A internet faz parte do dia-a-dia dos jovens que cada vez mais olham para esta ferramenta, concretamente para o comércio online, como uma possível fonte de rendimento adicional.

Um estudo promovido pela NPR revela que 62% dos millennials estão interessados na ideia de empreendedorismo e já estudaram a hipótese de lançar seu próprio negócio. Estes números, embora mostrem o desejo das gerações mais jovens em criar sua própria fonte de rendimento, não se refletem efetivamente na realidade. De facto, desde 2014, apenas 2% da geração millennial criou e geriu os seus próprios negócios, um número muito inferior quando comparado com 8,2% dos baby boomers.

Os motivos para esta situação não são facilmente visíveis, mas, por exemplo, na União Europeia, os obstáculos burocráticos, a regulamentação rigorosa e os elevados regimes fiscais de muitos países, são fatores que a nova geração tem que ter em conta e que podem constituir entraves ao empreendedorismo. O RGPD (Regulamento Geral de Proteção de Dados), por exemplo, é muitas vezes visto como obstáculo para muitas pequenas empresas online.

Procurar alternativas
Perante as dificuldades, os jovens empreendedores procuram contornar o problema, procurando alternativas lucrativas. Por este motivo o comércio online está ganhar popularidade entre os jovens europeus, sendo um reflexo das alterações dos hábitos de compra dos jovens abaixo dos 30 anos, explicou Simon Moser, fundador da Polygrowth, ao Entrepreneur.

Este jovem empreendedor lembra que o aumento do número de consumidores online deve-se aos avanços e melhorias tecnológicas e que, atualmente, qualquer jovem europeu tem acesso a uma boa ligação de internet, logo é como tal fácil encontrar informação válida, gratuita ou a preços acessíveis, sobre princípios económicos de negociação, sobre como implementar um projeto online e obter um rendimento adicional.

A oferta online de material formativo e de dados que os aspirantes a empreendedores podem pesquisar e usar é muita e diversa. Publicações como a Investopedia disponibilizam artigos escritos por especialistas em negociação que ensinam tudo, desde regras básicas de negociação até habilidades complexas de análise técnica. O mesmo pode ser conseguido com cursos online sobre plataformas de aprendizagem como a Udemy ou a Udacity, entre outras.

Por outro lado, de referir ainda que o comércio eletrónico tem diversas vantagens face ao tradicional como menores custos fixos de operação, regulamentação diferenciada e maior abrangência de mercado potencial. Além disso, os jovens empreendedores podem melhorar as suas habilitações e testar as suas ideias através de programas de demonstração gratuitos que muitas plataformas de negociação oferecem.

Como reage o mercado europeu
Com o crescente interesse pelo comércio online, o mundo financeiro europeu está a adaptar-se à situação de forma a satisfazer a procura o mais rapidamente possível. Em janeiro de 2019, o Boerse Stuttgart, a segunda maior bolsa de valores da Alemanha, lançou oficialmente uma nova aplicação de negociação de criptomoedas chamada Bison. Esta iniciativa está em linha com um projeto de Nasdaq que, recentemente, lançou uma plataforma de negociação de criptomoeda com base na Estónia e dirigida à União Europeia, a DX.Exchange.

Atualmente, muitas empresas de serviços financeiros na Europa estão a trabalhar no sentido de melhorar a experiência do utilizador junto dos clientes europeus. Por exemplo, segundo o site de transações financeiras, Finance Magnates, a negociação de ações com taxa zero, como está disponível na bolsa norte-americana Robinhood, deve chegar em breve à Europa.

Além desta adaptação do mercado financeiro, o comércio online pode transformar-se numa tendência séria entre os jovens com idades entre 18 e 35 anos. Muitas aplicações comerciais disponibilizam oportunidades educacionais de alta qualidade, como o conceito de coach online, e poderá verificar-se uma maior predisposição dos jovens em direcionarem o seu empreendedorismo para o comércio digital.

Mais de um ano após a legalização do uso recreativo da canábis na Califórnia, um dos maiores mercados mundiais de consumo adulto deste produto, os investidores e empresas do setor estão satisfeitos com o futuro da indústria. E os dados são animadores.

O financiamento para as empresas de canábis mais que duplicou de 2017 para 2018, com mais de 1,3 mil milhões de dólares (1,1 milhões de euros) direcionado para start-ups e outras empresas privadas do setor no ano passado. Embora o volume investido no primeiro trimestre do 2019 seja relativamente mais baixo que no trimestre imediatamente anterior, ainda assim é o dobro do investido no período homólogo. Os dados são do Crunchbase, uma plataforma que junta profissionais e investidores para que descubram empresas inovadoras e procurem novas oportunidades.

Analisando de perto os maiores financiamentos de start-ups de canábis desde 2017, a maioria foi direcionada a empresas que gerem as produções. Isso inclui um investimento de 90 milhões de dólares (79 milhões de euros) para a Cannabis Grassroots em março de 2019, um outro de 75 milhões de dólares (66 milhões de euros) para a marca de canábis Caliva e um outro investimento de 125 milhões de dólares (110 milhões de euros) para a produtora e distribuidora de canábis Flow Kana.

Segundo a Managing Partner da Casa Verde Capital, Karan Wadhera, não é surpreendente que as start-ups de canábis que se dedicam ao “cultivo, transformação, distribuição e retalho” estejam a anunciar grandes rondas de financiamento. “Estes são ativos de capital intensivo que precisam de muito dinheiro”, disse Karan Wadhera.

Os requisitos regulamentares do comércio interestadual também aumentam o custo de apoio às start-ups de canábis. As empresas de canábis que querem distribuir para vários estados devem ter centros nos estados diferentes, o que geralmente significa adquirir ou fundar subsidiárias. Resumindo: as regulamentações são difíceis e caras, mas as pessoas dispostas a fazê-lo agora podem conseguir uma grande remuneração por seus esforços.

“Eu acho que muitas pessoas estão investindo porque acreditam que essas barreiras eventualmente vão desaparecer. Sentem que agora é a hora de entrar, porque as avaliações são relativamente baixas e há uma oportunidade”, é a opinião de Troy Dayton, CEO da empresa de pesquisa de mercado e investimento com foco em canábis.

Há também espaço para investidores institucionais, que em grande parte evitaram investir na produção do produto por razões legais, para investir em start-ups adjacentes à canábis.

Um bom exemplo é a plataforma de recrutamento Cannabis Vangst, que arrecadou 12,5 milhões de dólares (11 milhões de euros). A Metrc, uma empresa que emergiu da sequência da legalização com o objetivo de se tornar o padrão de conformidade na indústria de canábis, também é outro exemplo da tendência. Fundada em 2015, a empresa arrecadou 50 milhões de dólares (44 milhões de euros) no ano passado da Tiger Global Management e da Casa Verde Capital.

Na perspectiva de Karan Wadhera, estas empresas “são capazes de escalar muito mais rapidamente, com muito menos capital, porque não têm os mesmos problemas de restrição que as que lidam com cultivo, transformação e distribuição”. Wadhera também apontou que as marcas multi-estaduais tornam-se num investimento popular, porque a embalagem e a marca podem ser feitas separadamente da gestão e distribuição da cadeia de suprimentos local.

Este cenário está a levar o surgimento de unicórnios. A Pax Labs, que fabrica vaporizadores para inalação de óleo de canábis usando um dispositivo semelhante aos cigarros electrónicos, está procurar obter 400 milhões de dólares (353 milhões de euros) dos seus investidores. A Pax está a um patamar de distância da própria canábis, fazendo com que os fornecedores locais produzam e distribuam o óleo de canábis nas suas embalagens.

Essas empresas de suporte apresentam muitas oportunidades em termos de escala, com menos risco legal do que outros ângulos, de acordo com Andrea Hippeau, diretora da Lerer Hippeau, que investiu em empresas que estão desenvolvendo soluções de CBD e cânhamo. “Definitivamente vemos muitos dos nossos colegas de outras empresas a querer entrar nesse espaço”, refere Hippeau, acrescentando que é difícil para fundos maiores porque muitos têm sócios comanditários (LP – Limited Partner) que não estão interessados em investir no sector por vários motivos. “Eles têm mais restrições por isso demorará mais tempo para que esses fundos maiores se envolvam”.

No entanto há interesse dos investidores, particularmente de fundos menores com sócios comanditados individuais ou dotações menores. Os investidores reconhecem que este será um grande mercado. E com mais empresas de cultivo a entrarem em bolsa no Canadá, é provável que o interesse cresça como as avaliações privadas também.

Há seis empresas portuguesas que vão receber apoio financeiro e técnico no âmbito do projeto-piloto Accelerator do Conselho Europeu da Inovação.

Há seis empresas portuguesas inovadoras que vão receber apoio financeiro e técnico de Bruxelas, no âmbito do projeto-piloto Accelerator do Conselho Europeu da Inovação, anteriormente conhecido como Instrumento para PME-Fase 2, de acordo com o comunicado enviado às redações.

 As startups são:

– a Winegrid, de Aveiro, utiliza a inteligência artificial num sistema de sensores de fibra ótica para a monitorização em tempo real das propriedades do vinho durante a vinificação. Receberá 1,59 milhões de euros de financiamento.

– a Nuada, de Braga, desenvolveu uma luva eletrónica inteligente que permite levantar pesos até 40 kg protegendo as mãos do utilizador através de um sistema de tendões artificiais. Destina-se tanto a idosos ou vítimas de AVC como a trabalhadores em atividades pesadas. Receberá 1,7 milhões de euros de financiamento.

 – a MyDidimo, de Leça da Palmeira, transforma fotografias em humanos tridimensionais digitais (os «didimos») com múltiplas aplicações em linha, por exemplo para vermos se a roupa que compramos na Internet nos fica bem. Receberá 1,8 milhões de euros de financiamento.

– a Sound Particles, de Leiria, desenvolveu um software para áudio em 3D, com múltiplas aplicações em cinema, jogos de vídeo e música. Receberá 1,2 milhões de euros de financiamento.

– a Pro Drone, de Lisboa, criou um drone capaz de simplificar as operações de inspeção de turbinas eólicas. Receberá 1,3 milhões de euros de financiamento.

 – a Cleverly, também de Lisboa, desenvolveu o COALA, um software baseado em inteligência artificial para responder a chamadas telefónicas em serviços de apoio a clientes, resultando em ganhos de eficácia e redução de custos para as empresas. Receberá 1,5 milhões de euros de financiamento.

No total, a Comissão Europeia atribuiu 149 milhões de euros para financiar 83 PME e empresas em fase de arranque (start-up) que vão receber apoio financeiro e técnico no âmbito do projeto-piloto o Conselho Europeu da Inovação (CEI), anteriormente conhecido como Instrumento para PME-Fase 2.

FONTE: DINHEIRO VIVO

A maioria das candidaturas aprovadas corresponde a "empreendedores do Brasil, seguindo-se a Rússia e o Irão", adiantou fonte oficial do Ministério da Economia.


O programa StartUp Visa, que pretende captar empreendedores internacionais, contou com 115 candidaturas, das quais 57 obtiveram “decisão favorável” e 15 estão em análise, disse à agência Lusa fonte oficial do Ministério da Economia.


“Até 28 de junho de 2019, em sede de plataforma do Programa StartUp Visa, foram submetidas 115 candidaturas, tendo 57 obtido decisão favorável, e atualmente 15 estão em análise”, adianta a mesma fonte. A maioria das candidaturas aprovadas corresponde a “empreendedores do Brasil, seguindo-se a Rússia e o Irão”, adianta.

Este programa “tem como objetivo dar novo impulso à captação de empreendedores internacionais, configurando uma prioridade para o desenho de planos que fomentem a atração desse investimento, capaz de potenciar recursos humanos qualificados que por sua vez promovam projetos de I&D, alargando o ecossistema empreendedor português e participando no crescimento económico e de emprego”, refere o Ministério da Economia.

Segundo o ministério tutelado por Pedro Siza Vieira, “a expansão e o crescimento veloz do ecossistema empreendedor português, fomentado e promovido por iniciativa várias como o evento Web Summit, sobressai a necessidade de criação de melhores condições para acolher em Portugal novos projetos empreendedores e inovadores”.

É nesse âmbito que foi criado o StartUp Visa, “o de acolher empreendedores estrangeiros que pretendam desenvolver um projeto de empreendedorismo e/ou inovação em Portugal”.

Desde o ano passado que jovens empreendedores de todo o mundo que queiram abrir uma empresa inovadora passaram a ter acesso rápido a um visto de residência que lhes permite criar ou mover a ‘startup’ para Portugal. Ao investir e criar emprego qualificado, podem integrar uma incubadora da rede Startup Portugal e beneficiar de todos os incentivos e apoios do programa Startup Portugal.

Conheça as startups que estão a dominar a atualidade do panorama empreendedor português e que prometem dar cartas no futuro.

Venceram prémios em competições de empreendedorismo, receberam quantias consideráveis de investimento, estão a crescer a olhos vistos e prometem vir a ter um papel determinante na economia nacional nos próximos anos. Quem sabe até chegar à lista dos unicórnios portugueses, empresas avaliadas em mil milhões de dólares.

Vale a pena ficar de olho nestas startups portuguesas. 360imprimir Até ao momento, foi a empresa que recebeu o investimento mais sonante de 2019. Há pouco mais de um mês, a 360imprimir anunciou uma ronda de investimento de 20,4 milhões de dólares (18 milhões de euros), liderada pela capital de risco alemã

LeadX Capital Partners.

Fundada em 2013, esta startup veio revolucionar o mercado das gráficas: desenvolveu um software que permite organizar impressões de vários clientes numa mesma folha impressa, otimizando a produção e diminuindo em cerca de 80% os custos. No ano passado, a 360imprimir teve uma faturação de 21 milhões de euros, o que representa um crescimento de quase 80% face ao ano anterior. As perspetivas para 2019 apontam para uma faturação na casa dos 35 milhões de euros.

Unbabel

Fundada em 2013, a Unbabel é uma empresa de traduções automáticas, que junta inteligência artificial a tradutores humanos. Conta atualmente com mais de 200 empregados e uma comunidade mundial de 150 mil tradutores freelancers. Para o futuro, vai intensificar os seus esforços nos Estados Unidos, onde o escritório de 15 pessoas deverá crescer. Por outro lado, pretende abrir novos escritórios na Europa e tem como objetivo Alemanha (Munique ou Berlim) e França (Paris). No próximo ano, vai estar de olho na Ásia. A portuguesa Unbabel foi considerada a terceira melhor startup na Europa, no Tech5, a competição anual organizada pela publicação digital The Next Web, em parceira com a fintech Adyen que avalia empresas europeias e de Israel, com base no desempenho, crescimento e potencial.

Infraspeak

A plataforma de gestão de manutenção de edifícios do Porto está já disponível em sete países: Portugal, Espanha, Reino Unidos, Botswana, África do Sul e Emirados Árabes Unidos. A startup foi fundada em 2015, e gere a manutenção de mais de 18 mil edifícios. Lufthansa, Vila Galé, Sheraton, Salvador Caetano e Domino’s Pizza são alguns dos seus mais de 120 clientes. A Infraspeak recebeu em outubro uma ronda de investimento de 1,6 milhões de euros. Nos próximos meses deverá anunciar a entrada no mercado francês e fechar a contratação de mais de 20 pessoas para a equipa.

Homeit

Fundada por André Roque, a Homeit é uma startup para proprietários de Alojamento Local. Desenvolveu uma fechadura inteligente que abre as portas através de um código criado pelo proprietário ou através da app, permitindo anular o uso da chave tradicional. Assim, o proprietário pode criar acessos para os seus hóspedes, staff e manutenção à distância e tratar de tudo através da internet. A Homeit está presente em 15 países com quase 2000 boxes ativas, e desde o seu lançamento, já abriu cerca de três milhões de portas. Recebeu investimento da Portugal Ventures, que tem como objetivo o desenvolvimento de produto e a continuação da expansão a nível mundial.

SWORD

A startup portuguesa SWORD Health desenvolveu uma aplicação que funciona como um fisioterapeuta digital. A empresa fechou recentemente uma ronda de investimento no valor de oito milhões de dólares, que elevou para 15 milhões de dólares o montante total de investimento que já recebeu desde a sua fundação, em 2015. Nos anos passados, a startup tratou de desenvolver e aprofundar a sua tecnologia, agora o foco é a expansão e comercialização. O montante angariado já tem um destino: o crescimento nos Estados Unidos.

Barkyn

A Barkyn é uma startup do norte do país que tem pacotes de subscrição para cães, que incluem ração, brinquedos, acesso a veterinários e outros serviços. Fundada por Ricardo Macedo e André Jordão, recebeu este ano 1,7 milhões de euros numa ronda de financiamento liderada pelo fundo da portuguesa Indico Capital Partners. Com o valor angariado, a empresa pretende apostar no desenvolvimento de produtos e na expansão para mais dois mercados.

HUUB

Foi uma das vencedoras Prémios Empreendedor XXI, competição espanhola organizada pelo BPI e pela DayOne, a divisão tecnológica do grupo CaixaBank. Pela conquista, a HUUB recebeu um prémio de 25 mil euros e terá ainda acesso a um programa de desenvolvimento internacional em Silicon Valley ou em Cambridge. Lançada em 2015 por Luís Roque, Tiago Paiva, Pedro Santos e Tiago Craveiro, a HUUB quer facilitar as operações de logística para retalhistas de moda, trabalhando para isso toda a gestão da cadeia de abastecimento. A startup tem uma plataforma, a Spoke, que lhes permite fazer o acompanhamento total das encomendas dos clientes. A HUUB levantou nos últimos meses uma ronda de financiamento de 1,5 milhões de euros. A operação foi liderada pela multinacional dinamarquesa de transporte marítimo Maersk. No ano passado, a tecnológica tinha já angariado uma ronda de financiamento no valor de 2,5 milhões de euros. Uma operação que, na altura, foi liderada pela capital de risco Pathena.

SPEAK

Promover e partilhar, de modo informal, línguas e culturas por toda a Europa. Este é o principal objetivo do SPEAK, projeto fundado em 2014 em Leiria por Hugo Menino Aguiar e que já está presente em sete cidades portuguesas, em Turim (Itália) e em Berlim (Alemanha). Para quebrar barreiras entre locais e migrantes, o SPEAK conta com cursos e eventos. Há cursos de 17 línguas diferentes, com a duração de três meses, e cada sessão dura hora e meia, em horário pós-laboral. A SPEAK conseguiu para Portugal a medalha de bronze na final do concurso Chivas Venture. Garantiu um financiamento de 110 mil dólares e o melhor lugar de sempre para um projeto português neste evento, que se realiza desde 2015. Recebeu ainda mais 10 mil dólares por ter ficado em quarto lugar na votação aberta ao público.

Eat Tasty

Em 2019, a Eat Tasty comemorou o seu terceiro aniversário com 140 mil refeições entregues, mais de 10 mil utilizadores registados e 370 mil euros de investimento. A startup anunciou recentemente a inauguração de um espaço em Madrid, pretendendo para tal duplicar a equipa. Houve também um melhoramento nas ementas e a introdução de novas receitas. Liderada por Rui Costa e Orlando Lopes, a Eat Tasty comprou recentemente a Breadfast, empresa de pequenos-almoços ao domicílio. A startup portuguesa está atualmente a negociar uma nova ronda de financiamento. Entre os seus investidores contam-se já a Bright Pixel, a Caixa Capital e Miguel Santo Amaro, um dos fundadores da Uniplaces.

Glartek

A Glartek, startup com uma solução de realidade aumentada para a manutenção industrial, recebeu 1,5 milhões de euros na sua primeira ronda de financiamento. Os portugueses da EDP Ventures, da H-Capital e da Novabase Capital e os italianos da H-Farm participaram nesta operação. Com este financiamento, a Glartek vai entrar em três novos países e está a contratar para oito posições. A startup fundada em 2017 em Leiria tem desenvolvido e testado a plataforma nos sectores da energia, como o exemplo da EDP, com um projeto testado numa das suas centrais hidroelétricas, e também nos setores automóvel, imobiliário e alimentar, em países como Portugal, Espanha, Itália e Eslovénia. A startup com sede em Leiria conta atualmente com 11 pessoas e tem uma equipa de desenvolvimento em Lisboa.

FONTE: Marta Velho/DINHEIRO VIVO

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