Quinta edição do programa Road 2 Web Summit vai apoiar mais 12 startups do que estava inicialmente previsto.

Portugal vai levar 120 startups à edição de 2020 da Web Summit. Foram anunciadas na terça-feira as jovens empresas tecnológicas nacionais que vão participar nesta cimeira, que decorre este ano em formato totalmente remoto, ao abrigo do programa Road 2 Web Summit..

Além de participarem no evento, as startups selecionadas vão ter sessões de treino nos dias 25 e 26 de novembro. Também vão participar vários especialistas nestas sessões de preparação. Pode consultar as startups selecionadas através desta página.

Por exemplo, David Beckett, vai treinar as startups para fazerem as melhores apresentações para investidores.; especialista em apresentações para o capítulo nacional do programa CMX Connect, que fará um treino específico para gestão de comunidades; da Amazon Web Services, através do mentor Shayan Sanyal, também all-star mentor da Techstars; da The Next Big Idea, que partilhará que narrativas os media mais procuram sobre startups; e da startup Dreamshaper, que irá partilhar o seu testemunho de concluir uma ronda de investimento iniciada na Web Summit de 2018.

"Nunca um dos nossos bootcamps teve a importância deste, que acontece no culminar de um ano excepcional e desafiante. Isso reflecte-se no programa proposto, também ele excepcional e, esperemos, com grande impacto no percurso destas empresas," aponta João Mendes Borga, Diretor Executivo da Startup Portugal, citado em comunicado de imprensa

"Este programa tem ajudado os empreendedores portugueses e apoiado o desenvolvimento de startups Portuguesas, dando-lhes acesso às oportunidades únicas geradas pela Web Summit, e estamos muito orgulhosos de termos conseguido fazê-lo crescer este ano - iremos receber mais de 100 startups sediadas em Portugal através da Road 2 Web Summit", destaca o líder das startups da Web Summit, Ricardo Lima.

O programa Road 2 Web Summit acompanhou as startups nacionais na sua participação na conferência desde a primeira edição, tendo apoiado 492 empresas ao longo dos últimos 4 anos

O departamento de educação artística e tecnológica, da Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade, recebeu hoje uma formação em impressão em 3D, ministrada pela empresa Bee Creative, nas nossas instalações.

Esta impressora foi também cedida, pela StartUp Angra, à comunidade escolar, para que os alunos de Angra do Heroísmo possam desenvolver estas técnicas.

A cidade é uma das 11 anfitriãs da primeira cimeira dedicada às cidades que têm apostado no incentivo ao desenvolvimento de soluções empreendedoras. O evento online é já amanhã.

O hub de inovação Startup Braga vai receber amanhã um evento que propõe uma reflexão sobre os novos desafios para a criação e consolidação de start-ups e outras empresas, a partir de temáticas como o talento e as necessidades de requalificação, as novas tendências de mercado, o empreendedorismo feminino e juvenil, ou os desafios emergentes de inovação nas áreas da saúde e do clima.

A cimeira, promovida pelo consórcio europeu Global StartupCities, e com o apoio da Comissão Europeia, pretende afirmar-se como uma montra para que as empresas posicionem os seus produtos em novos mercados.

Realizado online, o evento realiza-se entre salas virtuais, dedicadas a cada uma das cidades coanfitriãs, e uma sala principal e irá permitir o debate em torno da estratégia do consórcio e do desenvolvimento de um mercado cada vez mais global.

Além de Braga, a rede Global StartupCities, criada em 2019, conta ainda com cidades como Manchester (Reino Unido), Sevilha (Espanha), Varna (Bulgária), Vantaa (Finlândia), Valência (Espanha), Ostrava (República Checa), Málaga (Espanha), Leuven (Bélgica), Heraklion (Grécia), Colónia (Alemanha), Cluj-Napoca (Roménia), Bilbao (Espanha), Galway (Irlanda), Lyon (França), Turim (Itália), Breslávia (Polónia) e Chernigov (Ucrânia).

Ricardo Rio, presidente do Município de Braga e da InvestBraga, acredita que esta iniciativa irá servir para “promover uma reflexão conjunta sobre o rumo da indústria das start-ups a nível global, permitindo ainda a aproximação do ecossistema empreendedor de Braga a outros de referência, mas também para debater os grandes desafios de inovação, transversais a todas as empresas, que os próximos anos reservam”. E, explicou ainda, que “Braga irá liderar a estratégia e plano de ação deste consórcio na área do talento e é, a par de cidades como Valência, Málaga, Manchester ou Cluj-Napoca, uma das fundadoras do consórcio, o que reforça a importância da nossa cidade como hub de referência no quadro europeu do empreendedorismo altamente tecnológico e especializado”.

Também Luís Rodrigues, diretor da Startup Braga, realça a importância desta cimeira internacional sublinhando que esta “cria uma janela de oportunidades para o ecossistema da Startup Braga, uma vez que dará a possibilidade de mostrar que Braga está disponível para acolher empreendedores altamente qualificados e que tenham projetos nas áreas da nanotecnologia, tecnologias para a saúde e economia digital”.

O cofundador e presidente executivo da Web Summit, Paddy Cosgrave, considerou, em entrevista à Lusa, que a pandemia de covid-19 tem sido "uma oportunidade" para os media tradicionais reforçarem "o importante papel que desempenham".

Cosgrave falava à Lusa quatro dias antes de arrancar a edição deste ano da Web Summit Lisboa, que será totalmente 'online' devido à pandemia.

Naquela que é considerada a maior cimeira de tecnologias a nível mundial, estão inscritos "mais de 2.500 jornalistas", disse o responsável.

"Uma das grandes mudanças este ano é ao nível dos jornalistas", salientou o cofundador da Web Summit.

"Criámos um novo evento chamado 'Fourth Estate' [quarto poder] que é para jornalistas, editores, 'publishers' discutirem especificamente as mudanças no setor", explicou Paddy Cosgrave.

Assim, "pela primeira vez temos editores e chefes de tantas publicações globais diferentes que irão falar e reunir-se uns com os outros" e "iremos dar continuidade a este evento em 2021, em Lisboa", salientou.

Questionado se o tema dos media vai ser uma tendência, Paddy Cosgrave considerou que sim.

"O mundo dos media teve uma década incrivelmente desafiante. Cada vez mais há antigas plataformas de media que estão a começar a prosperar novamente", disse o presidente executivo da cimeira tecnológica.

"E não é apenas o The New York Times. Estão a encontrar novas formas" de serem pagos pelo "verdadeiro jornalismo", prosseguiu.

Além disso, "também acho que muito público está a regressar aos media tracionais, porque estamos num momento em que há muita desinformação", referiu.

"E a pandemia tem sido uma oportunidade para os media tradicionais reforçarem o importante papel que desempenham", rematou.

Temas como "Pode a liberdade de imprensa sobreviver", "A pirâmide de notícias invertida ainda funciona", "Tornar global: os desafios das notícias internacionais" ou o "Combate das 'fake news' em 2020" são alguns dos temas em análise no evento.

A cimeira tecnológica decorre entre 02 e 04 de dezembro.

A marca é holandesa, vende acessórios de gama alta para mulheres e está à procura de fornecedores e fabricantes de “couro/pele” vegetal.

Em 2019, uma designer holandesa criou uma marca de produtos para mulher, como por exemplo, cintos, malas, pastas para laptops ou carteiras, entre outros, que tem como característica diferenciadora o facto de recorrer apenas a materiais de vegan e de origem vegetal.

Agora, a start-up detentora desta marca holandesa tem como objetivo estabelecer um acordo de fabrico ou de fornecimento com empresas que trabalhem na área do couro/pele vegetal. A start-up oferece às suas clientes uma coleção de produtos exclusivos em pele vegan, usando apenas como matéria prima “pele” feita de folhas de figueira, de videira, de catos ou cascas de laranja.

De forma a reforçar a sua estratégia empresarial, a start-up quer aumentar a sua oferta de produtos recorrendo a nova matérias-primas vegan. Os potenciais fornecedores do material vegan são obrigados a comprovar a transparência do processo desde o crescimento, até à transformação dos produtos.

A preferência da marca holandesa vai para fabricantes ou fornecedores de pele vegan baseada em plantas, e preferencialmente feita de resíduos de plantas. Os materiais têm de ser adequados para produtos de moda. Inicialmente, a procura centra-se em quantidades suficientes para fazer uma série de 50 malas.

Resumo:
Responsável: Start-up holandesa
Área: Acessórios femininos
Produto: Pele/couro vegan
Mercado: Internacional
Necessidade: Acordo de fabrico/fornecimento
Contacto: Enterprise Europe Network

 

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