em a economia e a Considerando que um dos pilares da atual política municipal traduz-se na criação de novas dinâmicas que estimulcriação de novos postos de trabalho, reforçando, assim, a coesão económica e social;


Considerando a aposta que tem sido feita pelo Município de Angra do Heroísmo nesta matéria, nomeadamente, com a criação do Gabinete de Apoio ao Empreendedor e da incubadora de empresas “StartUp Angra” e com a redução de custos de contexto traduzida na diminuição das taxas municipais;

Considerando a necessidade constante de criar mecanismos e medidas de incentivo que permitam a fixação de novas empresas e jovens no concelho de Angra do Heroísmo;

Considerando que o Conselho Municipal da Juventude do Concelho de Angra do Heroísmo decidiu reservar parte da verba afeta ao orçamento participativo jovem para criação de medidas de incentivo para este fim;

Nesse contexto, torna-se necessário definir os mecanismos concretos de apoio à atividade empresarial no Concelho de Angra do Heroísmo, nomeadamente através de Regulamento que permita potenciar o aparecimento de projetos inovadores que contribuam para o desenvolvimento económico do território.

Face ao exposto e tendo por fundamento o artigo 241.º da Constituição da República Portuguesa e a atribuição do Município no domínio da promoção do desenvolvimento do Concelho, conforme previsto no artigo 23.º, n.º 2, alínea m), do Regime Jurídico das Autarquias Locais, das Entidades Intermunicipais e do Associativismo Autárquico, bem como as competências previstas nos artigos 33.º, n.º 1, alíneas k) e ff), e 25.º, n.º 1, alínea g), do mesmo diploma, a Assembleia Municipal, sob proposta da Câmara Municipal, aprovou o Regulamento do Concurso Municipal de Empreendedorismo de Angra do Heroísmo “Atreve-te”.

Inscrições
Inscreva-se em myangra.cmah.pt.

Prestes a cumprir seis anos de atividade, a Fábrica de Startups acaba de trocar Lisboa por Oeiras e, depois do Brasil, prepara estreia na China. Afinal, espaço é apenas isso: espaço. E o céu, o limite
Etapa 8: O caminho de Cascais a Oeiras faz-se em pouco mais de 20 minutos: são apenas 15,3 os quilómetros que separam a DNA Cascais da Fábrica de Startups, recém-mudada para o espaço com vista mar. Pela incubadora e aceleradora passam cerca de uma centena de startups por ano. Bem-vindos ao nosso Contra-relógio.


“O unicórnio, por definição, não existe“, diz António Lucena de Faria, CEO da Fábrica de Startups, em entrevista ao ECO. Desculpe, pode repetir? Isso mesmo, leu bem. Se há seis anos António talvez pensasse nisso, hoje não pestaneja ao dizer a frase. Não existe. Ou, pelo menos, não é tão comum assim. E a afirmação não tem a ver com realismo extremo de nem sequer sonhar com o cavalo branco de crina com as cores do arco-íris. Antes com conhecimento de causa.
“Acho ótimo que haja startups que cresçam com muito sucesso no mundo inteiro mas não estamos lá ainda, não podemos focar a nossa atenção em chegar ao topo do Evereste se não somos capazes de subir a uma montanha pequenina como é a de Sintra. Primeiro subimos até ao topo de Sintra, depois até à Serra da Estrela e, depois, por aí fora, até chegarmos ao Evereste. Mas começar logo a dizer que vamos subir ao Evereste e que toda a gente tem de subir ao Evereste é muito difícil. Pode ser até contraproducente porque as pessoas acabam por desistir a meio por não verem sinais de que vão conseguir”, justifica.


A visão do CEO e cofundador da incubadora e aceleradora, recém-mudada para o edifício com vista de mar, na Avenida Marginal, em Oeiras, não surge à toa. É que o primeiro negócio que António criou, nasceu quando ele tinha 15 anos. “Descobri que podia ir ao vidraceiro, colar as partes com silicone, pôr pedras lá dentro e vender às pessoas. Juntamos umas coisas, fazemos um trabalho e isso dá-nos uma sensação muito interessante de que não dependemos dos outros. E, quanto mais cedo tivermos essa noção de que somos capazes de criar valor, ganhamos liberdade de ação. Podemos fazer mais coisas, essa é a parte interessante do dinheiro”, adianta.


E fazer muitas coisas é uma das “coisas” que a Fábrica faz. Criada há seis anos, o propósito da criação da Fábrica de Startups foi “sempre” ajudar as pessoas a serem empreendedores de sucesso. “É nisso que acreditamos: que as pessoas aprendam o que quer dizer ‘ser empreendedor’. Acreditamos que qualquer pessoa pode ser empreendedora, não quer dizer que todos venham a ser, mas todos podem ser se quiserem”, explica António Lucena de Faria, sócio fundador e CEO da Fábrica de Startups.
Dia a dia, foram realizando eventos, recebendo e libertando startups, gerando investimento e crescimento. No entanto, ‘ensinar’ não quer dizer ‘fazer por’, garante. “Estamos aqui para facilitar a vida dessas pessoas mas não queremos que queiram apenas ser empreendedores. Queremos também que tenham boas hipóteses de sucesso”, diz. E isso, explica o responsável, implica avançar para a criação de uma empresa depois de validado o modelo de negócio: “Começar com uma boa equipa, uma boa ideia e uma boa validação”. Uma espécie de trilogia de fabrico do empreendedor se tudo isto bater certo aí sim vale a pena avançar com um projeto e criar uma empresa que pode ter muito sucesso — pode significar para essas pessoas a sua independência financeira — e a sua valorização como pessoas e profissionais.
Nestes seis anos de atividade — em Portugal, no Brasil desde o início do ano e, em breve, na Ásia, com a China à cabeça — passaram pelos programas da Fábrica de Startups mais de 1.500 pessoas, o que reflete uma média de 100 projetos por ano. Entre as startups ligadas a esta Fábrica estão, por exemplo, nomes como a Cabify, a Zaask a Shopkit ou a Climber.

 

António Lucena de Faria, cofundador e CEO da Fábrica de Startups.

Paula Nunes / ECO


Voltando ao unicórnio, António diz que, por definição, não existe. Ou então existe em muito pouca quantidade. “A nossa ideia começa com a mudança de atitudes. Temos uma nova abordagem que não nos permite eliminar mas reduzir o risco. É isso que nos motiva todos os dias”, explica.
E se, em 2011, a Fábrica começou com três áreas fundamentais de atividade — um sistema ‘tradicional que agrega, dentro da aceleração, três momentos (fast ideation, fast growth e fast start) –, a instituição decidiu, mais tarde, complementar a oferta com um programa de incubação. Uma forma de crescer e, ao mesmo tempo, regressar à origem.
“Queremos continuar a fomentar o empreendedorismo em Portugal em termos de atitude. Já tínhamos uma boa infraestrutura, são mais de 100 incubadoras espalhadas pelo país mas muito mal utilizadas. (…) Precisamos da parte mais soft: o empreendedorismo tem de se ensinar nas escolas. Empreendedorismo é uma forma de estar na vida, de olhar para os problemas e encontrar uma solução. É um mindset“, explica.
Mas o projeto não fica por Lisboa, Oeiras nem pelo Porto, onde a Fábrica tem uma parceria com a Porto Business School. No início deste ano, a Fábrica de Startups anunciou o lançamento da Fábrica de Startups Brasil, no Rio de Janeiro, usando a mesma metodologia aplicada em Portugal a startups criadas no Brasil.

"Ter uma Fábrica de Startups no Brasil é a realização de um objetivo muito claro de aproveitar o gigante potencial do país e criar empreendedores de sucesso através de uma metodologia e impacto já gerado com mais de 500 startups em Portugal.”
A oportunidade de exportar a metodologia da Fábrica de Startups para o mundo surgiu quando o projeto inaugurou o primeiro espaço além-fronteiras, no Rio de Janeiro. A incubadora e aceleradora será também responsável pela Startup City powered by Fábrica de Startups que, segundo António, será inaugurada até ao fim do ano: um espaço de 20.000 metros quadrados onde uma parte será dedicada apenas a startups. Os planos de expansão passam também por, em breve, a Fábrica de Startups entrar no mercado chinês, previsivelmente via Macau. “Vai acontecer muito provavelmente até ao fim do ano. Demos o primeiro passo no Macau Fórum. O que fizemos foi uma parceria para refletir a experiência dos últimos dois anos em Portugal mas, agora no Brasil. É um mercado muito grande, com muitos milhões de habitantes e que utilizam regularmente a internet, uma área não tão protegida com barreiras à entrada”, explica António, sobre a estratégia.
Não concordo nada que as startups portuguesas, quando querem expandir a sua atividade, têm de pensar primeiro nos Estados Unidos.


“Gosto muito do país, tenho lá família mas a verdade é que é um mercado muito complicado e intenso em termos de concorrência, e com muitas dificuldades para as startups que ainda têm muito que aprender, que é o caso da startups portuguesa. Faz mais sentido ir para um mercado onde ainda há muita coisa por explorar e menos concorrência como é o caso dos mercados brasileiro ou asiático. Queremos aproveitar todos os nossos espaços espalhados pelo mundo inteiro e estar na América latina, na Europa e na Ásia. E quem sabe, amanhã voltar a África”, assinala, acrescentando que tudo é uma questão de tempo. “É uma questão de gestão de prioridades, não conseguimos estar ao mesmo tempo em todos os sítios”, explica o responsável pela instituição que criou o Energia de Portugal, o primeiro evento do género em Portugal, numa altura em que a Beta-i e a Startup Lisboa davam os primeiros passos.
Novidade também foi a criação de uma entidade veículo — um fundo de 800 mil euros para investir em startups — que, em breve, deverá chegar aos 2,5 milhões. “A nossa intenção é ter dez ideias, selecionar seis e, ao fim de três meses, queremos quatro para desenvolver durante nove meses. “Estamos a começar”, justifica.


"Nós aqui em Portugal é que achamos que é muito difícil mas isso é porque nunca experimentámos abrir uma empresa no Brasil, é uma coisa complicada.”

 


António Lucena de Faria


Pela Fábrica de Startups passam, por ano, cerca de 100 projetos.
Empreendedores profissionais?
Mas, e se todos podem ser empreendedores, que tipo de empreendedores somos nós? “Fomos dos primeiros a falar na democratização do empreendedorismo e continuamos a acreditar muito nisso. Há diferentes tipos de empreendedores e não são todos iguais. Aqui, por exemplo, não acreditamos nada no modelo do unicórnio, não nos diz nada”, explica António, acrescentando que a metodologia se aprende consoante a vontade.

“Temos tido muitas surpresas, coisas que eram para durar e desapareceram. E há muitas coisas, em termos da economia real, alterações que ainda vamos ver pela frente. Mudaram os pressupostos e acho que, neste momento, temos de olhar e pensar que a ideia de todos termos um emprego é arriscada, mais arriscada do que ser empreendedor“, diz.

Muita coisa tem mudado nos últimos anos no empreendedorismo, e começa logo pela atenção ao tema: há seis anos ninguém queria saber, era raríssimo encontrar pessoas nas universidades interessadas no tema. Agora, nas universidades, as aulas de empreendedorismo são muito concorridas. Mas também não podemos embandeirar em arco e pensar que está tudo feito porque não está.


António Lucena de Faria
CEO da Fábrica de Startups


Também por isso foi criado recentemente o novo programa, Tourism Explorers, focado inteiramente no turismo. “Precisamos muito de beneficiar desta situação de termos um fluxo turístico muito elevado porque são condições exógenas que podem acabar de um dia para o outro”. O programa, que vai passar por 12 cidades do continente e ilhas, tem como objetivo apresentar propostas que possam “ser ganhadoras”, mas que “sejam sustentáveis à dimensão daquilo que se pretende atingir, uma forma de descobrir maneiras inovadoras de resolver determinados problemas”.
“Temos de fazer com que o interior seja também uma área de desenvolvimento do empreendedorismo. Acreditamos e está mais do que demonstrado: precisamos ainda de fazer um upgrade da forma como o empreendedorismo é demonstrado nessas regiões. Não pode ser uma coisa amadora, tem de ser mais sustentada. Não é uma questão de dinheiro mas de conhecimento, know how e vontade. É isso que queremos fazer com esse projeto”, detalha António.
Antes o empreendedorismo nem era considerado uma opção, mas ainda não estamos naquele momento em que há um grupo suficientemente grande de pessoas que acabam os seus cursos e querem avançar logo como empreendedores. Ainda há uma ideia de que ter um emprego continua a ser melhor do que ser empreendedor. E isso é preocupante, porque sabemos que as coisas estão a mudar todos os dias.
“Falta muitas vezes a humildade de perceber que a minha ideia pode ser uma coisa super interessante, a melhor do mundo mas, se os clientes não disserem que aquilo é útil para eles, é a pior ideia do mundo porque nenhum cliente vai dar nada por ele (…). Este conceito de criarmos uma empresa à nossa medida e depois descobrirmos que afinal somos o único cliente da empresa é uma má ideia”.

Fábio Santos é o Director Executivo da Startup Angra. Para além de um espaço físico há que realçar um conceito que é um ponto de partida no apoio a novos projectos de novos empreendedores. Nesta entrevista Ficamos a conhecer melhor aquilo com que os jovens empreendedores de Angra do Heroísmo podem contar.


O que é “ o Ninho de Empresas “ que tem sob a sua responsabilidade?


A Incubadora de empresas de base local da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo dá por nome Startup Angra e pretende ser sem dúvida um ninho de empresas. O nosso objectivo maior é promover a geração e criação de empresas que aumentem e consolidem o nosso tecido empresarial bem como a nossa economia de forma saudável e sustentável.

Quais são as linhas essenciais de benefícios proporcionados aos jovens empreendedores?


A Startup Angra oferecerá um serviço avançado de capacitação para startups, fases de pré-incubação, incubação e sedidação, lista de parceiros e mentores, programas de aceleração empresarial, consultoria jurídica – ao abrigo do nosso protocolo de cooperação com a Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo, equipamentos informáticos, espaços de cowork, gabinetes privados para startups e sala de reuniões.
De momento a CMAH e a Startup Angra está a promover uma formação, com um período de dois meses, na sala de multimédia do Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, destinada a um grupo de 10 jovens, com o objectivo de os próprios conseguirem criar os seus próprios planos de negócio.

Como é que os potenciais interessados devem proceder para terem acesso?


Venham ter connosco, falem com a nossa equipa, estamos com uma presença muito interessante já na web, embora o nosso site esteja, nesta fase, em reajustamentos. Reajustamentos esses que são perfeitamente naturais pelo pouco tempo que temos ainda como operativa e pelo muito fluxo de trabalho que felizmente temos tido.
www.startupanga.com
https://www.facebook.com/startupangra

Sei que, para além das infraestruturas, e de uma série de facilidades, está também disponível o conceito de “mentoring”. O que é e como funciona?


O que distingue as incubadoras no mundo são as suas ligações externas com parceiros e mentores. A Startup Angra tem uma lista de mentores, especialistas em diversas áreas de atividade prontos a ajudar as pessoas, os projectos que estejam incubados na Startup Angra.
Um mentor é um orientador que tem a capacidade de influenciar a estratégia ou planeamento de um ou mais projectos, no caso, empresariais.
São pessoas com provas dadas e reconhecimento pessoal e profissional, alguns até mediáticos.
Startup Angra Mentors (SAM) é o nome da nossa lista, que está em constante crescimento.


Ao todo quantas empresas estão, neste momento, a usufruir dos serviços e facilidade do “Ninho”?


Juntando as empresas e os projetos empresariais num todo, isto porque existem várias fases até à consolidação do negócio, ou seja, à materialização real e efetiva da empresa, temos de momentos dezasseis.


Estão, para já, num espaço provisório enquanto a futura sede está em obras. Quando a mesma estiver disponível que valor acrescentado irá trazer ao programa de apoio aos jovens empreendedores?


Sim é verdade, este espaço provisório tem sido muito importante porque tivemos a necessidade de tornar possível a operacionalização das nossas startups incubadas na Startup Angra. No final do 1º trimestre deste ano faremos a transferência para o novo espaço, com mais condições e serviços de capacitação de topo para projetos empresariais e empresas. Até lá começaremos com o programa de Ativação da Marca Startup Angra, com muitas surpresas, visitas e workshops que nos vão posicionar como efetivamente queremos ser percepcionados, como a “Casa da Inovação”. Será um leque de iniciativas mensais muito enriquecedoras para o ecossistema empreendedor local, participações de alguns “gurus” da área do empreendedorismo e programas nacionais e internacionais de aceleração para startups.


Que tipo de projetos têm aparecido a candidatar-se ?


Vou dar-lhe um top3, relativo aos eixos de atividade predominantes na Startup Angra:
-Em primeiro o Turismo, em segundo, a indústria agroalimentar, e em terceiro a Gestão de Eventos culturais e indústrias criativas.


Tem uma boa opinião sobre os jovens empreendedores e os seus projetos?


A melhor. O empreendedorismo é uma coisa difícil. Com muitos altos e baixos.
Ainda assim, tem sido uma enorme surpresa o aparecimento de tantas pessoas, maioritariamente jovens, com ideias inovadoras e com tanto empenho.

Acredita na potencialidade empreendedora dos jovens do concelho?


Acredito na capacidade empreendedora dos jovens Açorianos, sem dúvida.


Quando o espaço definitivo estiver pronto quantas empresas poderão ser apoiadas dentro do conceito?

Essa é uma questão para cuja resposta não consigo ter precisão numérica, e digo-lhe porquê. A Startup Angra tem duas formas de incubação, física e virtual, a primeira tem uma capacidade que pode variar entre as 18 e 22 empresas, isto porque as mesmas podem ter mais do que um promotor, já a segunda é ilimitada. No que respeita ainda à incubação física, caso seja necessário e também caso a ideia de negócio ou projeto se adapte melhor num outro tipo de espaço, poderemos, Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, disponibilizar outros espaço no Concelho para o efeito.

Haverá uma articulação, no futuro, com o Parque de Ciência e Tecnologia quando o mesmo vier a entrar em funcionamento?


Sem dúvida. O Parque de Ciência e Tecnologia será uma mais valia para toda a região. Posso dizer-lhe que dentro do lote de 16 projectos e empresas que temos na Startup Angra, algumas esperam já, outras têm apenas na sua estratégia a Curto/Médio prazo, a utilização das mais valias tecnológicas que o parque vai oferecer.

Uma palavra final?


Não hesitem em procurar-nos, qualquer que seja a ideia, qualquer que seja a idade.
Bem vindos ao Ecossistema, bem-vindos à Startup Angra

JMA

 

O Turismo de Portugal e a Fábrica de Startups lançaram o «Tourism Explorers», um ambicioso projeto nacional de criação e aceleração de novas startups.


Durante 2 meses, o programa acolherá mais de 500 pessoas, em 12 cidades, onde serão criadas 50 equipas para trabalhar soluções inovadoras para o setor do turismo.

O Tourism Explorers é um programa composto por duas fases: Ideação e Aceleração.

Na fase de Ideação, que decorrerá de 10 a 14 de julho, irão ser criadas novas soluções para desenvolver projetos relacionados com o turismo, baseando-se nos desafios estratégicos do setor.

Na fase de Aceleração, que terá lugar de 6 de setembro a 23 de outubro, as equipas com projetos relacionados com o turismo vão poder testar e validar os seus modelos de negócio.

Ao longo do programa, os empreendedores terão acesso a formadores e mentores de excelência e às metodologias FastIdeation e FastStart da Fábrica de Startups, já amplamente testadas no desenvolvimento de novos negócios.

Este projeto pretende também combater a assimetria regional, através da realização, em simultâneo, em diversas cidades de Portugal. Através da colaboração com a Startup Braga, a Porto Business School, o CEI – Centro de Empresas Inovadoras, o TagusValley, a Fábrica de Startups, a ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo e a StartUp Angra, e com as Escolas de Turismo Locais de Viana do Castelo, Coimbra, Caldas da Rainha, Setúbal e Faro.

As candidaturas para o Tourism Explorers estão abertas em www.tourismexplorers.pt

 

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