O Avila Spaces reforçou a sua parceria com o coworking açoriano unOffice, disponibilizando gratuitamente aos clientes dos dois espaços uma oferta integrada de serviços de trabalho remoto e de lazer em Ponta Delgada e em Lisboa.

A partir de agora, os clientes do Avila Spaces e do unOffice passam a ter acesso a uma oferta integrada de serviços de trabalho remoto e de lazer em Ponta Delgada e em Lisboa, de forma gratuita. O objetivo é que não haja mais custos para quem já tem uma subscrição nos dois espaços de coworking.

“Num contexto de profundas alterações no mercado de trabalho e do modelo de negócio de coworking, este protocolo vai permitir, entre outros aspetos, ampliar a oferta de serviços para os trabalhadores remotos, tendo os Açores como um dos destinos de exceção para atividades de lazer”, explica Carlos Gonçalves, CEO do Avila Spaces.

Também Mónica Kaselyte, CEO do unOffice, refere que “este é o momento de afirmação dos Açores como um destino de excelência para os trabalhadores remotos. O unOffice está muito empenhado em reforçar a sua oferta de serviços para este público-alvo, em parceria com o Avila Spaces, em Lisboa, numa altura decisiva de reorganização do nosso modelo de negócio de coworking”.

A escolha dos Açores e de Ponta Delgada para lançar este novo conceito do Avila Spaces está relacionada com a qualidade da oferta de alojamento que faz parte da integração de serviços que é proposta ao trabalhador remoto e a inexistência de massificação dos centros urbanos, o que, neste período de pandemia, se reflete num baixo risco de infeção, uma vez que a situação está controlada nos Açores, explica o Avila Spaces em comunicado.

“Não podemos ignorar o facto de que a pandemia de Covid-19 veio acelerar o trabalho remoto e os espaços de coworking têm de unir esforços para responder às necessidades dos profissionais que trabalham à distância. Mais que nunca, estes remote workers querem estar integrados numa comunidade. onde podem não só fazer networking, trocar experiências, usufruir de espaços confortáveis e tecnologicamente evoluídos, mas também ter acesso a um conjunto de atividades de lazer na região em que estão a trabalhar – é a realização plena do nosso slogan Work.Relax.Enjoy, aliado ao mote Work Safe que adotámos em 2020”, conclui Carlos Gonçalves.

O Avila Spaces reforçou a sua parceria com o coworking açoriano unOffice, disponibilizando gratuitamente aos clientes dos dois espaços uma oferta integrada de serviços de trabalho remoto e de lazer em Ponta Delgada e em Lisboa.

A partir de agora, os clientes do Avila Spaces e do unOffice passam a ter acesso a uma oferta integrada de serviços de trabalho remoto e de lazer em Ponta Delgada e em Lisboa, de forma gratuita. O objetivo é que não haja mais custos para quem já tem uma subscrição nos dois espaços de coworking.

“Num contexto de profundas alterações no mercado de trabalho e do modelo de negócio de coworking, este protocolo vai permitir, entre outros aspetos, ampliar a oferta de serviços para os trabalhadores remotos, tendo os Açores como um dos destinos de exceção para atividades de lazer”, explica Carlos Gonçalves, CEO do Avila Spaces.

Também Mónica Kaselyte, CEO do unOffice, refere que “este é o momento de afirmação dos Açores como um destino de excelência para os trabalhadores remotos. O unOffice está muito empenhado em reforçar a sua oferta de serviços para este público-alvo, em parceria com o Avila Spaces, em Lisboa, numa altura decisiva de reorganização do nosso modelo de negócio de coworking”.

A escolha dos Açores e de Ponta Delgada para lançar este novo conceito do Avila Spaces está relacionada com a qualidade da oferta de alojamento que faz parte da integração de serviços que é proposta ao trabalhador remoto e a inexistência de massificação dos centros urbanos, o que, neste período de pandemia, se reflete num baixo risco de infeção, uma vez que a situação está controlada nos Açores, explica o Avila Spaces em comunicado.

“Não podemos ignorar o facto de que a pandemia de Covid-19 veio acelerar o trabalho remoto e os espaços de coworking têm de unir esforços para responder às necessidades dos profissionais que trabalham à distância. Mais que nunca, estes remote workers querem estar integrados numa comunidade. onde podem não só fazer networking, trocar experiências, usufruir de espaços confortáveis e tecnologicamente evoluídos, mas também ter acesso a um conjunto de atividades de lazer na região em que estão a trabalhar – é a realização plena do nosso slogan Work.Relax.Enjoy, aliado ao mote Work Safe que adotámos em 2020”, conclui Carlos Gonçalves.

A Lingokids, app de aprendizagem de inglês para crianças, tem atualmente abertas 21 vagas para engenheiros, cientistas de dados, programadores e outros perfis profissionais seniores. Portugal está no radar de talentos a recrutar pela start-up espanhola.

A Lingokids anunciou que tem atualmente abertas 21 vagas para engenheiros, cientistas de dados, programadores e outros perfis profissionais seniores.

Segundo comunicado enviado pela start-up, a Longokids revela que quer recrutar talento português para a sua equipa, podendo estes colaboradores manter-se em regime remoto e a trabalhar a partir de Portugal. Atualmente a equipa da Lingokids é formada por cerca de uma centena de pessoas, de quase vinte nacionalidades, e a média de idades situa-se entre os 33 e os 34 anos.

“A diversidade, em toda a amplitude da palavra, é o melhor estímulo para a inovação. É por isto que na Lingokids procuramos talento sem olhar a género, idade, proveniência ou trajetória, e esforçamo-nos para que cada pessoa possa dar asas ao seu engenho e criatividade. Adicionalmente, para atrairmos os melhores, oferecemos um salário e benefícios sociais apelativos, como seguro médico com modalidade de pagamentos flexíveis, aulas de idiomas gratuitas e formação paga, entre outras vantagens”, explica Leticia Castro, chefe do Departamento People & Culture da empresa, no mesmo comunicado.

“Os candidatos, assim como qualquer um dos nossos colaboradores, podem viver em qualquer lugar de Espanha e até mesmo da Europa, devem no entanto demonstrar um alto nível de eficiência, liderança e autonomia para acrescentar valor à sua experiência, com uma visão aberta e transparente. Complementarmente espera-se também que partilhem dos nossos valores e, claro, reúnam todos os requisitos técnicos que o posto exige”, frisa Leticia Castro.

Esta empresa, especializada na produção de conteúdos em inglês para crianças de idade precoce, triplicou o seu crescimento internacional em 2020 e conta com mais de 25 milhões de famílias a utilizar a sua app em todo o mundo. A Lingokids prevê contratar até 30 novos profissionais até ao final deste ano de 2021.

Atualmente, os postos de trabalho disponíveis direcionam-se sobretudo a perfis de engenheiros sénior: desde uma vaga para Tech Lead até vagas para peritos em desenvolvimento Full Stack, Backend (RoR), tecnologia móvel React Native ou dados. Nesta área dos dados procuram também um cientista de dados e um responsável pela ciência de dados e análise. Adicionalmente, existem várias vagas nas áreas de marketing, conteúdos e recursos humanos.

“Ser parte da equipa da Lingokids tem sido uma experiência incrível. O que torna a Lingokids um lugar fantástico para trabalhar é a equipa e a cultura da empresa. Temos grandes desafios pela frente, e por isso estamos a investir no crescimento da equipa durante o ano de 2021. Nesta fase de crescimento procuramos pessoas que tenham experiência em construir um produtos para milhões de usuários, que se sintam confortáveis em ambientes fast-paced, que sejam autónomos e que tenham também bastante ambição. Somos uma equipa pequena mas em crescimento acelerado e com a ambição de criar uma marca é um produto memoráveis, e precisamos de pessoas com talento para conseguir isto”, explica Tiago Pregueiro, português e VP do Produto da companhia.

Criada em 2016, a Lingokids é hoje considerada uma das startu-ps de referência em Espanha. No ano passado foi selecionada pelo Linkedin para o seu Top10 de start-ups mais promissoras.

A multinacional Amazon lançou recentemente um concurso para apoiar start-ups emergentes na Europa. Em causa está o prémio “Startup of The Year” no valor de 100 mil euros.

Amazon LauncPad Innovation Awards é o nome do concurso promovido pela Amazon que oferece financiamento e apoio necessários às melhores e maiores brilhantes start-ups da Europa. O período de inscrições começou no início deste mês e estende-se até ao dia 28 de março, permitindo a participação a todas as start-ups europeias desde que cumpram os requisitos impostos pela multinacional. As regras da competição incluem a obrigatoriedade de venda de produtos físicos aos consumidores, a presença no mercado europeu de, pelo menos, 10 anos e uma faturação inferior a 10 milhões de euros. O número de trabalhadores não pode exceder os 50.

Podem participar até um total de 15 empresas, entre as quais serão selecionadas as cinco mais inovadoras. A Amazon disponibilizará uma bolsa de 10 mil euros e acesso gratuito ao Amazon Launchpad durante o período de um ano. A empresa que conquistar o título de Startup of the Year, receberá um prémio 100 mil euros.

Os candidatos ao LaunchPad receberão, adicionalmente, serviços de apoio ao produto e acesso às ofertas promovidas na plataforma da Amazon, bem como conselhos sobre como otimizar campanhas de vendas e marketing.

Qualquer start-up, desde que cumpra todos os requisitos impostos e traga inovação com um dos seus produtos, desde criadores de eletrodomésticos inteligentes até a criadores de tecnologias desportivas, design e moda, produtos de consumo, entre muitos outros, poderá qualificar-se.

O júri será constituído por individualidades internacionais, desde jornalistas de tecnologias a fundadores e executivos da Amazon e da Amazon LaunchPad Europe, e terá em conta na avaliação aspetos que vão desde a estética, design, exclusividade dos produtos e diferenciação dos mesmos. Além disso, também serão consideradas as vertentes de sustentabilidade social, ecológica e económica.

De acordo com uma entrevista de Xavier Flamand, diretor de serviços para vendedores na Europa, ao El País, o Amazon LaunchPad já apoiou mais de 2 mil start-ups europeias. “Estes prémios demonstram o nosso compromisso em apoiar marcas emergentes porque adoramos surpreender os nossos clientes com produtos novos e inovadores”, frisou.

A política seguida pela Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, no que diz respeito à Startup de Angra, tem sido a de colocar em prática uma rotação com o Terinov, Parque de Ciência e Tecnologia de Angra do Heroísmo, na Terra Chã.

Neste momento o Terinov está praticamente cheio e a Startup de Angra, após abertura de um concurso para acolhimento de novos projectos e empresas está, igualmente, a atingir o seu limite de capacidade.

Estes dois factores conjugados farão com que a Câmara, que tutela a Startup de Angra, tenha de procurar novas soluções. 

Álamo Meneses diz que esse é um "excelente" problema que terá de ser resolvido à dimensão da ilha e não só do concelho.

O autarca diz que há novos espaços em estudo e que nenhum projecto deixará de poder ser incubado por falta de espaço.  

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