A Câmara de Lisboa e a organização do Web Summit têm estado à procura de novas localizações para realizar o evento de empreendedorismo. Em cima da mesa estiveram três alternativas.


Depois de três edições bem-sucedidas, Lisboa fechou um acordo para mais dez anos de Web Summit. Mas, tal como o ECO noticiou, para este ano ainda não há confirmação de que o evento de empreendedorismo e tecnologia se realize novamente na Feira Internacional de Lisboa (FIL). Em causa estará um braço de ferro entre Fernando Medina e o presidente da Fundação AIP, proprietária da FIL, sobre a expansão do espaço. Eis uma lista dos locais possíveis para acolher esta imensidão de visitantes nos próximos anos.

A Foz do Trancão, entre Lisboa e Loures, vai receber em 2021 as Jornadas Mundiais da Juventude e é uma das hipóteses que estão a ser estudadas para receber um novo centro de exposições. Outra alternativa é um espaço junto à Feira Popular, em Carnide. Em cima da mesa esteve ainda Pedrouços, entre Lisboa e Oeiras, mas esta hipótese acabou por ser descartada uma vez que o terreno está previsto instalar o Campus do Mar, uma iniciativa do Governo, diz o Expresso.

Web Summit na FIL? “Não há confirmação formal”, diz a AIP

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Recentemente, o líder da Web Summit esteve em Lisboa para procurar espaços para novos escritórios com vista à expansão da sua equipa na capital. Contudo, horas depois, escreveu no Twitter que visitou a cidade com “o maior construtor e operador de conferências e exposições do mundo”, uma vez que havia “uma oportunidade por explorar” em Lisboa.

Fonte oficial da Câmara de Lisboa (CML) confirmou ao mesmo jornal que estas três localizações estiveram na mira de Paddy Cosgrave: “Alguns dos locais foram esses”. Fernando Medina não confirmou se acompanhou o líder da Web Summit nesta visita, limitando-se a responder que “a CML colaborou no levantamento de possíveis locais e discutiu com a equipa as conclusões” do mesmo, que foi “realizado com o apoio de consultores internacionais”.

FONTE: JORNAL ECO

Quatro dezenas de projetos empresariais apoiados na sua concretização e o compromisso de continuar a ser um parceiro ativo na dinamização empresarial do Concelho. É este o balanço dos primeiros três anos de atividade da Praia Links – incubadora de negócios e ninho de empresas da Praia da Vitória, feito pelo vereador Tiago Ormonde, com o pelouro da dinamização económica e empresarial na Câmara Municipal da Praia da Vitória, na comemoração do 3º aniversário da incubadora.

Na ocasião, o autarca assinalou a data com a entrega do prémio de dez mil euros ao projeto vencedor do último concurso Praia Links – Startup, o videojogo Keo, da Redcatpig Studios.

“A Praia Links nasceu em 2016 e tem como objetivo apoiar a desenvolver ideias de negócio que estejam numa fase embrionária. Cedemos espaço físico para instalação das empresas e disponibilizamos um corpo técnico que apoia a desenvolver os planos de negócios, tratando também de toda a burocracia inerente à criação da própria empresa. Visamos a criação de emprego sustentável”, afirmou o Vereador em declarações à comunicação social.

“Já ajudamos, nestes três anos, cerca de 50 projetos, criando mais de 40 postos de trabalho. Trabalhamos também junto das escolas para transmitir às nossas crianças a importância do empreendedorismo e o estímulo ao desenvolvimento de conceitos de criatividade e inovação que possam, no futuro, vir a ser geradores de riqueza. Vamos também junto das escolas profissionais ao encontro dos jovens com boas ideias de negócios e que possam ter viabilidade para criar a sua empresa”, acrescentou.

Tiago Ormonde revelou ainda que, nos últimos tempos, várias das empresas que chegaram à Praia da Vitória no âmbito do projeto Terceira Tech Island tem-se instalado na incubadora de empresas, até terem o seu próprio espaço na cidade.

Para além das áreas tecnológicas, disse ainda o responsável municipal pela Praia Links, “elegemos vários setores que entendemos que são os que tem mais futuro e que vão melhor contribuir para o desenvolvimento da economia da cidade e do concelho, como os setores agrocomercial, o mar, o turismo, entre outros”.

Quanto à entrega do prémio Praia Links – Startup, Tiago Ormonde destacou a qualidade do projeto, o qual valida a futura aposta da incubadora: a consolidação de um ecossistema de produção de videojogos na ilha.

“Apresentaram-se mais de uma dezena de projetos. Foram avaliados com base em critérios muito rigorosos. Entendemos que este projeto na área do gaming é um projeto com viabilidade e este apoio é no sentido de ajudar o promotor, nesta fase inicial, a fazer crescer o seu negócio”, frisou.

Marco Bettencourt, responsável pelo projeto vencedor, salientou a importância deste apoio para o desenvolvimento do jogo KEO, destacando que, “ao contrário da maioria dos concursos de empreendedorismo que existem, este concurso da Praia da Vitória é pouco burocrático e muito apetecível de se concorrer”.

O vídeo jogo KEO, que está a ser desenvolvido pela Redcatpig Studio, da Ilha Terceira, é um jogo de combate com veículos em arenas, com um aspeto gráfico em cel shading.

Este projeto já em 2018 havia sido distinguido em dois concursos nacionais de empreendedorismo, nomeadamente o prémio na categoria de “Melhor Jogo de Competição Online 2018” e de melhor jogo de 2018 dos Prémios Playstation Portugal.

Segundo Tiago Ormonde os concursos de empreendedorismo da Praia Links – incubadora de negócios e ninho de empresas da Praia da Vitória, enquadram-se na estratégia municipal de consolidação do ecossistema de inovação e empreendedorismo no Concelho.

A Praia Links – incubadora de negócios e ninho de empresas da Praia da Vitória foi inaugurada em maio de 2016, tendo como parceiros fundadores a Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento e a Fundação para o Ensino Profissional da Praia da Vitória.

Criar uma plantação de árvores de bagas Goji é a ambição de Tiago Sousa, um jovem que já trabalha na área da agricultura e que quer implementar este projeto no Alentejo. Nesta fase, procura investidores.

Tiago Sousa, 30 anos, natural de Peniche, tem em mãos a implementação de um projeto há muito ambicionado: a criação de uma plantação de árvores de fruta de bagas Goji no Alentejo. Ainda em fase de definição do plano de negócios, Tiago já identificou o terreno onde quer plantar as árvores, o parceiro que irá fornecer as plantas (uma empresa do Algarve que atua neste setor agrícola), e, agora, está a desenvolver esforços no sentido de despertar a atenção de um investidor que se queira juntar ao projeto. No total, o plano de Tiago Sousa envolve uma área de plantação com 120 hectares, numa propriedade na região de Beja. “Cada hectare fica em 35 mil euros, para 120 hectares são necessários 3 milhões e 500 mil euros de de investimento”, referiu.

Devido às potencialidades do fruto, e à sua aplicabilidade em várias áreas, os planos de médio/ longo prazo de Tiago Sousa passam, eventualmente, pela criação de uma fábrica de transformação das bagas Goji para o setor alimentar. Sumos, gelados ou compotas são algumas das possibilidades em termos de produtos derivados. Tal como a produção dos frutos, também a sua transformação será feita em modo biológico, com o apoio da empresa algarvia, explicou o jovem agricultor.

As expetativas de Tiago Sousa quanto à viabilidade do negócio são muito positivas. “Cada planta gera até três quilos de fruta. No primeiro ano, podemos ter sorte de tirar dois quilos por cada árvore. Resumindo, no primeiro e segundo anos pagamos o investimento que são as 500 mil árvores no total”, estima. Quando à venda dos frutos, o mentor do projeto prevê o seu escoamento através da referida empresa do Algarve que já trabalha com Goji.

O super alimento
A ideia de Tiago Sousa vai ao encontro da crescente procura que este produto tem tido no mercado nacional. Classificado pelos especialistas como um superalimento, pelas suas propriedades nutricionais, as bagas Goji são ricas em aminoácidos, ácidos gordos ómega-3 e 6, em vitaminas C e B, antioxidantes, a par das propriedades anti-inflamatórias que possui. A par da alimentação, a sua utilização também é frequente em cuidados de saúde e produtos de beleza. Originárias do Noroeste da China e do Tibete, as pequenas bagas de cor vermelha são usadas há milhares de anos e fazem parte, por exemplo, da Medicina Tradicional Chinesa.

Resumo
Responsável: Tiago Sousa
Área: Agricultura
Mercado: Nacional
Necessidade: Investidor /Parceiro
Contactos: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Fonte: linktoleaders

Incubadora liderada por Miguel Fontes torna-se num canal privilegiado para referenciar startups com potencial para programas de aceleração.

A Startup Lisboa tornou-se numa fonte privilegiada de informações para a Techstars em Portugal.

A incubadora liderada por Miguel Fontes tornou-se na primeira afiliada da aceleradora norte-americana no mercado doméstico. Isto quer dizer que a Startup Lisboa “passa a ter um canal privilegiado para referenciar startups que considera terem potencial para participar num dos programas de aceleração da Techstars e passa a aceder, em primeira mão, a informações sobre a abertura das candidaturas e às oportunidades de mentoria e de contactos”, refere a nota de imprensa divulgada esta terça-feira.

Miguel Fontes considera que esta parceria “é um passo óbvio e natural devido à proximidade com a Techstars. Por diversas vezes, têm sido vários os pontos de contacto entre a Startup Lisboa, as nossas startups e a Techstars, experiências que geraram bons resultados e valor para todas as partes envolvidas. Estamos muito satisfeitos pela oficialização desta parceria que trará muitos benefícios às nossas startups”.

Saba Karim, gestor de pipeline da aceleradora norte-americana, recorda que “a Startup Lisboa tem sido um aliado próximo da Techstars desde o lançamento do Techstars Lisbon Accelerator em parceria com a Semapa Next.

Foi uma decisão fácil tornar a Startup Lisboa uma afiliada e dar aos fundadores da sua rede uma via mais célere de acesso aos programas de aceleração. Este programa mutuamente benéfico permite que tanto a Techstars como a Startup Lisboa alcancem e apoiem mais empreendedores”.

A Techstars iniciou o seu primeiro programa de aceleração em Portugal no dia 4 de março, graças a uma parceria com a Semana Next, a sociedade de capital de risco da Semapa. Há 10 startups incluídas na primeira ‘chamada’: 20tree.ai, Chipolo; Circuit; EVA; idatase; LotStocks; SeekSophie;tagSpace; Verbz; Wicastr. A Techstars já apoiou mais de 300.000 empreendedores de mais de 150 nacionalidades.

Incubadora liderada por Miguel Fontes torna-se num canal privilegiado para referenciar startups com potencial para programas de aceleração.

A Startup Lisboa tornou-se numa fonte privilegiada de informações para a Techstars em Portugal.

A incubadora liderada por Miguel Fontes tornou-se na primeira afiliada da aceleradora norte-americana no mercado doméstico. Isto quer dizer que a Startup Lisboa “passa a ter um canal privilegiado para referenciar startups que considera terem potencial para participar num dos programas de aceleração da Techstars e passa a aceder, em primeira mão, a informações sobre a abertura das candidaturas e às oportunidades de mentoria e de contactos”, refere a nota de imprensa divulgada esta terça-feira.

Miguel Fontes considera que esta parceria “é um passo óbvio e natural devido à proximidade com a Techstars. Por diversas vezes, têm sido vários os pontos de contacto entre a Startup Lisboa, as nossas startups e a Techstars, experiências que geraram bons resultados e valor para todas as partes envolvidas. Estamos muito satisfeitos pela oficialização desta parceria que trará muitos benefícios às nossas startups”.

Saba Karim, gestor de pipeline da aceleradora norte-americana, recorda que “a Startup Lisboa tem sido um aliado próximo da Techstars desde o lançamento do Techstars Lisbon Accelerator em parceria com a Semapa Next.

Foi uma decisão fácil tornar a Startup Lisboa uma afiliada e dar aos fundadores da sua rede uma via mais célere de acesso aos programas de aceleração. Este programa mutuamente benéfico permite que tanto a Techstars como a Startup Lisboa alcancem e apoiem mais empreendedores”.

A Techstars iniciou o seu primeiro programa de aceleração em Portugal no dia 4 de março, graças a uma parceria com a Semana Next, a sociedade de capital de risco da Semapa. Há 10 startups incluídas na primeira ‘chamada’: 20tree.ai, Chipolo; Circuit; EVA; idatase; LotStocks; SeekSophie;tagSpace; Verbz; Wicastr. A Techstars já apoiou mais de 300.000 empreendedores de mais de 150 nacionalidades.

Fonte: DINHEIRO VIVO

De acordo com a edição online do Jornal expresso. num artigo assinado pela jornalista Maria João Bourbon Durante dois dias e meio, as 500 startups mais promissoras vão reunir-se “em localizações secretas” em Lisboa antes do início da Web Summit, avança ao Expresso Paddy Cosgrave. Edição deste ano conta com executivos do Tinder, Hulu e Xbox na lista de oradores

Adianta ainda o Expresso que " A cimeira tecnológica que Paddy Cosgrave trouxe de Dublin para Lisboa vai ter “uma conferência ultra secreta para startups”, avança ao Expresso o fundador da Web Summit. O irlandês está esta semana em Lisboa com “o maior construtor e operador de conferências do mundo” a visitar espaços para trazer outros eventos globais para a capital portuguesa.

Segundo Paddy Cosgrave, o evento será destinado às 500 startups em fase inicial (early-stage) mais promissoras, das quais cerca de 20 serão portuguesas.

Esta conferência “ultra secreta” decorrerá “em localizações secretas” na capital portuguesa, durante dois dias e meio, antes do início da Web Summit. “A ideia é juntar grandes pessoas e realizar grandes atividades”, explica o fundador do conceito, acrescentando que o objetivo é partilhar conhecimento e criar redes de contactos.

Além de palestras, este evento pré-Web Summit contará ainda com sessões de networking sectoriais (como, por exemplo, específicas para a área das fintech) e outras atividades pela cidade de Lisboa."

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