
O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, o decreto-lei que transpõe para ordem interna Diretiva da UE relacionada com campanhas de crowdfunding.
O Governo aprovou um decreto que transpõe para a ordem interna a Diretiva (UE) 2020/1504, relativa a prestadores de serviços de financiamento colaborativo, para financiar o empreendedorismo e as start-ups, e a Diretiva (UE) 2019/2177, relativa à atividade seguradora e resseguradora, e a
De acordo com comunicado do Conselho de Ministros, com o decreto-lei “são reforçados os instrumentos de cooperação entre os supervisores financeiros nacionais e os supervisores financeiros europeus”.
A Diretiva (UE) 2020/1504, de 7 de outubro de 2020, adotada pelo Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia, procura uniformizar as regras nacionais em matéria das plataformas de financiamento colaborativo, comummente designado de crowdfunding, para que essas plataformas possam prestar serviços em todo o mercado único (UE).
Além de contribuir para um sistema financeiro “mais diversificado e menos dependente do crédito bancário, limitando deste modo os riscos sistémicos e de concentração”, a diretiva europeia considera que existem benefícios com a promoção do empreendedorismo inovador através do financiamento colaborativo, entre os quais o desbloqueamento de capital congelado para investimento em projetos novos e inovadores, a aceleração da afetação eficiente de recursos e a diversificação dos ativos.
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Já a Diretiva (UE) 2019/2177, de 18 de dezembro de 2019, adotada pelo Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia, altera a Diretiva 2009/138/CE relativa ao acesso à atividade de seguros e resseguros e ao seu exercício (Solvência II), a Diretiva 2014/65/UE relativa aos mercados de instrumentos financeiros e a Diretiva (UE) 2015/849 relativa à prevenção da utilização do sistema financeiro para efeitos de branqueamento de capitais ou de financiamento do terrorismo.
No acervo legislativo europeu (UE), diferentemente de um Regulamento, que é ato legislativo vinculativo, aplicável em todos os seus elementos em todos os países da União Europeia (UE), as Diretivas são atos legislativos que fixam um objetivo geral, que todos os países da UE devem procurar alcançar através de regulamentação. Contudo, cabe a cada país elaborar legislação própria para dar cumprimento ao objetivo enunciado na Diretiva da UE.

A sueca Swire Energy Services investiu numa participação maioritária na tecnológica portuguesa BladeInsight, especializada em serviços de inspeção e manutenção de torres eólicas. A sede continuará a ser em Portugal.
A start-up tecnológica portuguesa BladeInsight (anteriormente designada Pro-Drone) anunciou um investimento pela multinacional de serviços técnicos e especializados de apoio ao setor energético Swire Energy Services (SES). O investimento levará à criação de mais de 20 postos de trabalho e à expansão internacional da empresa, que manterá a sua sede em Portugal.
“Com este investimento, a SES consolida o seu posicionamento na oferta de soluções inovadoras de automação e digitalização da operação e manutenção de turbinas eólicas e permite à start-up portuguesa duplicar o seu tamanho com novos postos de trabalho em todas as áreas”, refere a BladeInsight em comunicado.
Segundo André Moura, CEO e fundador da BladeInsight, “com este investimento, a BladeInsight reforça a capacidade de entregar valor aos seus clientes do setor eólico, oferecendo soluções de inspeção e de digitalização para otimizar a operação e manutenção de ativos onshore e offshore, de forma verdadeiramente global. Partilhamos com a Swire Energy Services valores comuns e uma visão ambiciosa para o futuro do setor eólico, em que a inovação tecnológica terá um papel fundamental”.
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Já Sabine Weth, VP Offshore Wind da Swire Energy Services, revela que “este é o primeiro investimento da SES no setor eólico e é prova do compromisso e empenho do André e da sua equipa. Ficámos muito impressionados com a tecnologia desenvolvida e estamos entusiasmados por partilhar a nossa visão e estratégia para o futuro desenvolvimento da empresa com a equipa da BladeInsight”.
“Este investimento é uma oportunidade para alavancar a tecnologia de drones autónomos e de gestão de dados no desenvolvimento futuro de serviços especializados e altamente competitivos no setor eólico offshore. Enquanto parte da nossa estratégia a longo prazo promovida pela nossa empresa-mãe John Swire and Sons, a tecnologia tornar-se-á um aspeto integrante da SES no desenvolvimento de um negócio sustentável que apoia os seus clientes na transição energética”, acrescenta o responsável.
Fundada em 2015, a BladeInsight, trabalha em soluções de automação e digitalização da operação e manutenção de turbinas eólicas. Em termos acumulados, a BladeInsight já foi responsável por inspeções a cerca de 15 gigawatts (GW) de capacidade eólica, num total de mais de 20 mil pás eólicas inspecionadas, com recurso a 4 mil horas de voo dos seus drones.
Ao longo do seu percurso, a BladeInsight foi reconhecida no ecossistema nacional e internacional, tendo recebido diversos prémios, incluindo o EDP Starter, Prémio Empreendedorismo XXI BPI, Concurso Nacional de Inovação Novo Banco, The Business Booster (TBB) da EIT InnoEnergy e o Enel Green Power Award. Em 2019, foi-lhe atribuído financiamento no âmbito do EU Horizon 2020, projeto-piloto Accelerator do Conselho Europeu da Inovação, anteriormente conhecido como Instrumento para PME-Fase 2.

A ideia desta startup é simples: criar um serviço de transporte tão bom que o cliente nunca mais vai precisar de um carro.
A ideia desta startup é simples: criar um serviço de transporte tão bom que o cliente nunca mais vai precisar de um carro. É nisto que a startup finlandesa MaaS Global Oy trabalha desde 2015. A empresa desenvolveu uma aplicação para smartphone, a Whim, que já está a ser usada em várias cidades europeias e em Tóquio. Na capital da Finlândia, 12% dos utilizadores já dizem que a app levou-os a abrir mão dos seus carros e outros tantos afirmam que planeiam fazer o mesmo.
A MaaS Global, cuja lista de investidores investidores inclui a BP, Mitsubishi e Toyota, diz que a aplicação pode resolver a questão do congestionamento urbano e reduzir a poluição. As pesquisas mostram que viver num ambiente com ar mais limpo contribui para a felicidade e também para o bem-estar. A Finlândia, onde o serviço foi pioneiro, tem o melhor índice de qualidade do ar no mundo. Por coincidência, é também o país mais feliz do mundo.
O CEO, Sampo Hietanen, diz que criar um mundo em que seja mais conveniente não ter carro próprio é uma maneira óbvia de reduzir as emissões de carbono no setor dos transportes. Só nos EUA, este setor é responsável por quase 30% do total de emissões de gases de efeito estufa, mais do que qualquer outro setor.
A ideia desta startup é simples: criar um serviço de transporte tão bom que o cliente nunca mais vai precisar de um carro. É nisto que a startup finlandesa MaaS Global Oy trabalha desde 2015. A empresa desenvolveu uma aplicação para smartphone, a Whim, que já está a ser usada em várias cidades europeias e em Tóquio. Na capital da Finlândia, 12% dos utilizadores já dizem que a app levou-os a abrir mão dos seus carros e outros tantos afirmam que planeiam fazer o mesmo.
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A MaaS Global, cuja lista de investidores investidores inclui a BP, Mitsubishi e Toyota, diz que a aplicação pode resolver a questão do congestionamento urbano e reduzir a poluição. As pesquisas mostram que viver num ambiente com ar mais limpo contribui para a felicidade e também para o bem-estar. A Finlândia, onde o serviço foi pioneiro, tem o melhor índice de qualidade do ar no mundo. Por coincidência, é também o país mais feliz do mundo.
O CEO, Sampo Hietanen, diz que criar um mundo em que seja mais conveniente não ter carro próprio é uma maneira óbvia de reduzir as emissões de carbono no setor dos transportes. Só nos EUA, este setor é responsável por quase 30% do total de emissões de gases de efeito estufa, mais do que qualquer outro setor.
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"Realisticamente, se queremos lidar com as emissões de CO2 do transporte, temos de encontrar uma maneira de preservar a liberdade de movimentos que um carro fornece", disse Hietanen em entrevista.
A Whim, que acabou de fazer uma fusão com a Wondo, a rival espanhola fundada pela empresa de infraestrutura Ferrovial, oferece aos utilizadores a opção de planear e pagar uma viagem através de uma única app. A aplicação dá acesso a uma variedade de serviços, como scooters elétricas, bicicletas urbanas, transportes públicos e até táxis com preço fixo para curtas distâncias. Os serviços variam de cidade para cidade, tendo a app já 300 mil utilizadores em todo o mundo.
Tanto a Whim como a Wondo funcionam como formas de planear viagens, sugerindo a melhor maneira de ir do ponto A ao ponto B e oferecem a opção de comprar viagens ou reservar veículos nas próprias apps. Além dos planos pré-pagos, a Whim tem assinaturas mensais - um modelo semelhante aquele que é oferecido pela Netflix.

Instalada no mercado há cerca de 11 anos, a Critério Virtual presta serviços de consultoria em tecnologias de informação. Procura investidor que possa ajudar a alavancar e desenvolver o negócio.
Especializada na prestação de serviços de consultadoria na área IT para empresas de médio tamanho, a Critério Virtual agrega um conjunto de três empresas que atuam na área da consultoria e desenvolvimento de software empresarial – ERP, CRM, Business Intelligence, E-commerce – conta com uma equipa de 11 pessoas, tem escritórios em Aveiro e Guimarães, mas abrange todo o território nacional, Europa e PALOPS. É ainda um consultor SageX3 certificado.
Nos últimos cinco anos o crescimento tem sido uma constante “com uma procura enorme de novos serviços e dificuldade em escalarmos o nosso negócio para dar resposta a todas as oportunidades que aparecem”, explicou Pedro Sousa Silva, business manager da Critério Virtual.
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Por isso, nos objetivos da empresa está o crescimento da equipa, do volume de negócios bem como o alargamento dos serviços para novas áreas.
Para a implementação destas metas, a empresa procura ajuda ao nível da gestão e de capital, e também quer apostar em força na área comercial e de marketing.
Resumo:
Responsável: Pedro Sousa Silva
Área: Consultadoria tecnológica
Produto: Software
Mercado: Nacional
Necessidade: Investidor
Contacto: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

A SERN criou um ciclo de Webinars, com o objetivo de divulgar iniciativas e criar sinergias entre os diversos participantes que teve como temática principal “Para além do COVID-19, Oportunidades e desafios, no empreendedorismo e inovação”.
A StartUp Angra foi uma das organizações convidadas, onde abordou a temática: “Os desafios de uma incubadora de empresas nos Açores”.
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