
Partindo da premissa de que “o sucesso de uma mudança começa dentro de nós, nas nossas ambições e esforço”, o projeto Muda por Ti começou a ganhar forma, fruto do espírito empreendedor de uma psicóloga e de uma blogger. O resultado é uma empresa em crescimento que, agora, procura as parcerias certas para se expandir a nível nacional.
Foi de um feliz encontro entre uma psicóloga, Marisa Rodrigues, e uma blogger, Joana Duarte (autora do blog Perna Fina) que o projeto “Muda por Ti” ganhou forma, em meados de 2018. Com uma carreira de alguns anos na área da psicologia, Marisa começou por conceber há mais de um ano (e com outra designação) aquele que para si era o projeto ideal para responder às necessidades, cada vez mais amplas, de quem procurava o seu know how no domínio da psicologia: um projeto que reunisse diferentes valências, de alguma maneira ligadas ao bem estar emocional, mas também físico.
Foi no decurso deste processo de maturação da sua ideia que conheceu Joana Duarte através de um contacto no Facebook, recorda. Uma jovem blogger igualmente empreendedora, protagonista de uma história de sucesso: cumpriu o autodesafio de perder 25 quilos. Joana, que acalentava o sonho de concretizar um projeto semelhante, tinha também a visibilidade necessária para dar um boost à ideia de Marisa. Uniram esforços e, em conjunto, redesenharam o programa para chegar a privados e a empresas.
Assumiram a direção da empresa e, agora, preparam o projeto para novos voos: as duas mentoras querem disponibilizá-lo a nível nacional. Para implementar com sucesso essa ambição, procuram parcerias, em diferentes zonas geográficas, que lhes permitam levar mais longe, e a mais pessoas, a marca Muda por Ti e a sua oferta multidisciplinar.
Equipa multidisciplinar, à medida das necessidades
O “Muda por Ti” conta, neste momento, com uma equipa formada por 13 profissionais com formação especializada – três nutricionistas, duas psicólogas, sete treinadores e uma blogger – todos eles aptos a dar resposta a todos os que querem melhorar o seu bem-estar físico e emocional e que não têm disponibilidade para procurarem todos estes profissionais individualmente. Assim, num espaço único, encontram todas as valências necessárias para pôr em prática um programa de saúde e bem-estar, que passe pela melhoria de hábitos alimentares, por tornarem-se mais ativos e capazes de gerir de forma mais competente todos os seus afazeres e responsabilidades pessoais e profissionais.
Assim, ajudar as pessoas a tornarem-se mais saudáveis, numa perspetiva holística, quer tenham peso para perder, quer desejem, “apenas”, sentir-se mais ativas, felizes e estáveis, física e emocionalmente, é o foco do projeto. As suas mentoras acreditam que os níveis de saúde física e emocional disparam positivamente, quando se aliam as três áreas que a sua equipa inclui: treino e gestão nutricional e emocional.
Parceiros das empresas
“Começamos o ano com vários clientes particulares a participar no programa e com diversas marcações agendadas. A nossa meta é entrar nas empresas, mostrando que somos um serviço de excelência, que está para além de uma parceria com um ginásio ou uma nutricionista”, explica Marisa Rodrigues.
Para a mentora do projeto é a equipa multidisciplinar que os distingue: “os nossos técnicos trabalham em equipa, com o intuito de encontrar a forma mais eficaz e personalizada de ajudar o cliente/paciente a definir e atingir os seus objetivos”, assegura.
Por isso, frisa, “queremos estabelecer parcerias sólidas com empresas locais, apresentando uma proposta de programa para as suas equipas, propondo-lhes quer um plano de gestão nutricional quer emocional, por exemplo”.
A pensar nas necessidades específicas das empresas (tal como acontece com os particulares), o Muda por Ti prevê a redefinição dos moldes do programa, de acordo com as características destas. “Começaremos por empresas na zona de Lisboa, mas, assim que a equipa do Porto estiver em funcionamento, o que deve acontecer em fevereiro, as empresas do Norte também serão um dos nossos targets”.
Metas a alcançar
Tornar o programa um projeto de comprometimento social e pessoal a nível nacional é a meta. “Para já a nossa sede encontra-se em Lisboa e essa tem sido a nossa área prioritária. Porém, além do Porto, estamos a construir equipas em vários pontos do país, de forma a chegarmos ao maior número possível de pessoas”, explicaram Marisa e Joana. Procuram parcerias que apoiem o projeto de forma a que este se desenvolva mais rapidamente.
Entretanto, o acompanhamento on-line é também uma possibilidade que disponibilizam, “uma forma eficaz de chegar a todos os que sentem que precisam da nossa equipa e serviços”.
Resumo
Responsável: Marisa Rodrigues e Joana Duarte
Área: Psicologia e Bem-estar
Produto: Programa de gestão emocional e física
Mercado: Nacional
Necessidade: Parceiros
Contactos: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

A ‘startup’ tecnológica Fever vai investir até cinco milhões de euros em co-organização de eventos, como festivais de música, em Portugal e garante que sucesso está garantido.
A ‘startup’ tecnológica Fever vai investir até cinco milhões de euros em co-organização de eventos, como festivais de música, em Portugal e garante que com a sua ‘bola de cristal’, ou seja, análise de dados, o sucesso das iniciativas está garantido.
Depois de cerca de cinco meses de atividade em Lisboa, através de recomendações de atividades de lazer, Gil Belford, líder da equipa em solo nacional, revela que os cinco milhões de euros deverão ser investidos nos próximos 24 a 36 meses.
Mas há vontade de em 2019 “se montar uma ou duas produções de grande escala” e um convite foi já feito: “Estamos completamente abertos a propostas de outros promotores, que tenham ideias e que colocaram na gaveta porque acharam que eram doidas demais”.
É que na Fever garante-se conseguir tirar dúvidas, com uso de tecnologia, sobre se um conceito “é mesmo doido ou tem pernas para andar” e deixam os números falar por si: nos grandes eventos, destinados a pelo menos 10 mil pessoas, costuma faturar “mais do que um milhão de dólares”.
“Também é essa a expectativa que temos com estes cinco milhões” em Portugal, acrescenta o responsável à Lusa, notando que antes de “investir o primeiro euro num evento consegue-se utilizar a bola de cristal dos dados para perceber se terá ou não procura”.
Fazendo o paralelismo com o funcionamento da distribuidora e criadora de conteúdos audiovisuais Netflix, a Fever explica que através da sua audiência de milhões de pessoas recolhe informação agregada.
“Validamos conceitos através da nossa audiência”, diz Gil Belford, que à questão legal de proteção de dados lembra que o principal interesse é por dados agregados e que apesar de existir um ‘login’ (entrada) através de redes sociais não se recolhem dados identificáveis.
O utilizador seleciona os interesses, a aplicação “vai aprendendo com o consumo agregado da cidade” e os dados agregados servem para identificar tendências de consumo e para a tal ‘bola de cristal’.
No ano passado, a ‘bola de cristal’ obrigou a repensar o festival de música Jardin de Las Delicias, em Madrid, porque o plano original era alcançar 10 mil pessoas e acabaram vendidos 16.300 bilhetes.
Isabel Solano, responsável pela área dos Fever ORIGINALS, as produções próprias da empresa, nota, por seu lado, que na base do sucesso esteve a análise de dados em detrimento de preferências, gostos pessoais ou ‘rankings’ “não relevantes”.
De passagem por Lisboa, a responsável acrescenta que uma das ideias para a capital nacional é “produzir um festival de música” e que será usada a análise de dados para decidir o cartaz, como em Madrid.
Nestes eventos tenta-se “otimizar o envolvimento e minimizar o risco”, segundo Isabel Solano, que garante que com o tratamento de dados cria-se um ‘line-up’ de um festival com apenas 100 mil euros para uma audiência de mais de 16 mil pessoas.
Outro caso de sucesso é uma ‘fuga’ à moda da série Casa de Papel, que desde outubro garantiu a venda de 60 mil bilhetes.
Lisboa foi a 13.ª cidade de implementação da Fever, cuja atividade se desdobra por recomendações e organização de eventos, garantindo lucro através de comissões de vendas.
A chegada foi feita com financiamento da Portugal Ventures e Caixa Capital, não divulgado.
Atualmente, a equipa conta com 12 pessoas, mas Lisboa está prestes a ser a ‘casa’ de mais gente, com a criação de um polo tecnológico, o único fora da sede da empresa em Madrid.
O arranque será feito com a contratação de três engenheiros, mas o objetivo é “escalar a equipa até 10/15 pessoas”, o que “acontecerá o mais rapidamente possível”, garantiu o responsável para Portugal.
Questionado sobre outros planos para Portugal, Belford admitiu que o Porto entra na lista de “excelentes alvos”.
No final de agosto, a ‘startup’ informou ter recebido um financiamento de 20 milhões de dólares (sensivelmente 17 milhões de euros), numa ronda co-liderada pela Atresmedia, produtora da série Casa de Papel, e pela Labtech, empresa do ramo imobiliário com foco na tecnologia.
A ronda de financiamento contou também com a participação dos já investidores Accel Partners e 14W Ventures, além da Portugal Ventures e da Caixa Capital.

Fique a conhecer três razões para comprar um franchising em vez de começar um negócio próprio.
Já pensou em começar um negócio em formato franchising? Um restaurante, uma lavandaria ou até mesmo um supermercado? Este modelo de negócio é utilizado em quase todos os setores empresariais, o que significa que é possivelmente encontrará uma marca dentro das suas áreas de interesse que trabalhe neste formato.
Caso opte por abrir um franchising de uma marca que já está estabelecida no mercado é provável que encontre um sistema testado e atualizado. Mark Siebert, consultor de franchising, escreve no seu novo livro (“The Franchisee Handbook: Everything You Need to Know About Buying a Franchise”) que abrir um negócio neste modelo permite-lhe não só começar mais rápido, como também precisará de menos dinheiro e cometerá menos erros.
Para além disto, a maioria dos franqueadores vai proporcionar – a si e à sua equipa – um treino inicial e um guia detalhado sobre como gerir o negócio e superar os desafios diários que surgirão. Estas empresas têm um interesse especial em treinar os futuros franchisados porque pretendem manter os padrões exigidos pela sua marca.
A par destes benefícios, o consultor aponta outras três vantagens para adquirir uma licença de franchising:
1- Clientes. Independentemente da marca ter uma ou 10 mil unidades em formato franchising tem, obviamente, mais nome no mercado do que alguém que acabou de começar um negócio. Este é um grande benefício no arranque do projeto, especialmente se esse reconhecimento for igualmente celebrado pelo público-alvo que quer atrair.
Mark Siebert acredita que isto é especialmente verdade no mercado dos serviços, na medida em que uma grande marca estabelecida no mercado transmite mais confiança do que uma que está a iniciar a atividade e não tem experiência comprovada.
2- Custo. Outra vantagem de abrir um franchising prende-se com o custo da operação. Apesar de ter de pagar royalties à marca-mãe, caso esta esteja no mercado há alguns anos já deverá ter um sistema montado.
Com este processo saberá precisamente o stock a comprar e o equipamento necessário – e é provável que tenha acesso a produtos mais baratos através dos fornecedores da marca. Por outro lado, vai aprender a melhor forma de promover o seu negócio sem gastar tempo e dinheiro em publicidade, uma vez que essa componente é da responsabilidade do franqueador.
Com isto será capaz de controlar melhor as suas despesas. Também não precisa de ter encargos com o registo da marca, o desenho do logótipo ou o desenvolvimento do website. A experiência de Siebert diz-lhe que é provável atingir o ponto de equilíbrio económico mais cedo com um franchising do que com um negócio criado de raiz.
3- Poder na hora de vender. Depois de ter estabelecido o seu novo negócio e de ter lucrado durante algum tempo, pode pensar em vendê-lo. Nesta altura, o consultor sublinha que é preferível ser dono do franchising de uma marca conhecida globalmente do que de um negócio que só é conhecido localmente. Imagine que, enquanto investidor, queria comprar um restaurante de fast food e tinha duas opções: ou um McDonald’s ou uma hamburgueria local. Mesmo que os números dos dois negócios fossem iguais, é provável que optasse por comprar o McDonald’s. Isto porque, enquanto que o McDonald’s pode ajudar a transição da equipa de gestão e a sua reputação é estável, os clientes da hamburgueria local podem deixar de aparecer na altura em que o dono sair.
Nesta situação, Siebert acredita que a maioria das pessoas preferiria comprar o McDonald’s porque além da marca, a grande mais valia está na qualidade do sistema e no apoio que é dado pelo franqueador.
Em 2017, os negócios em formato franchising geraram 5,5 mil milhões de euros em Portugal, representando quase 3% do PIB nacional.

A jornalista Mariana Barbosa, autora do “Livro dos Fazedores”, considera que o empreendedorismo em Portugal foi espoletado pela crise, mas mudou mentalidades e hoje já é visto como uma alternativa ao emprego por contra de outrem.
“As coisas de facto mudaram muito nos últimos anos e as pessoas começaram a considerar ser empreendedor como uma alternativa plausível de carreira. Já não é só trabalhar por conta de outrém. As pessoas acreditam que podem fazer a diferença e que podem criar o próprio negócio”, adiantou em declarações à agência Lusa, a propósito do lançamento do livro em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.
Quase uma década depois de ter começado a trabalhar sobre este tema, a autora do "Livro dos Fazedores" defende que “os empreendedores já não são uma resposta à crise”, mas que encaram o empreendedorismo “como uma alternativa como outra qualquer para uma carreira”.
Quando, em 2011, Mariana Barbosa começou a entrevistar empreendedores – a que chama de “fazedores” – ainda pouco se falava no assunto.
“O Dinheiro Vivo foi o primeiro jornal em Portugal a ter uma secção unicamente dedicada ao empreendedorismo. Não havia”, contou.
Na altura, as poucas incubadoras que existiam ainda eram chamadas de “ninhos de empresas” e eram poucos os que arriscavam aventurar-se num novo negócio.
“Acho que muito daquilo que se fez nessa altura foi uma resposta à crise, porque as pessoas ou ficavam no país e criavam as próprias empresas ou tinham de emigrar. Aconteceu isso a muitos dos meus amigos na altura”, recorda.
Hoje, há uma rede nacional de incubadoras, da qual faz parte a Start Up Angra, de Angra do Heroísmo, onde Mariana Barbosa apresenta o “Livro dos Fazedores”, hoje pelas 17:00 (mais uma hora em Lisboa).
Paralelamente, a jornalista vai preparar uma reportagem sobre as empresas incubadas em Angra do Heroísmo para abrir a segunda série de um roteiro pelas incubadores de Portugal, que está a fazer no jornal económico digital Eco.
“Acho que cada vez mais estas empresas têm impacto na criação de emprego e na exportação de conhecimento português e também na maneira como os outros nos veem”, salientou.
Em outubro de 2018, Mariana Barbosa lançou um livro em que conta 15 histórias de empreendedores entre as mais de mil que conheceu, ao longo da última década.
“Acho que o meu livro é um registo histórico no sentido em que nós nos começámos a ver-nos de outra maneira”, apontou, alegando que estas empresas “têm levado o nome de Portugal mais longe” e têm feito com que os portugueses mudem de mentalidade.
A jornalista acredita que o livro pode servir de “inspiração” a outros empreendedores que estejam agora a iniciar a sua atividade e espera que os empresários se “revejam” naquelas histórias, que pretende que sejam “um retrato da geração empreendedora em Portugal”.
“O que tentei no livro foi passar uma mensagem positiva sobre o que é ser empreendedor. Além de ser um registo histórico é uma homenagem aos fazedores que mudaram o país de alguma maneira”, frisou.

Pedro Celeste, diretor-geral da PC&A
No final de 2018, assistimos a um ano fabuloso do ponto de vista do empreendedorismo em Portugal. Criaram-se empresas, cresceram outras que haviam nascido recentemente e parece que estamos a viver algo substancialmente diferente no que respeita à forma de enfrentar os desafios empresariais: a atitude do empreendedor.
Aquelas personalidades que fizeram e fazem parte da nossa história empresarial e que se constituíram como os grandes impulsionadores e protagonistas no seu setor de atividade, desde a cortiça, à distribuição, moldes, vinhos, química, têxtil e tantos outros, conhecem hoje um conjunto de novos empreendedores que, como eles, têm uma visão holística do mercado e da vida empresarial.
Mas, ao invés do passado recente em que essa concentração assentava em poucas pessoas e famílias, hoje assistimos à proliferação de empresários que buscam oportunidade de negócio nos mais variados domínios. Outra grande diferença assenta no facto de jogarem num mercado totalmente aberto, no qual a competição vem de onde menos se espera, os graus de proteccionismo se esbatem e onde o mercado é o Mundo.
São pessoas que inovam, criam, testam, falham, falham e falham até acertar.
O mais marcante nesta nova geração de empreendedores, que aproveitam toda a dinâmica de um mundo digital cada vez mais globalizado, é a mudança de atitude face ao risco e uma total orientação para o cliente, em vez do foco exclusivo na margem. Até porque se sabe que concorrência é o que não falta em qualquer setor e as margens de qualquer negócio são, cada vez mais, fatores dinâmicos sujeitos a pressão.
O mundo digital permite-lhes abandonar o desígnio de um Portugal pequenino à beira-mar plantado e encarar a portugalidade como uma vantagem competitiva na abertura face ao mundo. Na verdade, os desafios empresariais do mundo de hoje não têm bandeira nem país. Não vivem do fado. Vivem de atitude, estratégia e partilha.
O exemplo da Web Summit é bem demonstrativo de uma nova dinâmica face ao mundo das oportunidades: sem protecionismos e com total abertura a novas culturas. Veja-se onde residem nos dias de hoje os centros de maior produtividade empresarial. Silicon Valley, Palo Alto, Los Gatos ou Cupertino, respetivamente sedes da Google, Facebook, Netflix ou Apple, estão na zona do mundo mais aberta a novas culturas: São Francisco.
Através desta nova atitude empresarial, os empresários portugueses devem aproveitar estes novos desafios para retirar a Europa do lugar terciário que ocupa em termos de criação de riqueza a nível mundial. De facto, a perda de protagonismo da Europa empresarial faz com que as suas marcas mais representativas ocupem cada vez menos lugar de relevo no contexto global.
Afinal o mundo do software conecta-se com IOS ou Android e ambos estão longe da Europa. No hardware não será diferente e a Oriente adivinham-se tsunamis empresariais capazes de lidar o mundo económico, sobretudo através da inteligência artificial.
O sistema europeu ainda tem grande falta de flexibilidade, tanta na adoção de diferentes fiscalidades ou regras bancárias, para não citar outros exemplos.
Mas há esperança e expetativa nesta nova geração empresarial, capaz de criar unicórnios (que valem mais do que mil milhões de dólares), como a Farfetch, a OutSystems ou a Talkdesk e dezenas de outras empresas que para lá caminham.
Trata-se da 1.ª geração de portugueses que nasceram cidadãos europeus.
Nunca Portugal foi tão do Mundo como nunca o Mundo procurou tanto Portugal!


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