
Tomás Lamas é um dos médicos dos cuidados intensivos que está a lidar com os doentes ligados aos ventiladores.
Garante que é urgente tomar medidas mais duras para evitar uma catástrofe
“Onosso País está a entrar em sépsis (septicemia, a expressão mais comum usada) e Itália já está em falência multiorgânica.
Para conseguirmos parar a evolução da sépsis para falência multiorgânica temos de aplicar medidas muito duras para impedir que o vírus ande de célula em célula, infetando os diversos órgãos”.
Num texto escrito na sua página do facebook , o médico Tomás Lamas, internista e especialista em cuidados intensivos do Hospital Egaz Moniz, em Lisboa, admite que está “muito preocupado” e defende que “quanto mais cedo fecharmos o país, menor será o prejuízo da saúde, da finança, da economia, das nossas famílias”.



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