade de capital de risco em comunicado.

Segundo Rui Ferreira, vice-Presidente da Portugal Ventures, “com o lançamento desta 1ª Edição da Call Açores, a Portugal Ventures está muito empenhada em impulsionar o desenvolvimento da Região Autónoma dos Açores, contribuindo para a capitalização de empresas cuja ligação seja de interesse estratégico para a região e apostando num ecossistema de elevado potencial inovador, com capacidade para se tornar competitivo a escala global.”

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A Call Açores irá investir em empresas constituídas ou a constituir, com atividade localizada nos Açores, projetos/empresas inovadoras nas fases de pre-seed e seed, projetos inovadores que promovam, direta e/ou indiretamente, o aumento da capacidade de exportação na região, que projetem a imagem positiva dos Açores no exterior enquanto destino de natureza e de sustentabilidade ambiental e que sejam considerados estratégicos nos setores do Turismo (Turismo e atividades de lazer, tecnologia), Life Sciences (terapêuticos, medtech, diagnóstico, digital health) e Tech (artificial intelligence, cloud & IT, enterprise software, SaaS, mobile, e- commerce, marketplaces, nanotechnologies, new materials, hardware).

Poderão concorrer ainda projetos de outros setores estratégicos, nomeadamente, Aeroespacial, Energia, Agroindustrial, Indústria Florestal e Indústria do Mar.

As candidaturas decorrem até 29 de novembro e cada projeto poderá receber até 200 mil euros.

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