
Tem um problema no trabalho ou na vida pessoal, até sabe como resolvê-lo, mas sente-se desmotivado para entrar em ação? Dois psicólogos apresentam-lhe uma solução simples.
Não raras vezes, quando estamos a iniciar um projeto novo e não sabemos os próximos passos a dar, ou quando passamos por dificuldades na vida pessoal, a nossa intuição diz-nos que temos de procurar ajuda. Quiça seguir os conselhos de um mentor, de uma pessoa que já tenha passado pela mesma situação e que tenha conseguido superá-la….
Contra todas as probabilidades, esta pode não ser a melhor opção, atendendo ao que defendem os psicólogos Lauren Eskreis-Winklere e Ayelet Fishback que acreditam que esta teoria está errada. Para estes profissionais, ela psicóloga da universidade de Wharton, e ele professor de ciências do comportamento da University of Chicage Booth, em vez de receber conselhos de alguém, o truque para recuperar a motivação passa por aconselhar.
A teoria foi explanada num artigo na MIT Sloan Management Review. Segundo os dois autores, há muito que os psicólogos sabem que o maior problema das pessoas que querem voltar a ter o controlo das suas vidas passa pela falta de motivação para transformar o conhecimento em ação.
Tendo isto em consideração, Lauren e Ayelet decidiram virar a solução tradicional (a de procurar um mentor) ao contrário. Ao invés de darem conselhos às pessoas que estão a passar por problemas, os dois investigadores pediram-lhes conselhos. Ou seja, reuniram uma amostra que incluía vários grupos de adultos: os desempregados com dificuldades em encontrar um emprego; os que não conseguem poupar dinheiro; os que não sabem gerir as suas emoções; e os que não conseguem perder peso. O objetivo era pedir-lhes que aconselhassem pessoas que estão a passar pelos mesmos problemas.
A metodologia consistiu em mostrar sites com dicas (adequadas a cada uma das situações) e levar a cabo conversas entre os adultos inseridos no mesmo grupo. Todas as pessoas partilharam e receberam conselhos. Depois disto, 68% dos desempregados revelaram que se sentiram mais motivados para procurar emprego depois de darem conselhos do que depois de os receberem.
Da mesma maneira que no agregado dos desempregados, também 72% dos membros do grupo com dificuldade em poupar dinheiro sentiram-se mais motivados depois de partilharem os seus conselhos. O mesmo aconteceu com 77% dos adultos com dificuldade em gerir as emoções e com 72% das pessoas que não conseguiam perder peso.
Os resultados indiciam que a tese dos dois psicólogos está certa. Mas, como contam os dois investigadores, mais surpreendente que os resultados é o facto de as pessoas pensarem que aconselhar os seus pares só as vai desmotivar – quando o efeito é o oposto. Tal pensamento pode ser explicado pela ideia que as pessoas têm em associar uma má performance à falta de informação, quando, na verdade, a maior parte das pessoas tem a informação necessária, mas não a executa.
Desta forma, aconselhar – em vez de receber conselhos – parece ser um método eficaz para motivar as pessoas que não têm vontade para colocar as soluções em prática. Este exercício origina uma reflexão do conhecimento anteriormente adquirido, o que explica os resultados dos testes dos dois psicólogos norte-americanos.

Os empreendedores graduados que tenham ideias de negócios ligadas às artes, ciências ou tecnologias e que queiram criar um negócio podem inscrever-se até 23 de setembro.
UPTEC Escola Startups
As candidaturas para a 10.ª edição da Escola de Startups do UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto já estão abertas. O programa de aceleração de ideias de negócio tem a duração de três meses e aborda temas como o modelo de negócio, mercado e estratégia, propriedade intelectual, finanças, financiamento e apresentação do pitch.
As equipas que frequentarem a escola têm a oportunidade de assistir a workshops fundamentais para a criação de um negócio, agendar reuniões com parceiros estratégicos e empreendedores seniores, receber acompanhamento individual dos mentores do UPTEC e ainda de apresentar o projeto num evento público.
Os projetos selecionados que estejam a desenvolver tecnologias na área das telecomunicações vão ter o apoio do Vodafone Power Lab, através da entrada gratuita na Escola de Startups (isenção do pagamento da inscrição) e acesso ao espaço de incubação da Operadora no UPTEC. Este programa de incentivo à inovação e empreendedorismo da Vodafone Portugal apoia a incubação, oferece mentoring e formação, entre outras condições que contribuem para o desenvolvimento de novas empresas.
Em comunicado, a UPTEC refere que nas primeiras nove edições da iniciativa, a Escola de Startups recebeu para cima de 400 participantes, acelerou quase 200 projetos empresariais e deu origem à criação de cerca de 60 startups.
A Escola de Startups do UPTEC tem um custo por projeto de 250 euros, acrescido de IVA.

O Volkswagen Financial Services lança a terceira edição do “Startup Battlefield” para “ promover o surgimento de ideias e negócios inovadores”.
O Volkswagen Financial Services, em Portugal, lançou a terceira edição do “Startup Battlefield”, um concurso para startups que tem como finalidade “promover o surgimento de ideias e negócios inovadores na área da mobilidade sustentável, bem como nos serviços financeiros automóveis ao nível da automação de processos e da experiência de compra”, nota a empresa em comunicado.
Esta “Battlefield” vai realizar-se no próximo dia 4 de outubro, no Time Out Studio, no Mercado da Ribeira, em Lisboa e “vai dar a oportunidade a uma dezena de projetos selecionados de se apresentarem a concurso”.
“Para participarem, as startups e empreendedores devem fazer o seu registo em www.vwfs-battlefield.com, explicando a sua ideia, projeto ou negócio e as respetivas mais-valias.
A organização efetuará uma seleção dos melhores projetos, os quais terão a oportunidade de se apresentar a concurso e convencer o júri, que será composto por responsáveis do Volkswagen Financial Services e por empreendedores e personalidades ligados ao ecossistema da inovação e das startups”, pode ler-se no comunicado.
O projeto vencedor receberá como prémio a passagem pelo programa de mentoring de seis meses na Volkswagen Future Mobility Incubator, incubadora de startups do grupo que está na cidade alemã de Dresden, e um prémio de 15 mil euros.
Já os segundos e terceiros vão receber um prémio de mil euros e um um espaço de exibição na próxima edição da Web Summit, em novembro. Alexandre Vasco, director de Marketing do Volkswagen Financial Services em Portugal, nota em comunicado que: “o Volkswagen Financial Services, enquanto instituição líder no sector dos serviços financeiros automóveis na Europa, está empenhado em facilitar a vida dos seus clientes e da comunidade, fornecendo serviços inovadores e disruptivos.
Por isso, no âmbito da nossa política de transformação digital e de inovação aberta, estamos a promover o surgimento de ideias e negócios que possam contribuir para facilitar o dia-a-dia de particulares e empresas, sendo o ‘Volkswagen Financial Services Startup Battlefield’ uma oportunidade para quem tem ideias e projetos inovadores que pretende desenvolver e/ou contar com um parceiro de referência como é o nosso grupo”.

Para start-ups em estágio inicial que procuram capital, o investimento de um business angel pode fazer toda a diferença. Conheça alguns dos nomes no feminino mais conceituados internacionalmente.
Embora tanto os Business Angels como os Venture Capital (VC) invistam frequentemente em empresas em estágio inicial, os primeiros investem próprio, geralmente em quantias menores. Por isso, os empreendedores em estágio inicial costumam recomendar a procura desses investimentos pessoais porque têm expetativas diferentes dos fundos de risco, que normalmente esperam ver o retorno em 10 anos ou menos.
O Business Insiders reuniu alguns das mulheres Business Angels mais ativas internacionalmente, e que têm no currículo o apoio a centenas de empresas em estágio inicial que procuram crescer. Da lista fazem parte desde advogadas, developers, engenheiras e executivas que estão a financiar start-ups e a liderar o estágio inicial de investimentos em tecnologia.
Linda Xie – Ex-gerente de produto da Coinbase e investidora em start-ups de blockchain
O que faz: Xie é a co-fundadora e diretora administrativa da Scalar Capital, uma empresa de investimentos especializada em ativos de criptografia. Através da Scalar, investiu em empresas como Keep Network, MobileCoin, DFINITY, Kadena, Handshake e Oasis Labs.
Empresas em que investiu: dYdX, StarkWare, O (1) Labs, Celo e DIRT.
Cyan Banister – Ex-empresária
O que faz: Além do trabalho como parceira do Founders Fund de Peter Thiel, está envolvida em várias empresas como Naked Labs, Panda e Tagged. Em 2016, a TechCrunch concedeu-lhe o prémio Angel Investor of The Year.
Empresas em que investiu: Banister fez vários investimentos, incluindo na Uber, SpaceX, Naked Labs e Postmates.
Lorine Pendleton – Advogada e assessora
O que faz: Além do seu trabalho na área jurídica, Pendleton é parceira da plataforma de investimento Portfolia, bem como membro da Pipeline Angels. Foi nomeada pela Marie Claire como uma das mulheres mais bem relacionadas nos Estados Unidos.
Empresas em que investiu: Cisse Trading, Traklight, Hire an Esquire, and Tastemakers Africa.
Joanne Wilson – Investidora e uma figura influente no cenário tecnológico de Nova Iorque
O que faz: Trabalhou no retalho, meios e tecnologia antes de se tornar uma business angel. Fez o seu primeiro investimento em 2007 e, normalmente, investe em empresas fundadas por mulheres.
Empresas em que investiu: Investiu em mais de 90 empresas, incluindo Shippo, Food52, Sweeten, Vengo, Nestio, Shippabo, Flip, Clutter e Union Station.
Masha Drokova – Criou a Day One Venture e fundou um estúdio RP
O que faz: Através da Day One Ventures, Drokova financiou empresas como Superhuman, Catalog, DigitalGenius e FutureFamily. Atua também como consultora da organização sem fins lucrativos Oceanic.
Empresas em que investiu: Digital Genius, Filecoin, Orchid, Truebill, Privacy, NtechLab, Hive, and Radical Meditation.
Ellen Pao – Ficou mediática ao processar a Kleiner Perkins Caufield & Byers por discriminação de género
O que faz: Depois de deixar Kleiner Perkins, Pao foi CEO interina do Reddit antes de renunciar em 2015. Atualmente, lidera o projeto sem fins lucrativos, que fundou em 2015 para criar um ambiente de trabalho justo para trabalhadores de tecnologia.
Empresas em que investiu: Reddit, Periscope Data, GoTenna, Abacus, Interana e Flex.
Terri Hanson Mead – Ex-vice-presidente do grupo de risco Sand Hill Angels
O que faz: Além do seu trabalho de investimento, é presidente da Solutions2Projects, uma empresa de consultoria de TI.
Empresas em que investiu: Zum, TomboyX, Tactical Haptics, Tueo Health e Sandstone Diagnostics.
Christine Tsai – CEO do fundo global de capital de risco 500 Start-ups
O que faz: Antes de fundar 500 Start-ups, trabalhou na Google e no YouTube, onde lançou e comercializou vários produtos para developers, incluindo Google Adsense, Google Analytics, distribuição do YouTube e Developer Tools.
Empresas em que investiu: Twilio, SendGrid, Credit Karma, Grab, Carousell, Udemy, Kudo, Makerbot, Wildfire, Viki, Canva, IPSY, TheRealReal, and FabFitFun.
Hope Taitz – Fundadora da empresa de gestão de fundos Catalyst Partners
O que faz: Membro do conselho em várias empresas, incluindo a Summit Hotel Properties, a Greenlight Capital e a Athene Holding. É especializada em assessorar empresas em tecnologia voltada para o consumidor.
Empresas em que investiu: TapCommerce, Flatiron School, ATTN, Skimm, Xperiel e Rockets of Awesome.
Rima Reddy – Diretora do XRC Labs, um acelerador de consumo e retalho em estágio inicial
O que faz: Através do XRC Labs, Reddy fez várias ofertas, incluindo LuvThat e VisuWall. Antes de ingressar na XRC Labs, Reddy trabalhou como analista de pesquisa de acções na Goldman Sachs.
Empresas em que investiu: Wheeli, Upton Belts
Jenny Fielding – Diretora administrativa da Techstars
O que faz: Além do seu trabalho na Techstars, comanda o The Eclectic Fund, um fundo de estágio inicial voltado para tecnologia. Anteriormente, fundou a plataforma móvel Switch-Mobile, adquirida em 2009.
Empresas em que investiu: Investidora em mais de 70 empresas, incluindo Latch, Chainalysis, Morty, Tempo Automation e Parsley Health.
Diane Henry – Fundou a empresa imobiliária Red Real Estate
O que faz: Fundou a rede de investimentos anjos Rogue Capital Collective, sediada em Nova Iorque. É uma defensora de mulheres e minorias em tecnologia e fala frequentemente sobre empreendedorismo e inovação.
Empresas em que investiu: Partpic, Mogul, Rentlogic, Financial Gym, Stylinity, e Arctaris Michigan
Esther Dyson – Nomeada pela Fortune como uma das mulheres mais poderosas do mundo
O que faz: Está envolvida na indústria de tecnologia desde o início dos anos 80 e tem estado ativa na política como presidente da Electronic Frontier Foundation. Dyson é a autora do “Release 2.0: Um design para viver na era digital”, um livro que trata do anonimato, privacidade e liberdade de expressão. É também fundadora da Wellville, uma organização sem fins lucrativos de saúde, onde atualmente é presidente executiva.
Empresas em que investiu: Entre os muitos investimentos estão empresas como 23andMe, Square, Evernote e ClassPass.
Jennifer Lum – COO e co-fundadora da empresa de dados Forge.AI
O que faz: Antes de fundar a Forge.AI, ajudou a construir quatro start-ups para aquisição, incluindo Adelphic, Quattro e m-Qube.
Empresas em que investiu: Lum investiu em mais de 30 empresas, incluindo Beeswax, Blokable, TribeHR e Kinvey.
Laurel Touby – Ex-jornalista de negócios
O que faz: No início da sua carreira, criou o site de recursos para jornalistas mediabistro.com. Mais tarde, fundou a empresa de microempresários Supernode Ventures.
Empresas em que investiu: Braze, LaunchMetrics, PeerIQ, Credijusto, Click Therapeutics e AlphaHQ.
Ali Rosenthal – Foi membro fundador da equipa do Facebook Mobile
O que faz: Depois de sair do Facebook, juntou-se à Greylock Partners como executiva em residência, onde se concentrou em investimentos em dispositivos móveis para consumidores. Fez o seu primeiro investimento em 2011.
Empresas em que investiu: Foram mais de 20, incluindo Ipsy, Envoy, Figma, Unidade Q, Atticus, Nova Credit e Stick.ai.
Angela Lee – Fundadora de quatro start-ups e de uma rede de investimentos de 37 BA
O que faz: Começou a sua carreira como gerente de produtos e consultora estratégica na consultoria McKinsey. Além do seu trabalho como empreendedora e investidora é reitora associada da Columbia Business School, onde ministra cursos de liderança e empreendedorismo.
Empresas em que investiu: É investidora em 20 empresas e três fundos. Entre eles, o Kinsa Health, o Alice App, o Board Vitals e o Lingo Live.
Kellie Menendez – Co-fundadora da empresa de decoração e design Half Full Decor
O que faz: Esteve entre os membros fundadores da empresa de capital de risco Oakhouse Capital, com sede em São Francisco. É um membro ativo do grupo de invstimento Pipeline Angels.
Empresas em que investiu: Saathi Inc, MadeBos, eShares (Carta Inc.) e Zipline.
Valentina Vitols Bell – Ex-consultora política e investidora em empresas com impacto social
O que faz: Atua em várias comunidades de anjos, incluindo Pipeline Angels, Alliance of Angels e Hera Angels. É também uma parceira limitada da Next Wave Ventures e da Portafolia.
Empresas em que investiu: Entre as empresas nas quais a Vitols Bell investiu estão a Blokable, a Evrnu, a Wildfang, a Blendoor, a BridgeCare e a Cone & Steiner.
Shannon Grant – Envolvida com start-ups e fundos de risco há mais de 15 anos
O que faz: É co-fundadora da Annie’s Capital, um fundo de investimento. É uma figura ativa dentro da comunidade blockchain, onde lançou a campanha #SatoshiIsFemale para envolver mais mulheres na comunidade blockchain.
Empresas em que investiu: Smitten Ice Cream, Coffee Meets Bagel, 4DX Ventures, 22X Fund, and DocCheer.

Investir em start-ups em fase seed envolve pesquisa e conhecimento dos negócios. Confira as cinco etapas que não deve descurar nesse processo.
Boas ideias e com potencialidade para serem executadas estão por todo o lado, mas o desafio está em encontrar os poucos fundadores que têm a convicção de executar as suas crenças de maneira eficaz.
Existem muitos fatores a considerar antes de investir numa start-up como business angel, mas comece por colocar em prática o Top 5 das principais coisas que deve considerar.
Dominar o conhecimento
Como qualquer outro instrumento de investimento que exija algum nível de pesquisa, o investimento numa start-up também implica uma grande compreensão e conhecimento do setor para entender as nuances ocultas daquele negócio em particular. Também é imperativo pesar o “calibre” do fundador para perceber o seu entendimento do mercado, a abordagem e os planos futuros, tanto a curto como a longo prazo, como um fator de crescimento.
A maioria dos business angels fazem uma avaliação completa da start-up para compreender, a escalabilidade (poderão os fundadores executar efetivamente); a concorrência (se têm um alto risco técnico); ponto de saturação do mercado (a empresa tem um baixo risco de mercado, para dominar a uma quota de mercado); ROI (como anjos você tem uma saída); ou avaliação (se está a receber as avaliações corretas como um business angel ).
Está comprovado que os business angels que apoiam empresas jovens, dentro das suas próprias áreas de domínio, têm uma taxa de sucesso muito maior comparativamente com outros que estão a apostar em tendências de mercado com base em opiniões externas.
Parceria com a causa
Um business angel precisa estar preparado para fazer parte desse ecossistema e apoiar a start-up com todos os recursos possíveis. É igualmente importante orientar os fundadores, fornecer oportunidades de networking e apoio moral, assim como apoiá-los financeiramente.
O investimento deles é mais do que puro investimento numa ideia ou numa start-up. Trata-se de investir o seu tempo, recursos, finanças, experiência e crença e estar preparado para apoiar a jornada dos jovens fundadores através de altos e baixos. E devem estar preparados para falhar em alguns investimentos.
Abordagem de portfolio
Esta é uma classe de ativos de risco. A lei dos pequenos números pode levar a uma perda completa de investimentos. É preciso lembrar que investir em start-ups tem tudo a ver com a aquisição de talentos e garantir que esteja no setor certo.
Um investidor deve tentar construir uma carteira de pelo menos 10 a 20 empresas e limitar a sua exposição a cerca de 10% dos ativos passíveis de investimento. As instituições financeiras maiores, que assumem riscos significativos, não tendem a alocar mais de 10%.
Como os business angels, não têm o poder de permanência ou o conhecimento financeiro, devem limitar o tamanho da exposição global para garantir a estabilidade.
Acompanhamento de investimento
Enquanto muitos dos investimentos podem não obter os retornos esperados, uma start-up no portfólio pode criar oportunidades suficientes para cobrir todos as apostas negativas. Um investidor anjo deve ter fundos de reserva suficientes para fazer um financiamento de acompanhamento sério na empresa que está a avançar bem para manter sua participação percentual durante a próxima rodada de financiamento.
Saída estratégica
A estratégia certa de saída pode realmente criar riqueza a um business angel. É importante ter uma estratégia voltada para o futuro com saída planeada para criar o ROI máximo (retorno sobre investimentos) de todas as empresas de investimento.
Conclusão
Globalmente, apenas cerca de 20 empresas, no universo das empresas de capital de risco, geram 95% dos retornos da indústria. São bem-sucedidos porque possuem o conhecimento exclusivo das caraterísticas das empresas vencedoras.
Muitos business angels preferem investir em start-ups com baixo risco de entrada no mercado e alto risco de desenvolvimento técnico.


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