
O projeto iFlont nasceu da insatisfação da sua fundadora face aos serviços prestados por estabelecimentos associados à saúde, beleza e bem-estar. Foi lançado agora e procura parcerias de marketing e networking.
Cátia Matos, 39 anos, insatisfeita e empreendedora, como se define, trocou uma carreira de trading pelo risco do empreendedorismo em Portugal, quando, em 2017, começou a delinear o projeto que está a começar agora a apresentar ao mercado, a plataforma iFlont, a primeira de onde derivaram mais três plataformas – inclusao.iflont.com, e.flont.com e blog.iflont.com, todas integradas na empresa mãe Wildwindows. Projeto que aliás, se candidatou ao programa P2020: SI2E.
O iFlont é um site que nasceu com uma abordagem de diretório na área da saúde beleza e bem-estar devido à insatisfação da sua criadora nesta área perante a dispersão de informação na internet. O diretório tem visitas virtuais, rating detalhado, exposição premium, possibilidade de marcação, mentoria à inclusão e sustentabilidade, sticker de criação de identidade e pertença à comunidade iFlont e/ou vegan e/ou cruelty free. Os standards de presença das empresas na plataforma implicam a necessidade de comportamentos transversais, prestação de serviços de qualidade, higiene, responsabilidade social e ambiental.
O iFlont tem a particularidade de ser mais do que um diretório já que assume-se como um movimento de saúde e sustentabilidade, uma plataforma de informação e uma ferramenta de mudança que tenta trazer seriedade e confiança à tomada de decisão de quem procura serviços de moda, beleza e bem-estar.
Por sua vez, o eFlont é uma marca registada e irmã do iFlont e pretende atuar junto de empreendedores e amantes da sustentabilidade. Sob esta marca, nascerá um site que veiculará informação a empreendedores.
O inclusão.iFlont será dedicado à inclusão, com temáticas que vão da comunidade LGBTQ+ a minorias, legislação e eventos e no qual os membros podem encontrar informação diversificada, e o blog.iFlont, um espaço de partilha de experiências.
A equipa que gere estas plataformas é formada por Cátia Matos, CEO e mentora do projeto, Leticia Carvalho, responsável por redes sociais, gestão de plataformas e eventos, e Ricardo David, secretário executivo.
Nesta fase, o projeto iFlont, tal como as marcas associadas, procuram, sobretudo, parceiros de marketing e networking alinhados com os valores de inclusão e sustentabilidade que defendem. “Temos a inclusão e a sustentabilidade como maiores valores e serão estes que deverão guiar as nossas parcerias”, afirma Cátia Matos.
Resumo:
Responsável: Cátia Matos
Área: Serviços beleza,bem-estar
Produto: Plataforma Diretório
Mercado: Nacional
Necessidade: Parcerias
Contacto: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. // Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Sites: iflont.com; inclusao.iflont.com; e.flont.com; blog.iflont.com
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12 meses, 12 start-ups selecionadas pelas respetivas incubadoras. Relembramos as start-ups que em 2021 foram eleitas as melhores do mês.
Passamos em revista as start-ups que ao longo do ano preencheram a rubrica Start-up do Mês. As escolhas tiveram por base critérios como inovação ou desempenho, entre outros, e foram feitas pelas incubadoras e/ou parques tecnológicos onde estão integradas. Recorde as 12 star-ups que deram cartas em 2021.
Janeiro
Skizo que faz máscaras com plástico tirado do mar
Skizo
Fevereiro
Growappy quer aproximar as escolas das famílias
Escolas
Março
CIS, mais do que um gabinete de contabilidade
CIS
Abril
ReadyToPub ajuda a publicar trabalhos científicos
ReadyToPub
Maio
Wild Bran passa de dois para 23 funcionários em plena pandemia
Wild Bran
Junho
Link-a-Ring, o coworking de cozinhas do Algarve
Cozinha
Julho
Klugit Energy inicia piloto nos Açores
Kliugit Energy
Agosto
Miraway apoia imigrantes que escolhem Portugal para trabalhar e viver
Miraway
Setembro
BeeSOStainable dá vida às abelhas e promove inclusão de pessoas com deficiência
BeeSOStainable – Amigos da Montanha
Outubro
Zharta, a plataforma de empréstimos NFTs
Zharta
Novembro
Inicial quer dar mundo às marcas a partir do Fundão
Luís Pedro, fundador da Inicial
Dezembro
GoParity reforça estratégia de internacionalização
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Ajudar start-ups em fase inicial é o objetivo do programa de aceleração que a espanhola Demium anunciou ontem. Além de Portugal e Espanha podem candidatar-se start-ups de outros países europeus.
A Demium, empresa espanhola que investe em talento, apresentou ontem um novo Programa de Aceleração através do qual pretende ajudar as start-ups em fase inicial a aumentarem a sua tração e a conseguirem a primeira ronda de investimento de, pelo menos, 100 mil euros em quatro meses.
Apesar de realizar-se na Demium Portugal e Espanha, o programa está aberto a start-ups de outros países europeus. São impostos apenas três requisitos: terem uma equipa de cofundadores de pelo menos duas pessoas; terem desenvolvido uma solução inovadora de base tecnológica; e a start-up tem de estar legalmente constituída. As inscrições decorrem até 23 de Janeiro.
“O nosso programa “tradicional” de incubação trabalha com empreendedores pré-ideia e pré-equipa, ajudando-os a encontrar cofundadores, a validar a sua ideia de negócio e a lançá-la no mercado. Lançamos este novo Programa de Aceleração porque encontramos start-ups já criadas em early stage às quais também podemos ajudar a preparar-se, procurar financiamento e a escalar. Trata-se de um programa único, porque – ao contrário de outros programas – oferecemos financiamento desde o início do programa, para que tenham verba suficiente para poderem realmente acelerar”, explicou Monte Davis CEO da Demium.
Os projetos candidatos passam por uma fase de preparação prévia, antes de serem apresentados ao Comité de Seleção. Cabe a este organismo selecionar os projetos que vão integrar o Programa de Aceleração, que deverá começar em fevereiro.
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Os selecionados receberão, desde o primeiro dia, um investimento de 25 mil euros em convertible notes (títulos de dívida conversíveis em participação societária) do fundo de investimento Demium.
Este novo programa tem a duração de 10 semanas e os participantes podem contar com o acompanhamento de mentores especializados em marketing, growth hacking e produto e vendas.
Concluído o processo de aceleração, as start-ups apresentar-se-ão ao Comité de Investimento do fundo exclusivo da Demium. As que passarem esta fase serão financiadas em até 100 mil euros, tornando-se, assim, os primeiros da ronda de investimento da empresa (e que pode chegar a investir 500 mil euros em futuras rondas), na qual podem participar também outros investidores e business angels da rede Demium.
Presente em Portugal desde 2019, a Demium já investiu em start-ups nacionais como a Ibipbip, Bephex, Clynx, Skillcore, Squill, Ushowme, Actif, Claire, Careforce e Networkme. “Somos testemunhas de que existe muito talento em Portugal. Acreditamos que esse potencial poderá ser ainda melhor aproveitado e orientado, que poderá levar ainda mais start-ups portuguesas a conseguir reconhecimento global, estando por isso confiantes no valor e importância do Programa de Aceleração que agora iniciamos”, afirmou Diogo Patão, diretor de Programas da Demium.

Acelerar o processo de incorporação dos indicadores Environmental, Social and Corporate Governance (ESG) nas organizações é uma das metas do novo programa Empresas Turismo 360, do Turismo de Portugal.
O Turismo de Portugal anunciou este mês o lançamento do novo programa Empresas Turismo 360, uma iniciativa que pretende colocar as empresas no centro do processo de transformação sustentável do setor, afirma este organismo.
Globalmente, o programa visa contribuir para acelerar o processo de incorporação dos indicadores Environmental, Social and Corporate Governance (ESG) nas respetivas organizações, desafiando as empresas a, ativamente, reequacionarem as suas práticas ambientais, sociais e de governança.
A iniciativa, que conta com a parceria de 19 entidades* – aposta no desenvolvimento de ações que incluem a capacitação das empresas do turismo para a incorporação dos indicadores ESG nos respetivos processos de gestão, a disponibilização de instrumentos de monitorização, de modelos de relatórios de sustentabilidade e a promoção do reconhecimento público das organizações.
Numa primeira fase, as entidades parceiras ajudarão a definir os indicadores que deverão ser adotados pelas empresas do setor do turismo e que permitirão medir o compromisso de cada uma com os ESG. Numa segunda fase, a partir de janeiro, o Turismo de Portugal compromete-se a capacitar o setor no que diz respeito à sustentabilidade através da realização de ações de formação periódicas. As estimativas apontam para que, ao longo de 2022, cerca de duas mil empresas frequentem estas ações de capacitação.
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Ainda no âmbito deste programa – que, refira-se, está inserido no Plano “Reativar o Turismo. Construir o Futuro” – está previsto o lançamento da plataforma Empresas Turismo 360, uma ferramenta que irá ajudar as empresas a monitorizarem diretamente o seu compromisso com os indicadores ESG e a, simultaneamente, obterem o seu Relatório de Sustentabilidade.
A criação de um “selo” Empresa Turismo 360, a atribuir às empresas que demonstrem o seu compromisso com a sustentabilidade, é outra das iniciativas em agenda.
*Confederação do Turismo de Portugal, APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial, Global Compact Network Portugal, Euronext, Banco Português de Fomento, Millennium BCP, Novo Banco,Banco Português de Gestão, BPI, Santander, Crédito Agrícola, Montepio Geral, Caixa Geral de Depósitos, Abanca, Bankinter, EuroBic, GoParity, Ordem dos Contabilistas Certificados, Turismo de Portugal.

Este mês o jornal electrónico linktoleader lançou o desafio à Incubadora A Praça, no Fundão, de eleger a start-up do mês. A escolhida foi a Inicial, uma agência criativa criada este ano para ajudar as marcas na sua projeção além-fronteiras.
Nome da Start-up: Inicial
Fundador: Luís Pinto, strategist & creative director da Inicial, define-se como “Brand Strategy Maestro porquelinktoleader gosto de orquestrar estratégias de marca juntamente com as melhores equipas”.
10 anos depois de ter chegado a Xangai como diretor Criativo, regressou ao Fundão e fundou a Inicial porque acredita que “a criatividade e o talento não dependem de códigos postais”. “O mundo pós-pandémico, real e digital, ensina-nos que a distância física para os negócios se esbate e mostra-nos que as pessoas evoluem para uma urgência de consciência do equilíbrio pessoal e planetário, onde a natureza assume lugar central”, explica o responsável ao Link To Leaders.
Atividade: A Inicial é uma agência de estratégia e criatividade que, a partir do Fundão, dá mundo às marcas. Fundada em 2021, apresenta-se como “um coletivo empreendedor de pensadores e criadores, designers, escritores, estrategas, realizadores, fotógrafos e produtores. Aliamos a inteligência dos negócios à expressão das marcas, através da estética e da mensagem”.
O seu lema é: “Novo começo, com novos princípios. É Inicial”.
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Volume de negócios: A atividade foi iniciada em 2021.
Plano de negócios: “No físico e no digital somos movidos pelos resultados dos nossos clientes que são internacionais, nacionais e regionais. A definição de estratégias de posicionamento territorial, start-ups medtech, alimentar, hotelaria e lifestyle são apenas alguns exemplos”, refere Luís Pinto.
A Inicial apresenta-se como “uma agência baseada numa cidade AgroTech – das mais dinâmicas do Interior – rodeada de verde, montanhas e start-ups, que abre as portas a colaborações regionais com projeção internacional”.
Para o empreendedor, “o Fundão afirma-se cada vez mais como porta de entrada ao investimento internacional e a Inicial está na linha da frente de suporte ao empreendedorismo e à criação de marcas. A proximidade à Universidade da Beira Interior e à sua pool de jovem talento criativo, produção de conteúdos e de marketing é uma vantagem para a inovação”.
Porque merece destaque: “A Inicial respira o ar dos novos tempos, em que os paradigmas se alteram e tudo parece ser repensado como um novo ponto de partida. Desafio climático, inteligência de negócio, megacidades e os desequilíbrios demográficos, são os pontos de partida fulcrais para ideias e estratégias conectadas com o mundo real”, afirma Luís Pinto.
O responsável acrescenta ainda que “inspirados pela natureza e motivados por uma criatividade que vê o mundo digital como um local de trabalho flexível. Temos um office hip, acolhedor e pacífico como base para toda a equipa. Abraçamos o trabalho remoto como um perk individual. Queremos a qualidade de vida como um bem essencial”.
Outra informação relevante: A start-up, sediada no Fundão, quer ter impacto na criação de uma economia regenerativa e circular. Por isso, procura trabalhar marcas parceiras com propósito inicial, empresas que fazem negócio ao mesmo tempo que procuraram deixar um legado positivo no planeta e nas comunidades.
Website: http://www.inicial.pt/






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