A UpHill, que tem software para análise da qualidade e treino para hospitais, lançou um curso, à base de casos virtuais, de abordagem à Covid-19. 

A UpHill, que tem software para análise da qualidade e treino avançado para hospitais, disponibiliza, a partir desta terça-feira, um curso prático, constituído por casos clínicos virtuais de abordagem à Covid-19.

A startup portuguesa, em comunicado, explica que toda a informação para este curso está presente na plataforma de simulação clínica, a UpHill Simulate, em regime de open source, estando disponível para qualquer profissional de saúde.

“Além dos casos clínicos para simulação, desenvolvidos em conjunto com a Luz Saúde Learning Health, a startup junta-se à Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública e à plataforma Evidentia Médica para, num esforço conjunto entre as três entidades, disponibilizarem a melhor evidência sobre o novo coronavírus”.

Na prática, com esta solução tecnológica é possível ao pessoal clínico ter acesso rápido e sistematizado dos protocolos de atuação clínica e à informação científica disponível, e permite testar as competências práticas na abordagem diagnóstica e terapêutica ao novo coronavírus. Eduardo Freire Rodrigues, CEO da UpHill, em comunicado explica que: “Sabemos que a simulação é uma metodologia educacional que, pela interatividade que lhe é intrínseca, permite melhorar o conhecimento e a performance clínica em treinos rápidos e, consequentemente, melhorar os níveis de confiança dos profissionais.

Por isso, numa altura em que se exigem, aos prestadores de cuidados, respostas rápidas e certeiras, a simulação em diferido representa, uma janela de oportunidade para reduzir incertezas face a uma doença que é nova e aprender num ambiente seguro, realístico, previsível e sem risco, tanto para profissionais como para os doentes”. Partilhe esta

O surto de Covid-19 está a alarmar também o mercado empresarial internacional, mas existem dezenas de start-ups pioneiras em projetos de saúde que querem ajudar a combater o vírus.

As start-ups europeias estão atentas aos problemas causados pelo Coronavírus e querem contribuir com o seu conhecimento e criatividade para ajudar a encontrar uma solução. A oferta é variada e cobre desde robôs hospitalares, logística de alta tecnologia, vacinas, ou medicamentos baseados em inteligência artificial.

Eis alguns exemplos, citados pela Sifted, de start-ups que estão reunir esforços para fazer frente ao Covid-19.

Medicamentos descobertos por IA

Uma start-up que pode contribuir para conter a crise do coronavírus é o unicórnio britânico BenevolentAI. A empresa, que recebeu 292 milhões de dólares (258,6 milhões de euros) em financiamento desde que foi fundada em 2013, é conhecida por criar sistemas de inteligência artificial que ajudam a encontrar medicamentos para o tratamento de doenças crónicas. Algumas semanas após o início do surto, a start-up utilizou pela primeira vez os seus sistemas para uma doença infeciosa e conseguiu sugerir um conjunto de medicamentos potencialmente úteis. Entre eles está o Baricitinib, um medicamento atualmente aprovado para a artrite reumatóide, mas que poderá reduzir a capacidade do vírus de infectar células pulmonares.
Dado o número crescente de casos de infeção e a necessidade imediata de terapia, a empresa focou a sua pesquisa em medicamentos aprovados, que já haviam passado em rigorosos testes de segurança e que poderiam ser entregues aos pacientes imediatamente, ao invés de desenvolver medicamentos novos.

Robôs hospitalares para limpeza

Os hospitais chineses estão a usar robôs europeus como o UVD Robots, da start-up dinamarquesa Blue Ocean Robotics. São robôs autónomos de desinfecção que usam luz ultravioleta para desinfetar e matar vírus e bactérias, reduzindo a propagação do coronavírus. A start-up já vendeu 60 mil dispositivos para mais de 40 países. O robô usa algoritmos avançados e sensores especiais para cobrir todas as superfícies com a quantidade certa de luz ultravioleta para eliminar o vírus. A Blue Ocean Robotics recebeu uma ronda de financiamento em dezembro de 2019 no valor de 12 milhões de dólares (10,6 milhões de euros).

Tecidos de proteção de nanopartículas

A start-up israelita Sonovia está apostada em desenvolver um tecido com infusão de nanopartículas que pode proteger as populações locais através da sua utilização em máscaras médicas, roupas de proteção e materiais hospitalares. Com sede em Tel Aviv, a Sonovia começou a desenvolver tecidos resistentes a bactérias na Universidade Bar-Ilan em 2013. Agora, enviou um novo tecido antipatógeno e antibacteriano aos laboratórios da China para testes com parceiros como a Academia Chinesa de Ciências de Xangai.

A solução da Sonovia usa nanopartículas de óxido de metal e de baixo custo, como óxido de zinco e óxido de cobre. A tecnologia é baseada num fenómeno físico chamado cavitação. A start-up afirma ter tecido suficiente armazenado para produzir entre cinco mil a 10 mil máscaras imediatamente.

Envio de produtos vitais

Não é só o desenvolvimento de medicamentos que é difícil, também é necessário transportá-los para onde são necessários. Após o início do surto de Covid-19, a start-up suíça SkyCell reservou mais de 200 contentores de transporte adicionais para enviar 46 toneladas de medicamentos com segurança para a China.

Como se trata de um mercadoria muito suscetível a mudanças ambientais, os contentores SkyCell funcionam como uma combinação de hardware, software e big data para manter uma temperatura constante. Eles também podem recarregar automaticamente num ambiente fresco e têm uma taxa de falhas de 0,1%. A start-up suíça já envia produtos farmacêuticos para 90 países, incluindo Brasil, Índia e China, e possui uma enorme taxa média de crescimento de receita anual de 350%. O SkyCell permite entregas porta a porta o que economiza tempo.

Juntar alunos e cientistas

A empresa britânica Century Tech está a ajudar as crianças na China a continuarem os estudos enquanto as escolas estão fechadas. A start-up, que obteve 8,9 milhões de dólares (7,8 milhões de euros) até o momento, tem uma parceria com mais de 30 escolas para oferecer os seus serviços de aprendizagem online personalizados, baseados em inteligência artificial. O seu alvo específico são escolas em Hong Kong e na China que usam o currículo britânico (existem mais de 200).

Por seu turno, a Castor, originária dos Países Baixos, oferece acesso gratuito à sua plataforma de recolha de dados para apoiar projetos sem fins lucrativos de pesquisa sobre o Covid 19. Deste modo, os investigadores podem recolher dados clínicos padronizados de todo o mundo para que possam ser facilmente agregados e estudados. Em contexto de surto, toda a comunidade científica está alinhada para um mesmo fim e é uma forma de fazer com que todos vejam o valor dos dados padronizados.

As Startups incubadas na StartUp Angra, Doce Lar, Azores Touch e AME – Eventos (incubada virtualmente), marcaram presença no evento Green Weddings Azores 2020, que se realizou no passado dia 15 de fevereiro, no Terceira Mar Hotel.

Este evento organizado pela empresa Weddimoon, onde para além da apresentação da empresa, pretendeu ser uma tarde de networking, com o objetivo de criar uma rede e plataforma de contactos nas áreas dos eventos, casamentos e luas-de-mel.

As empresas presentes tiveram a oportunidade de realizar o seu Pitch e aproveitar o evento para a troca de contactos.

O evento contou também com a participação do diretor executivo da StartUp Angra, Sebastião Medeiros, que realizou uma apresentação sobre turismo e sustentabilidade.

A StartUp Angra irá desenvolver um programa de aceleração de empresas nas áreas criativas culturais e tecnológicas. Este programa é realizado em parceria com a aceleradora de empresas Criative Startups, sediada nos Estados Unidos, e é direccionado para aqueles que pretenderão potenciar negócios nas áreas criativas, culturais ou até de base tecnológica. O programa é alargado e poderá ser aproveitado por profissionais das diversas áreas como arquitectura, design, comunicação, cinema, fotografia, escritura, pintura, escultura, web-design, entre outros.

O programa inclui uma formação online, especializada nas áreas indicadas, com formas de organização, comunicação e até gestão de cada negócio. Após a realização da formação online decorrerá uma formação presencial, com mentoria especializada e apoio técnico para cada participante, com mentores internacionais, parceiros da aceleradora Creative Startups. Esta semana intensiva de formação e acompanhamento terá lugar na StartUp Angra e decorrerá entre os dias 15 a 19 de junho. As inscrições estão abertas até ao dia 22 de março.

Sabe mais em: https://www.creativestartups.org/locations/portugal

INSCREVE-TE JÁ AQUI: http://bit.ly/CSAzores

O Creative Startups é um programa de aceleração e mentoria nas áreas das indústrias culturais, tecnológicas e creativas.

Ajuda a desenvolver a tua estratégia empresarial, com uma formação e mentoria especializada.

É realizado em parceria com a aceleradora de empresa, Creative Startups, sediada nos Estados Unidos. O programa é alargado e poderá ser aproveitado por profissionais das diversas áreas como arquitetura, design, comunicação, cinema, fotografia, escritura, pintura, escultura, web-design, entre outros.

Inclui uma formação online, com formas de organização, comunicação e até gestão de cada negócio. Após a realização da mesma decorrerá uma formação presencial, com mentoria especializada e apoio técnico para cada participante, com mentores internacionais, parceiros da aceleradora Creative Startups, que decorrerá entre os dias 15 a 19 de junho em Angra do Heroísmo.

Sabe mais AQUI: https://www.creativestartups.org/locations/portugal

INSCREVE-TE JÁ AQUI: http://bit.ly/CSAzores

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