
O Prémio Cidades e Territórios do Futuro quer reconhecer e apoiar estratégias e projetos urbanos inovadores que tenham impacto na vida dos cidadãos e transformem as cidades em lugares mais sustentáveis e inclusivos.
A APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações acaba de lançar o Prémio Cidades e Territórios do Futuro, que procura reconhecer projetos pioneiros, assim como ideias e estratégias que tornem as cidades mais habitáveis, sustentáveis e economicamente viáveis. As candidaturas decorrem até 28 de fevereiro de 2022.
“Todos os projetos, ideias e estratégias terão que ter o apoio de inovações tecnológicas que promovam a otimização dos recursos e um planeamento, entrega e controlo dos serviços urbanos mais inovador e eficaz, por forma a potenciar a sustentabilidade da economia, da sociedade e do ambiente”, explica a APDC no seu site.
Podem candidatar-se a este prémio todas as entidades públicas ou privadas que operem diretamente em Portugal e atuem no universo municipal, nomeadamente clientes, fornecedores ou líderes de projetos, que apresentem um projeto que esteja pelo menos em fase de demonstração e com um nível de maturidade significativo.
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Os interessados podem concorrer a uma das seis categorias: Saúde e Bem-estar; Mobilidade Urbana; Relacionamento com o Cidadão; Clima e Oceanos; Igualdade e Inclusão; e Colaboração intergeracional.
Os vencedores de cada categoria receberão um troféu, um selo digital para comunicação e promoção da distinção recebida e divulgação de testemunhos das equipas vencedoras nos meios de comunicação da APDC.
As candidaturas decorrem gratuitamente até 28 de fevereiro de 2022.

O European Startup Challenge by Vestbee é uma competição 100% online para start-ups e scaleups. Analytics, Big Data, Fintech & Insurtech ou Smart Cities são algumas das áreas em destaque.
O European Startup Challenge acaba de iniciar a fase de inscrições para todas as start-ups e scaleups europeias. Esta iniciativa do Vestbee, uma das principais plataformas de matchmaking para start-ups, fundos de VC, aceleradores e empresas, expandiu a sua atuação a toda a Europa com o desafio de apoiar projetos regionais a conseguirem financiamento.
O European Startup Challenge destina-se a start-ups e scaleups em fases seed, pré-série A, série A e em áreas como Business & ICT, SaaS, AI, Analytics, Big Data, Fintech & Insurtech, Smart Cities & Home, Industry 4.0 & Proptech, Planet & Sustainability, Healthcare & Wellbeing.
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Os projetos no Top 10 apresentarão os seus negócios a fundos e empresas de venture capital (como por exemplo EIT InnoEnergy, Credo Ventures, Market One Capital, 212, Eleven Ventures, TMT Investments, PKO VC, Uniqa Ventures ou Impact Ventures) e terão ainda a oportunidade de obter investimento da Huawei no valor de 1 milhão de euros.
Os candidatos também terão a possibilidade de usar ferramentas de negócio gratuitas da Brand24, Beautiful.ai, Digital Ocean, TrustMate, Zendesk, Typeform e Avisto.
Entre os restantes prémios desta competição, as start-ups podem obter até 25 mil euros de créditos na Amazon Web Services e ainda serem convidadas para o Programa Microsoft For Startups. Além disso, as melhores start-ups das categorias de CEE Startup, Newcomer, Scaleup, Impact Startup e Female Founder também serão distinguidas.
As inscrições estão abertas até 24 de novembro. Os vencedores serão conhecidos no dia 9 de dezembro.

A Wyze Mobility foi a vencedora do prémio Startup do Ano desta edição da Portugal Mobi Summit. No pódio ficaram ainda a Faire, em segundo lugar, e a Veever, em terceiro. A startup vencedora vai receber um prémio de 10 mil euros.
A Wyze Mobility, uma plataforma de motas, trotinetas e bicicletas elétricas, é a Startup do Ano da edição de 2021 da Mobi Summit, depois de, no ano passado, ter ficado em segundo lugar. "A persistência e a perseverança compensam. Na primeira edição, éramos ainda apenas um projeto na minha cabeça. Era o primeiro ano que estávamos a operar, uma start-up acabada de nascer", disse o vencedor e CEO da Wyze, Tiago Silva Pereira, que concorreu pela terceira vez a este galardão.
A Wyze Mobility chegou há dois anos a Lisboa e, apesar de já ter uma forte presença em toda a cidade, quer continuar a inovar e expandir o seu negócio. Esta start-up vai receber uma bolsa monetária no valor de dez mil euros, atribuída pelo Global Media Group, destinada ao desenvolvimento do projeto.
Honrosos no pódio
A Faire, que ficou em segundo lugar, foi idealizada por André e Sara Guedes. Com esta startup, pretendem lançar uma aplicação móvel que permita a todos os utilizadores de transportes individuais, como a Uber, a Bolt e a FreeNow, comparar as tarifas de cada operador.
Em terceiro lugar, aVeever, criada por João Pedro Novochadlo, pretende, através da instalação de sensores em empresas, centros comerciais e museus, mas também em eventos ao ar livre, ajudar pessoas com deficiência visual a orientarem-se melhor. Os utilizadores recebem, por áudio, descrições sobre os espaços que estão a percorrer.
Depois de os finalistas receberem os prémios, Guilherme Pinheiro, administrador do Global Media Group, salientou que este prémio tem "uma importância incontornável na área da mobilidade urbana sustentável". Lembrou, ainda, que o Mobi é "o maior evento de mobilidade em Portugal desde 2018" e que o nosso país "tem tido um papel na liderança da inovação nesta área da mobilidade, o que tem sido demonstrado nos nossos prémios ao longo dos últimos anos".
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Cultura de inovar
Pedro Vinagre, administrador da EDP Comercial, observou que, nos últimos anos, passamos de "um paradigma de a inovação ser um fenómeno de poucos para um paradigma de a inovação ser um fenómeno de todos". "Temos um ecossistema muito próximo das startups. Temos investido bastante nas startups, mais de 40 milhões de euros, já fizemos mais de 20 investimentos e 65 pilotos. São só apenas números para mostrar aquilo que e é o ADN da empresa. Sozinhos não vamos fazer a diferença, mas todos juntos talvez façamos", frisou.
António Dias Martins, diretor da Start Up Portugal, disse que "estamos numa altura única para inovar" e que vai receber fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que "serão usados da melhor forma" para continuar o trabalho que tem feito com centenas de projetos inovadores. O diretor da Start Up Portugal salientou que "existe cada vez mais, em Portugal, uma cultura do empreendedorismo" e que há "cada vez menos receio de errar". "As startups permitem trazer uma abordagem inovadora que permite às grandes empresas olhar para os seus problemas de outra forma, de fora, fazendo com que estas empresas já instaladas possam evoluir", destacou ainda.

Conheça as 25 start-ups que podem, em breve, alcançar o estatuto de unicórnio, ao serem avaliadas em mais de mil milhões de dólares, segundo a Forbes e a TrueBridge Capital Partners.
A Forbes escolheu as 25 start-ups apoiadas por capital de risco com maior probabilidade de se tornarem unicórnios nos próximos meses. Pelo sétimo ano consecutivo, a lista é realizada em parceria com a TrueBridge Capital Partners.
Como critério, a TrueBridge pediu a 300 empresas de capital de risco para indicarem os projetos promissores. Já a Forbes falou diretamente com 80 start-ups.
Depois foi realizada uma análise que teve em conta as finanças e contemplou entrevistas com os fundadores e os investidores das empresa. A receita média estimada para as empresas na lista deste ano é de apenas 12 milhões de dólares (10,3 milhões de euros), em comparação com os 30 milhões (26 milhões de euros) em 2020.
Abra
Fundador: Bill Barhydt (CEO)
Património: 86 milhões de doláres
Receita em 2020: 10 milhões de dólares
Investidores: Arbor Ventures, First Round Capital, HCM Capital, Ignia
Fundada em 2014 para ajudar funcionários expatriados do Goldman Sachs a enviar recursos para as suas famílias, a Abra está entre as start-ups mais antigas de bitcoin.
Alchemy
Fundadores: Joseph Lau, Nikil Viswanathan (CEO)
Património: 96 milhões de dólares
Receita em 2020: 2 milhões de dólares
Investidores: Addition, Coatue, Pantera
A solução da Alchemy torna mais fácil ler e gravar informações em blockchain, como Ethereum e Flow.
Array
Fundadores: Martin Toha (CEO), Phillip Zedalis
Património: 67 milhões de dólares
Receita em 2020: 11 milhões de dólares
Investidores: Battery, General Catalyst
A empresa, de Nova Iorque, trabalha com fintech e outras instituições financeiras para ajudar os seus programadores a construir ferramentas financeiras direcionadas para o consumidor.
Embark Veterinary
Fundadores: Adam Boyko, Ryan Boyko (CEO), Matt Salzberg, Spencer Wells
Património: 95 milhões dólares
Receita em 2020: 36 milhões de dólares
Investidores: F-Prime Capital, Founder Collective, Freestyle, Slow Ventures, SoftBank, Third Kind Venture Capital
A Embark Veterinary vende kits de teste de DNA para cães que fornecem aos clientes uma visão sobre a genética dos seus animais de estimação e possíveis problemas de saúde futuros.
Forethought
Fundadores: Sami Ghoche, Deon Nicholas (CEO)
Património: 27 milhões dólares
Receita em 2020: 2 milhões de dólares
Investidores: K9 Ventures, NEA
Com sede em San Francisco, o Forethought oferece uma ferramenta de IA que se conecta ao software de atendimento ao cliente de uma empresa, como Zendesk e ServiceNow.
Headway
Fundadores: Andrew Adams (CEO), Kevin Chan, Dan Ross, Jake Sussman
Património: 103 milhões de dólares
Receita em 2020: 16 milhões de dólares
Investidores: Accel, Andreessen Horowitz, GV, Thrive Capital
Com sede na cidade de Nova Iorque, e criada em 2017, oferece ferramentas que ligam pacientes a terapeutas.
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Hyperscience
Fundadores: Peter Brodsky (CEO), Krasimir Marinov, Vladimir Tzankov
Património: 189 milhões de dólares
Receita em 2020: 16 milhões de dólares
Investidores: Bessemer Venture Partners, Felicis Ventures, FirstMark, Stripes, Tiger Global
A Hyperscience propõe automatizar revisões de pedidos de hipotecas ou reivindicações de invalidez.
Incredible Health
Fundadores: Iman Abuzeid (CEO), Rome Portlock
Património: 17 milhões de dólares
Receita em 2020: 5 milhões de dólares
Investidores: Andreessen Horowitz, Obvious Ventures
A Incredible Health revolucionou a contratação tradicional, ao permitir que empregadores, neste caso hospitais, se inscrevam para contratar enfermeiras.
Legion Technologies
Fundador: Sanish Mondkar (CEO)
Património: 85 milhões de dólares
Receita em 2020: 5 milhões de dólares
Investidores: First Round Capital, Norwest Venture Partners, Stripes, XYZ
Uma empresa de software de gestão de força de trabalho que ajuda empregadores a supervisionar os seus trabalhadores.
Mati
Fundador: Filip Victor (CEO)
Património: 86 milhões de dólares
Receita em 2020: 4 milhões de dólares
Investidores: Spero Ventures, Tribe Capital
Criada em 2015, a Mati procura resolver o problema de verificação de identidade online.
Netlify
Fundadores: Christian Bach, Mathias Biilmann (CEO)
Património: 107 milhões de dólares
Receita em 2020: 10 milhões de dólares
Investidores: Andreessen Horowitz, Bloomberg Beta, EQT Ventures, Kleiner Perkins, Tank Hill Ventures
A start-up sediada em São Francisco permite que os programadores configurem o front-end de um site e implementem uma variedade de APIs de back-end.
Notarize
Fundadores: Pat Kinsel (CEO), Adam Pase
Património: 213 milhões de dólares
Receita em 2020: 25 milhões de dólares
Investidores: Camber Creek, Canapi Ventures, CapitalG, Polaris Partners
Oferece ferramentas proprietárias de verificação de identidade para processos imobiliários, evitando toda a burocracia.
Postscript
Fundadores: Alex Beller, Adam Turner (CEO), Colin Turner
Património: 50 milhões de dólares
Receita em 2020: 13 milhões de dólares
Investidores: Accomplice, Greylock Partners, OpenView, Y Combinator
A Postscript ajuda pequenas empresas no Shopify a gerir as suas campanhas de mensagens de texto com os clientes. O objetivo é aumentar o engagment e as suas vendas.
Productboard
Fundadores: Daniel Hejl, Hubert Palan (CEO)
Património: 137 milhões de dólares
Receita em 2020: 20 milhões de dólares
Investidores: Credo Ventures, Index Ventures, Kleiner Perkins, Sequoia Capital, Tiger Global
O Productboard integra fontes de dados existentes, como Zendesk e Jira, e permite que os especialistas em produtos analisem o comportamento do cliente num único espaço.
Route
Fundadores: Mike Moreno, Evan Walker (CEO)
Património: 91 milhões de dólares
Receita em 2020: 34 milhões de dólares.
Investidores: Album VC, Craft Ventures
O Route visa resolver o problema do comércio eletrónico de “Onde está o meu pedido?”, ligando comerciantes e clientes depois dos pedidos estarem registados.
Salt Security
Fundadores: Roey Eliyahu (CEO), Michael Nicosia
Património: 131 milhões dólares
Receita em 2020: 10 milhões de dólares
Investidores: Advent International, S Capital VC, Sequoia Capital, Tenaya Capital, Y Combinator
A Salt Security usa automação e big data para detetar pontos fracos de segurança cibernética em APIs.
Shef
Fundadores: Joey Grassia (co-CEO), Alvin Salehi (co-CEO)
Património: 29 milhões de dólares
Receita em 2020: 3 milhões de dólares
Investidores: Andreessen Horowitz, Craft Ventures, M13
A Shef ajuda cozinheiros domésticos a vender refeições a clientes que, de outra forma, não poderiam pedir comida quando viajam.
Squire Technologies
Fundadores: Songe LaRon (CEO), Dave Salvant
Património: 143 milhões de dólares
Receita em 2020: 4 milhões de dólares
Investidores: CRV, Iconiq Capital, Tiger Global, Trinity Ventures
Essa plataforma foi criada como um site de reservas para barbearias, expandiu-se para a área dos serviços financeiros e agora já testa a distribuição de suprimentos para este mercado.
Sundae
Fundadores: Josh Stech (CEO), Andrew Swain
Património: 136 milhões de dólares
Receita em 2020: 10 milhões de dólares
Investidores: Fifth Wall, Founders Fund, General Global Capital, QED Investors, Susa Ventures
Quando os proprietários precisam de vender as suas propriedades rapidamente, especialmente se essas casas não estão em bom estado, podem ser vítimas de ofertas baixas. O Sundae, com sede em São Francisco, oferece uma alternativa.
Titan
Fundadores: Max Bernardy, Clayton Gardner (co-CEO), Joe Percoco (co-CEO)
Património: 75 milhões de dólares
Receita em 2020: 3 milhões de dólares
Investidores: Andreessen Horowitz, General Catalyst, Y Combinator
Depois de trabalhar no fundo Farallon e na empresa de private equity Cerberus, Gardner ficou frustrado com a forma como o investimento era limitado aos ultraricos. Através de uma aplicação móvel e desktop, os clientes têm acesso direto aos seus próprios gestores de dinheiro, contratados entre os analistas e diretores de fundos de cobertura.
Vanta
Fundadores: Christina Cacioppo (CEO), Erik Goldman
Património: 55 milhões de dólares
Receita em 2020: 9 milhões de dólares
Investidores: Sequoia, Y Combinator
Cacioppo estava a trabalhar como gestor de produtos no Dropbox quando a sua equipa entrou em conflito com a equipa jurídica da empresa de partilha de arquivos. Inspirada, fundou a Vanta para fornecer software que ajude no processo.
Vendr
Fundador: Ryan Neu (CEO)
Património: 66 milhões de dólares
Receita em 2020: 4 milhões de dólares
Investidores: Craft Ventures, F-Prime Capital, Tiger Global
A Vendr pretende ajudar as empresas a resolver o emaranhado de compras com menos aborrecimento e mais agilidade.
Very Good Security
Fundadores: Mahmoud Abdelkader (CEO), Marshall Jones
Património: 105 milhões de dólares
Receita em 2020: 11 milhões de dólares
Investidores: Andreessen Horowitz, Goldman Sachs, Vertex Ventures US
Os veteranos da Fintech Abdelkader e Jones seguem um mantra: não se pode hackear o que não está lá. Por isso, lançaram a Very Good Security em 2016 para separar o valor dos próprios dados.
Viz.ai
Fundadores: David Golan, Chris Mansi (CEO)
Património:150 milhões de dólares
Receita em 2020: 12 millhões de dólares
Investidores: Greenoaks Capital, Innovation Endeavors, Insight Partners, Kleiner Perkins, Scale Venture Partners
A missão da Viz.ai é melhorar a forma como os cuidados de saúde são prestados em todos o mundo, através de software inteligente que promete reduzir o tempo de tratamento, melhorar o acesso aos cuidados e acelerar a difusão da inovação médica.
Wheel
Fundadores: Michelle Davey (CEO), Griffin Mulcahey
Património: 66 milhões de dólares
Receita em 2020: 8 milhões de dólares
Investidores: CRV, Lightspeed Venture Partners, Silverton Partners
A Wheel, sediada em Austin, no Texas, oferece software para ajudar na prática de telemedicina. Inclui uma rede de médicos e enfermeiras contratados e avaliados.

O Web Summit 2021 inicia hoje três dias repletos de inovação, tecnologia e empreendedorismo.
Mais de 700 speakers, 1.250 start-ups, 700 investidores, 1.500 jornalistas … estes são apenas alguns dos números previstos para a edição de 2021 do Web Summit, que a partir de amanhã reúne em Lisboa, no Altice Arena, milhares de visitantes nacionais e internacionais, líderes, pensadores mundiais, start-ups e público, que irão debater cenários e soluções inovadoras, tendências para o universo tecnológico e para o mercado global.
Este em formato presencial, depois de a última edição ter decorrido online devido à pandemia, o Web Summit desdobra-se por vários palcos e vai abordar uma multiplicidade de temáticas da atualidade, desde a inteligência artificial, sustentabilidade, o futuro dos transportes e internet das coisas ( IoT), redes sociais e marketing de conteúdo, até à privacidade do consumidor, o mundo digital, o processamento de dados, criatividade, experiência do cliente, trabalho remoto, atração de talentos, futuro da sociedade. Na semana passada, Paddy Cosgrave, CEO do WS, revelou publicamente as áreas chave do evento: objetivos sustentáveis da ONU, criptomoedas e “whistleblowers”.
Werner Vogels, diretor de tecnologia e vice-presidente da Amazon, é um dos destaques da lista de oradores da edição deste ano, tal Frances Haugen, engenheira de dados que denunciou recentemente o Facebook ao Senado dos Estados Unidos, ou Brad Smith, presidente da Microsoft, ou Ayọ (fka Opal) Tometi, cofundadora da plataforma digital Black Lives Matter, um dos maiores movimentos de protesto da história dos Estados Unidos.
A Siemens, Google, AWS, HUAWEI, The New York Times, Booking.com, Microsoft ou SAP são, entre muitas outras, algumas das gigantes mundiais que estarão presentes nos pavilhões da Web Summit.
Quase uma centena de portugueses em palco
A presença nacional no evento está assegurada também pela participação de fundadores de start-ups e governantes quer em palestras quer nas sessões de inauguração e de encerramento do WS.
Entre os vários empreendedores, destaque para Norberto Guimarães, cofundador e CEO da Talka.ai, João Costa, fundador e CEO da Replai, Menezes, da Unilabs, Zita Martins, diretora no MIT Portugal, Sónia Jorge, diretora executiva da Fundação World Wide Web, e António Dias Martins, CEO da Startup Portugal.
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O ministro da Economia Pedro Siza Vieira e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, sobem ao palco na sessão de abertura da conferência. Nos dias seguintes seguir-se-ão Ricardo Mourinho Félix, vice-presidente do Banco Europeu do Investimento (BEI), André de Aragão Azevedo, secretário de Estado da Transição Digital, Anabela Pedroso, secretária de Estado da Justiça, Marta Temido, ministra da Saúde, Rui Diniz, CEO da CUF, Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho, Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, são alguns dos governantes convidados.
A acresce ao grupo dos governantes nomes como Sofia Alves, representante da Comissão Europeia em Portugal, o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, Edmundo Martinho, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e Fernando Martinho, fundador e CEO da Unicorn, Daniela Braga, CEO e cofundadora da DefinedCrowd, Vasco Pedro , cofundador e CEO da Unbabel, Miguel Monteiro e Norberto Mourão, atletas paralímpicos medalhados em Tóquio 2020, Paulo Fonseca, treinador de futebol, Pedro Pinto, fundador e CEO da Empower Sports, André Villas-Boas, treinador, os atletas Patrícia Mamona, Fernando Pimenta e Jorge Fonseca, e Simão Sabrosa, ex-futebolista.
As apresentadoras Catarina Furtado, Filomena Cautela e Cristina Ferreira, Rodrigo Gomes, da RFM, a atriz Daniela Melchior, e o diretor da Everything is New, Álvaro Covões, diretor da Everything is New,completam a lista de portugueses que vão partilhar experiências e conhecimento em alguns dos palcos do WS.
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