Este mês o jornal electrónico linktoleader lançou o desafio à Incubadora A Praça, no Fundão, de eleger a start-up do mês. A escolhida foi a Inicial, uma agência criativa criada este ano para ajudar as marcas na sua projeção além-fronteiras.

Nome da Start-up: Inicial

Fundador: Luís Pinto, strategist & creative director da Inicial, define-se como “Brand Strategy Maestro porquelinktoleader gosto de orquestrar estratégias de marca juntamente com as melhores equipas”.

10 anos depois de ter chegado a Xangai como diretor Criativo, regressou ao Fundão e fundou a Inicial porque acredita que “a criatividade e o talento não dependem de códigos postais”. “O mundo pós-pandémico, real e digital, ensina-nos que a distância física para os negócios se esbate e mostra-nos que as pessoas evoluem para uma urgência de consciência do equilíbrio pessoal e planetário, onde a natureza assume lugar central”, explica o responsável ao Link To Leaders.

Atividade: A Inicial é uma agência de estratégia e criatividade que, a partir do Fundão, dá mundo às marcas. Fundada em 2021, apresenta-se como “um coletivo empreendedor de pensadores e criadores, designers, escritores, estrategas, realizadores, fotógrafos e produtores. Aliamos a inteligência dos negócios à expressão das marcas, através da estética e da mensagem”.

O seu lema é: “Novo começo, com novos princípios. É Inicial”.

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Volume de negócios: A atividade foi iniciada em 2021.

Plano de negócios: “No físico e no digital somos movidos pelos resultados dos nossos clientes que são internacionais, nacionais e regionais. A definição de estratégias de posicionamento territorial, start-ups medtech, alimentar, hotelaria e lifestyle são apenas alguns exemplos”, refere Luís Pinto.

A Inicial apresenta-se como “uma agência baseada numa cidade AgroTech – das mais dinâmicas do Interior – rodeada de verde, montanhas e start-ups, que abre as portas a colaborações regionais com projeção internacional”.

Para o empreendedor, “o Fundão afirma-se cada vez mais como porta de entrada ao investimento internacional e a Inicial está na linha da frente de suporte ao empreendedorismo e à criação de marcas. A proximidade à Universidade da Beira Interior e à sua pool de jovem talento criativo, produção de conteúdos e de marketing é uma vantagem para a inovação”.

Porque merece destaque: “A Inicial respira o ar dos novos tempos, em que os paradigmas se alteram e tudo parece ser repensado como um novo ponto de partida. Desafio climático, inteligência de negócio, megacidades e os desequilíbrios demográficos, são os pontos de partida fulcrais para ideias e estratégias conectadas com o mundo real”, afirma Luís Pinto.

O responsável acrescenta ainda que “inspirados pela natureza e motivados por uma criatividade que vê o mundo digital como um local de trabalho flexível. Temos um office hip, acolhedor e pacífico como base para toda a equipa. Abraçamos o trabalho remoto como um perk individual. Queremos a qualidade de vida como um bem essencial”.

Outra informação relevante: A start-up, sediada no Fundão, quer ter impacto na criação de uma economia regenerativa e circular. Por isso, procura trabalhar marcas parceiras com propósito inicial, empresas que fazem negócio ao mesmo tempo que procuraram deixar um legado positivo no planeta e nas comunidades.

Website: http://www.inicial.pt/

 

Há um novo guia dedicado à sustentabilidade em contexto organizacional. O projeto resulta da colaboração entre a Mazars e a ecoDa – European Voice of Directors.

Um guia prático para a implementação de uma abordagem de negócios sustentável e que define o compromisso para com a sustentabilidade exigido a gestores e líderes, equacionando as questões-chave a abordar e identificando as medidas a implementar de forma sistemática, numa abordagem voltada para o futuro, com etapas a cumprir e objetivos claros a alcançar. Esta é a abordagem do guia desenvolvido em parceria pela Mazars, e pela ecoDa (European Voice of Directors), um projeto que resulta de uma série de mesas redondas realizadas, no final de 2019 e início de 2020, pelas duas entidades em diversos mercados europeus, e que reuniram gestores e investidores para discutir formas de desenvolver um diálogo eficaz, com base num compromisso mútuo, para promover o sucesso sustentável em benefício de stakeholders internos e externos e da sociedade em geral, explicou a Mazars.

O guia foi projetado para ser utilizado em paralelo com códigos de governança corporativa e regulamentos, padrões e princípios nacionais e internacionais já existentes, abordando a importância da liderança para a gestão da sustentabilidade e as crescentes responsabilidades legais e regulatórias que a gestão enfrenta nesta área.

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A primeira secção do guia aponta por que motivo gestores e líderes devem colocar a sustentabilidade no topo das suas agendas e descreve os fatores críticos de sucesso para apoiar a gestão executiva na definição do caminho a empreender. Esta primeira parte é seguida de uma série de questões destinadas a identificar as áreas em que são necessárias ações adicionais.

A secção final disponibiliza uma ferramenta para avaliar o estádio atual de uma empresa na sua caminhada rumo ao sucesso sustentável através de diferentes eixos. A aplicação do exercício previsto no guia permitirá aos responsáveis de uma empresa compreenderem a sua posição atual e identificarem as áreas em que alcançar a sustentabilidade terá um maior impacto positivo.

 

Tradicionalmente dominado por empreendedores masculinos, o setor financeiro começa a ser pontuado por projetos de fintechs lideradas por mulheres. Veja alguns exemplos europeus que prometem agitar o mercado.

As empreendedoras europeias começam a dar cartas no setor das start-ups da área financeira, as chamadas fintech, com produtos e serviços que se destacam no panorama global. Num cenário europeu em que o número de fintechs ronda as 149, apenas 12 tem um CEO do sexo feminino, segundo o portal EU-Startups. Este mesmo portal compilou um grupo de 10 projetos fundados por empreendedoras que, diz, abrem o caminho para uma nova geração de mulheres que se debatem pelas mesmas oportunidades de financiamento que os empreendedores do sexo masculino.

Starling Bank – É um banco digital do Reino Unido, fundado em 2014 por Anne Boden, com a aspiração de reinventar os serviços financeiros e que atualmente já tem mais de 2,5 milhões de contas abertas. A Starling assumiu ser transparente sobre os números das disparidades salariais entre homens e mulheres e reconhece que é necessário fazer mais progressos internamente. 43% dos seus cargos de liderança sénior são ocupados por mulheres.

Lovys – Esta plataforma francesa oferece um seguro digital flexível. Estão a reinventar a experiência do utilizador na subscrição de seguros. Os clientes podem gerir o seguro da casa, do carro e do animal de estimação, por exemplo, numa única plataforma. A Lovys foi criada em 2017 por Elise Moutarlier e João Cardoso, tem 95 colaboradores e arrecadou 29 milhões de euros de investimento.

Azimo – Criada há nove anos, a Azimo tem como proposta uma forma mais rápida, mais barata e mais fácil de enviar dinheiro para os países de origem dos utilizadores. Tinham como objetivo acabar com os serviços de rua de envio de remessas, mais caros e ineficientes. Da equipa fundadora fez parte Marta Krupinska, uma empreendedora em série, atualmente chefe da Google para Startups no Reino Unido. Começou por estar sediada em Londres, mas depois do Brexit instalou-se em Amesterdão. Agora, oferece suporte em mais de 80 países e tem mais de 2 milhões de clientes.

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Mambu – Esta plataforma bancária SaaS de Berlim fornece serviços de empréstimo e depósito através de APIs. Trabalha com novas fintechs, para lançar novos serviços, e instituições financeiras estabelecidas para ajudar a desenvolver tecnologia existente. Este projeto surgiu em 2011 pela mão de Eugene Danilkis, Frederk Pfisterer e Sofia Nunes. Atualmente, a Mambu tem uma equipa de 800 funcionários em todo o mundo.

Billie – Também da Alemanha, a Billie foi fundada em 2016, em Berlim, por Aiga Senftleben, Artem Demchenkov, Christian Grobe, Matthias Knecht. Reinventaram a gestão do capital para as PMEs, oferecendo produtos de crédito inovadores, incluindo soluções de financiamento de faturas totalmente automatizadas e ajudando as PMEs a garantir melhores condições de pagamento. Em outubro deste ano arrecadaram um total de 129,7 milhões de euros.

Molo – É uma plataforma digital de empréstimos hipotecários que recorre a tecnologias como IA para tornar as hipotecas mais eficientes para os clientes. Foi criada por Francesca Carlesi e Leo Grünstein, em 2016, e tem sede em Londres. Até o momento arrecadaram um total de 320,6 milhões de euros.

PensionBee – Combina as pensões dos seus clientes com um novo plano online e uma plataforma para os consumidores rastrearem e gerirem as suas pensões. Sediada em Londres, foi fundada em 2014 por Romi Savova. Em 2021 fez um IPO na LSE por uma avaliação de 432,9 milhões de euros.

Pollinate – esta start-up ajuda os bancos a compreenderem e a aproximarem-se melhor dos seus clientes e a construir relacionamentos mais fortes com comerciantes e consumidores. Foi fundada há dois anos por uma equipa de especialistas provenientes do setor financeiro. A Pollinate está sediada em Londres com mais de 130 funcionários e arrecadou um total de 258 milhões de euros.

Fluidly – Este projeto nasceu em 2017 com Caroline Plumb e está a repensar a maneira como as empresas planeiam e gerem o fluxo de caixa. As suas ferramentas automatizadas permitem fazer a previsão e gestão do fluxo de caixa intuitivos com base em data science, machine learning. A Fluidly tem sede em Londres e mais de 50 funcionários.

GoHenry – Esta é uma plataforma bancária feita a pensar no público mais jovem. Oferece uma aplicação web e mobile com um cartão de débito ara dar aos jovens alguma independência financeira, mas com supervisão parental. Até ao momento, têm mais de 1,5 milhões de membros, 188 funcionários e arrecadaram um total de 78,5 milhões euros de investimento.

Hoje assinala-se o Dia da Segurança do Computador e a Experis, do Manpower Group, reuniu cinco dicas para que as empresas e os seus trabalhadores protejam eficazmente os seus sistemas informáticos.

Aproveitando a celebração do Dia da Segurança do Computador, que se assinala hoje, a Experis lembra as empresas da importância de manterem seguros os seus sistemas informáticos, numa altura em que estas recorrem cada vez mais à tecnologia no desenvolvimento da sua atividade, e em que os colaboradores, em trabalho remoto, acedem à informação da empresa em plataformas externas.

Para evitar ataques cibernéticos, a Experis partilha cinco dicas que as empresas e trabalhadores deverão ter em conta para reforçar a segurança dos seus computadores.

Alerta aos emails de phishing
Os emails de phising foram feitos para parecerem confiáveis, mas existem formas de os trabalhadores entenderem e descodificarem a sua veracidade e comunicarem-no aos responsáveis informáticos. Para isso devem verificar o remetente e o reconhecimento do domínio; verificar o contexto e os dados que são solicitados (passwords, números de conta bancária ou de segurança social devem ser mantidos privados); e verificar a existência de links ou anexos. Os links não são perigosos até serem clicados e é possível apenas passar o rato por cima da hiperligação para ver o URL completo, entendendo assim a confiabilidade do conteúdo. Os anexos podem conter malware que pode infetar o dispositivo onde é aberto e a rede que o aloja, daí ser necessário verificar sempre o nome e a extensão do arquivo em busca de algo suspeito.

Espaço de trabalho organizado
Deixar documentos, dados pessoais e informações confidenciais abertas nos computadores pode ser sinónimo de risco. Para o evitar, é necessário fechar ou minimizar os programas e documentos e bloquear o computador antes de os trabalhadores abandonarem o seu local de trabalho, ainda que seja por alguns instantes apenas. Um ecrã de privacidade é também uma solução a aplicar, sobretudo ao trabalhar em locais públicos.

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Apagar dados antigos
Apagar os dados antigos e que já não são necessários, assim como manter o computador limpo facilita a usabilidade do dispositivo e também protege os dados descartados. Para profissionais que lidam com dados de clientes ou candidatos, assegurar a atualização da informação, concordante com os termos das políticas e procedimentos de privacidade de dados, com especial destaque para o RGPD, é também um passo a considerar.

Atualizações frequentes
A atualização de software e do sistema operativo garante que os dispositivos têm as atualizações de segurança mais recentes. Esta medida de proteção deve ser considerada quando se configura um novo dispositivo ou sistema operativo, ao definir de imediato as configurações de privacidade.

Atenção às passwords
A utilização de passwords fortes previne que sejam detetadas por terceiros. É importante considerar o seu comprimento e a diversidade de caracteres – a fusão entre letras, números e símbolos especiais na definição da password podem ajudar a torná-la mais forte. Adicionalmente, estas palavras-chave não devem ser nunca salvas no navegador.

A iniciativa é dinamizada pelo BPI em Portugal e pelo CaixaBank em Espanha, através da DayOne, a sua divisão especializada para empresas tecnológicas e seus investidores. Candidaturas abertas até 3 de dezembro.

O BPI lançou a 5ª edição dos Prémios Empreendedor XXI para apoiar o desenvolvimento das start-ups em Portugal e fomentar o crescimento do ecossistema empreendedor, através da distinção de projetos inovadores em diversos setores de atividade. Até 3 de dezembro as empresas de base tecnológica e com menos de três anos de atividade podem apresentar a sua candidatura.

A iniciativa é dinamizada pelo BPI em Portugal e pelo CaixaBank em Espanha, através da DayOne, a sua divisão especializada para empresas tecnológicas e seus investidores. Os Prémios Empreendedor XXI decorrem nos dois países, em paralelo, no caso das categorias territoriais (2 regiões em Portugal e 17 em Espanha), e, em conjunto, nas categorias setoriais (6 prémios desafios a nível ibérico).

Na anterior edição, candidataram-se 955 start-ups ibéricas (das quais 171 portuguesas) e foram distribuídos cerca de 733 mil euros em prémios

Em Portugal, a iniciativa conta com o apoio da Agência Nacional de Inovação (ANI), através do programa Born from Knowledge (BfK). Pelo quarto ano consecutivo, será entregue a distinção BfK Awards à melhor empresa ou start-up portuguesa “nascida do conhecimento” e que mais se tenha destacado em atividades de Investigação & Desenvolvimento (I&D), com a atribuição do troféu “Árvore do Conhecimento”.

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Prémios monetários para mercado nacional
Os Prémios Empreendedor XXI atribuem em Portugal dois prémios às empresas com maior impacto na área geográfica de origem: um na zona “Norte e Centro” e outro em “Lisboa, Sul e Ilhas”. Cada um dos vencedores territoriais receberá 6 mil euros.

As empresas candidatas concorrem ainda, a nível ibérico, aos “Prémios Desafios”, que vão premiar as que estão mais preparadas para responder aos atuais desafios do setor financeiro e da sociedade em geral. As vencedoras recebem um prémio de 25 mil euros (mais 10 mil euros do que no ano anterior).

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