
A sétima edição da Web Summit arranca hoje em Lisboa e prolonga-se até sexta-feira, contando este ano com mais de 70.000 participantes, 2.630 'startups' e empresas, 1.120 investidores e 1.040 oradores.
O presidente executivo da Web Summit, Paddy Cosgrave, disse recentemente à Lusa que este ano há “muitas coisas", desde "a escala", passando pela "venda [dos bilhetes que ficaram esgotados mais cedo do que nunca], há três semanas".
Na edição deste ano a questão da cibersegurança vai estar em debate, já que continua a ser "um grande problema".
Não apenas do ponto de vista de segurança individual, das palavras-chave de cada indivíduo e dos portáteis e dispositivos, "mas também a cibersegurança" a nível do país.
Em termos de 'startup' portuguesas presentes no evento, "temos o maior número de sempre" e a participação do Brasil cresceu muito, afirmou Paddy Cosgrave.
Relativamente às expectativas para esta edição, Cosgrave disse que vai ser "de longe a mais movimentada de todos os tempos", salientando que o espaço de expositores cresceu "60%", tal como aumentou "drasticamente" o espaço ao ar livre.
Recordou que outros eventos no mundo acabaram, na sequência da pandemia, mas que a Web Summit está de volta mais ocupada do que nunca.
A Web Summit é uma conferência anual de tecnologia, realizada em Lisboa desde 2016 e é considerada um dos maiores e mais importantes eventos de tecnologia do mundo.

A MI.BO., fruto do investimento de dois empreendedores indianos, foi a primeira empresa a ser criada na Startup Santarém, com a missão de usar a ciência e a inteligência artificial ao serviço da saúde. Depois de Portugal, prepara-se para entrar no mercado europeu.
Nome da start-up: MI.BO.
Fundadores: Aseem Gupta e Armaan Gupta.
Atividade: 30 segundos para avaliar o estado da sua mente e corpo. 30 minutos para assumir o controlo da qualidade e longevidade da sua vida. 365 dias de exercício físico específico para atingir os seus objetivos. É este o desafio da MI.BO.
Com sede na Startup Santarém, incubadora de empresas gerida pela NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, a MI.BO. assume-se como uma plataforma digital de bem-estar que utiliza a ciência, a tecnologia e a inteligência artificial para desenvolver produtos ligados à saúde, que melhorem a condição física, aumentem a imunidade, reduzam os riscos de saúde e contribuam para a longevidade.
Segundo a NERSANT, “a MI.BO. é um sistema de saúde preventivo holístico que primeiro diagnostica o estado de saúde de um indivíduo e, em seguida, fornece soluções personalizadas que visam reverter e prevenir o aparecimento de doenças crónicas decorrentes do estilo de vida, como obesidade, diabetes e doenças cardíacas, e que tiram 21 milhões de vidas prematuramente todos os anos. Trata-se, portanto, de uma plataforma de saúde digital que permite, de forma personalizada, que as pessoas vivam mais, de forma mais saudável, acessível e sustentável”.
Plano de negócios: A empresa, fruto do investimento de dois empreendedores indianos – Aseem Gupta, que possui uma licenciatura em biociências e uma certificação em Ciências da Nutrição pela Escola de Medicina, da Universidade de Stanford, e Armaan Gupta, especialista na construção da presença online da MI.BO., (pai e filho) – foi a primeira empresa a ser criada na Startup Santarém, no âmbito do Startup Visa, programa de acolhimento de empreendedores estrangeiros que pretendam desenvolver um projeto de empreendedorismo e/ou inovação em Portugal.
“A busca de Aseem, para assumir o bem-estar e a aptidão biónica, tem sido árdua e cheia de experiências trágicas e surpreendentes. Recuperou-se de uma fratura traumática da articulação do ombro sem qualquer substituição protética ou cirurgia, contando simplesmente com a capacidade do corpo para se autorregenerar”, pode ler-se no site da start-up.
Numa primeira fase do projeto, os empreendedores contam investir 500 mil euros. Nos seus planos está também a aposta na internacionalização, com a entrada no mercado europeu, adianta a NERSANT.
Porque merece destaque: A empresa desenvolveu recentemente uma solução que utiliza sensores e outros recursos analíticos para recolher dados de saúde combinados com a utilização de inteligência artificial. O objetivo é “prever 95% dos principais riscos de saúde e fornecer aos utilizadores uma solução personalizada de cuidados preventivos”.

O período de candidaturas para a 21ª edição dos eAwards Portugal já está a decorrer! Tens até ao próximo dia 1 de maio❗🔜
Até 70.000 euros, e um programa de aceleração para o projeto tecnológico mais inovador de Portugal 👏
A NTT DATA Portugal lança a 21ª edição dos prémios de empreendedorismo eAwards Portugal. Procuram-se projetos de origem portuguesa baseados em inovação tecnológica, que proponham soluções nas seguintes áreas:
✔ Digitalização.
✔ Ambiente.
✔ Saúde.
Nesta edição, participam 15 países da Europa e América Latina. A melhor iniciativa terá a oportunidade de representar o seu país na final dos Global eAwards e habilita-se a um prémio de 60.000€ e um programa de aceleração intensivo.
Os interessados poderão encontrar todas as informações em www.eawardsportugal.pt. Relembramos: o prazo de receção de candidaturas termina no dia 1 de Maio.
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A ActInSpace é uma competição internacional de inovação dedicada a aplicações espaciais que vai decorrer nos dias 18 e 19 de novembro, em Coimbra.
O Instituto Pedro Nunes (IPN) está a promover a 5.ª edição da ActInSpace, uma iniciativa que vai decorrer, simultaneamente, em várias cidades e países de todo o mundo, em novembro, nos dias 18 e 19. Até agora está confirmada a participação de 78 cidades, em 37 países.
Esta competição de inovação focada em aplicações espaciais foi iniciada pela Agência Espacial Francesa (CNES) – apoiada pela Agência Espacial Europeia (ESA) e pela rede de Centros de Incubação ESA – e tem como target estudantes e empreendedores de todas as áreas de atividade.
As equipas participantes terão 24 horas para desenvolver soluções inovadoras com tecnologias espaciais que respondam aos desafios lançados pelos organizadores e parceiros do evento. Contarão com o apoio de mentores, profissionais nas áreas de gestão de negócios, criação de empresas e inovação tecnológica e peritos técnicos.
Em Portugal cabe ao Instituto Pedro Nunes (IPN) coordenar a ActInSpace. Recorde-se que o IPN foi a primeira incubadora nacional na área das tecnologias e o primeiro Centro Europeu da ESA Space Solutions. Em 2014, tornou-se o primeiro Space Solutions Centre da Agência Espacial Europeia, entre os 22 centros existentes na Europa, a congregar os três programas de transferência de tecnologia promovidos pela ESA: o ESA Business Incubation Centre, o ESA Technology Broker e o ESA Business Application Ambassador Platform.




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