De uma forma geral, todas as crianças já resgatadas se encontram bem, apesar de algumas terem chegado ao exterior com temperaturas corporais muito baixas. As próximas horas vão ser determinantes para um relato clínico mais apurado.

As primeiras quatro crianças resgatadas já viram a família, ainda que através de um vidro. O isolamento prende-se com motivos de segurança: todas as crianças precisam de ser submetidas a análises e exames, de modo a despistar quaisquer doenças contagiosas que possam ter contraído no interior da gruta.

Os últimos quatro rapazes a serem retirados da caverna já foram encaminhados para o hospital, onde também se encontram os respetivos pais. Mas o encontro é condicionado: é expetável que dentro de uma semana os pais possam fazer uma visita considerada normal, já que as crianças permanecem em observação. Apesar dos relatos iniciais, de que se encontram bem, terão de esperar entre 24 e 48 horas para que seja feita uma nova avaliação do seu estado físico e mental. Já se alimentaram, embora a comida condimentada esteja proibida.

Um dos pedidos frequentes das oito crianças já resgatadas é chocolate, relata a CNN. No entanto, tal como já referenciado neste liveblog, os rapazes estão sob observação médica e, por enquanto, apenas podem ingerir comida de fácil digestão.

O The Guardian, por sua vez, cita um oficial do departamento de saúde tailandês para escrever que as crianças já resgatadas não podem abraçar ou tocar noutras pessoas até que as análises ao sangue comprovem a inexistência de infeções — recorde-se que dois dos rapazes apresentam sinais de pneumonia e que quase todas as crianças correm o risco de ter infeções.

Segundo o diretor da escola Mae Sai Prasitsart, citado pela CNN, os 12 rapazes estarão escusados dos exames da próxima semana.

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