Apoio à Inovação Produtiva

Os projetos de Inovação Produtiva pretendem apoiar o Aumento do investimento empresarial em atividades inovadoras (produto ou processo) e o reforço da capacitação empresarial das PME para o desenvolvimento de bens e serviços.

São elegíveis as seguintes tipologias de projeto:

• A criação de um novo estabelecimento;
• O aumento da capacidade de um estabelecimento já existente;
• A alteração fundamental do processo global de produção de um estabelecimento existente;
• A diversificação da produção de um estabelecimento para produtos não produzidos;
• Atividades de inovação produtiva a favor de uma nova atividade.

São considerados projetos de inovação que visem um dos seguintes objetivos :

• Inovação de Produto;
• Inovação de Processo;
• Inovação de Marketing;
• Inovação Organizacional.

Taxas de Financiamento

Os incentivos a conceder no âmbito deste apoio são calculados através da aplicação às despesas consideradas elegíveis de uma taxa base de 45% (micro e pequenas empresas), 35% (médias empresas), 15% (grandes empresas), a qual pode ser acrescida de majorações, podendo a taxa global ser de 75%.

Os apoios são concedidos com as seguintes condições:

• 50% do incentivo atribuído através de incentivo não reembolsável;
• 50% do incentivo atribuído através de um empréstimo bancário sem juros.

Prazo para apresentação de candidaturas


Pré-candidaturas Abertas em todo o Portugal Continental.
Abertura do Pedido de Auxilio com o AVISO N.º 02/SI/2021.

O pedido de auxílio serve para as situações de projetos de investimento de que têm urgência em serem iniciados para aproveitarem oportunidades de mercado. Estará aberto até à publicação do Aviso oficial de concurso para apresentação de candidaturas.

Principais investimentos elegíveis

Máquinas e equipamentos;
Transferência de tecnologia através da aquisição de direitos de patentes;
Construção de edifícios, obras de remodelação e outras construções (Apenas para Indústria e Turismo);
Software standard ou customizado;
Equipamentos informáticos e software;
Serviços de engenharia relacionados com a implementação do projeto;
Licenças e conhecimentos técnicos não protegidos por patente;
Diagnósticos, auditorias, planos de marketing, projetos de arquitetura e de engenharia.

Não perca esta última oportunidade de fazer o seu projecto com financiamento do Portugal2020.

Agende uma consulta sem compromisso.

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+351 266 079 277

A Efacec lançou a Hop.in para incentivar a cocriação nacional e internacional de soluções nas áreas de energia, mobilidade e ambiente. As inscrições estão abertas a empreendedores, start-ups, investigadores e PME.

A Efacec lançou esta semana a Hop.in, a plataforma de inovação aberta (open innovation) dirigida a empreendedores, start-ups, investigadores, PME e a todos aqueles que têm como objetivo a cocriação de soluções nas áreas de energia, mobilidade e meio ambiente.

As inscrições estão abertas até ao dia 30 de abril e os candidatos podem submeter as suas ideias para resolver os desafios propostos pela Efacec em quatro categorias : LEGO WAREHOUSE – Setting up a Configurable Warehouse; Smart Analytics Toolkit; All-in-One Vehicle Location System e SPADA – Space Data Analytics, nas áreas de logística, automação, transporte e espaço, respetivamente.

As propostas serão avaliadas por uma equipa multidisciplinar da Efacec e as escolhidas terão acesso a uma parceria a longo prazo, validação da solução, oportunidade de negócio sustentável e à experimentação, exposição e expansão junto da Efacec.

A Hop.in foi apresentada esta semana ao mercado nacional e internacional num evento digital que contou com um painel de especialistas nas áreas de inovação, tecnologia e sustentabilidade. Ângelo Ramalho, CEO da Efacec, destacou que “a Hop.in encoraja a sociedade civil, a pensar, a construir e a implementar o futuro da tecnologia e da inovação. Porque acreditamos que individualmente, podemos sonhar com um amanhã melhor, mas juntos temos o poder de o construir! E sem limites. E é disso que trata o propósito da Efacec: conceber um futuro mais inteligente para uma vida melhor para nós e para as gerações vindouras”.

Sandra Pombo, diretora de Marca e Comunicação e Corporate Affairs Officer da Efacec, destacou a importância do propósito na liderança e gestão das organizações, nomeadamente em termos de impacto e para o alcance dos objetivos.

Já Nuno Silva, CTO da Efacec, abordou a inovação e as soluções e sistemas de ponta que integram o quotidiano de milhões de pessoas em todo o mundo, e que respondem aos principais desafios da sociedade atual, nomeadamente a economia azul, a descarbonização e a digitalização, pilares estratégicos para o desenvolvimento de sociedades sustentáveis.

Reconhecido como um dos grandes eventos de investimento e empreendedorismo privado da Europa, o congresso anual da EBAN volta em força em junho, numa versão online e com workshops, palestras, sessões de pitching e muito mais.

A nova edição do Congresso EBAN já tem data marcada. Realiza-se entre os dias 16 e 18 de junho, em formato online e prevê reunir mais de 400 líderes empresariais, desde investidores em fases iniciais, a aceleradores, corporações, entre outros. Um local de encontro virtual que permitirá às start-ups participantes estabelecer novas conexões, aprender com os especialistas e, ainda, discutir com reconhecidos Business Angels da Europa e do mundo.

Este ano o evento da Associação Europeia de Business Angels (EBAN) é uma coorganização com o European Investment Project Portal e vai centrar-se na forma como os business angels podem apoiar a União Europeia (UE) na aceleração do ciclo de inovação e na superação dos muitos desafios que a sociedade enfrenta após a crise de Covid-19.

A agenda do programa para os três dias de congresso ainda não é conhecida, mas apesar disso já está confirmada a presença do presidente do Banco Europeu de Investimento, Werner Hoyer.

As inscrições para as start-ups estão a decorrer até dia 16 de maio. Para serem elegíveis, não podem ter mais de cinco anos de atividade, devem estar sediadas num país europeu e terem uma captação ativa de fundos para investimento de capital entre os 50 mil a 5 milhões de euros.

Às start-ups selecionadas para a shortlist serão oferecidos 5 bilhetes por equipa para o evento, bem como o acesso a workshops, sessões e oportunidades de networking, além de terem a oportunidade de serem apresentadas na exposição virtual com um pitch em vídeo.

 

Depois do contacto da Direção-Geral da Saúde (DGS), em abril de 2020, que procurava fabricantes nacionais de produtos capazes de ajudar a combater o vírus SARS-CoV-2, a Injex, empresa de desenvolvimento de componentes técnicos para a indústria automóvel, decidiu dedicar atenção ao problema. O resultado são os óculos LookSafety que foram desenvolvidos para serem utilizados pelos profissionais do setor da saúde e de outras atividades em que haja contacto com público.

Um ano depois, a empresa está pronta para começar a exportar este produto, 100% nacional, que recebeu recentemente o certificado europeu. A comercialização e distribuição da marca Looksafety está a cargo da 4Valve, parceira desde o início do projeto.

Para desenvolver estes óculos, a empresa investiu 90 mil euros. Contou com uma comparticipação de 41.600 euros de fundos europeus, que corresponde a 80% do investimento elegível (52 mil euros), de acordo com o Norte 2020.

As atividades a que já se dedicava, como fabrico de componentes técnicos em plástico, destinados à incorporação em máquinas ou até símbolos das marcas automóveis, mantêm-se. Mas, entretanto, foi criada uma unidade, a Injex Innovation que agora desenvolve novos produtos “numa base semanal”.

À procura de um terreno industrial de 7 mil metros quadrados
A empresa está, neste momento, a ampliar o espaço de fábrica que tem, mas que não chega.  “À vista do que já temos é apenas um paliativo. Andamos à procura de uma localização completamente nova”, contou José Duarte Pinheiro de Lacerda, fundador e CEO da Injex, ao ECO.

Impossibilitados de crescer no espaço que ocupam presentemente, a procura de um novo local para a fábrica não se cinge a Famalicão – abrange os concelhos limítrofes num raio de 20 a 25 quilómetros. Não pode ser mais longe, porque Pinheiro de Lacerda faz questão de manter a mesma equipa que o fez chegar até aqui.

O espaço deverá ter cerca de sete mil metros quadrados de terreno industrial e deverá estar situado perto de um eixo rodoviário.

Resumo:
Responsável: Injex
Área: Fabrico de componentes técnicos em plástico
Produto: Óculos de proteção
Mercado:  Português
Necessidade: Espaço de terreno industrial e perto de um eixo rodoviário.
Contacto: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

João Pedro Gomes é um jovem empreendedor que aposta numa empresa de Marketing Digital e conta com o apoio da Startup de Angra onde se encontra a "incubar"

Em "discurso directo e na primeira pessoa" João Pedro Gomes fala-nos do seu projeto de negócio, das perspectivas de desenvolvimento do mesmo e de como tem sido a experiência na Incubadora de Angra do Heroísmo.

 

Função do Projeto

Ajudar e exponenciar a digitalização do tecido micro, pequeno e médio empresarial dos Açores. Ainda com foco, em marcas pessoais na Região.

Descrição do Projeto

Olá, o meu nome é João Pedro Gomes! Presto serviços, consultoria e formação com total foco no marketing pelos canais digitais, colaborando e dando fortes insights a micro, pequenas e grandes empresas em Portugal, com maior incidência no arquipélago dos Açores. Através das metodologias mais avançadas de marketing digital, colaboro com marcas-empresa ou marcas-pessoais, alavancando vendas, tráfego para website e/ou loja física, leads (contactos) e notoriedade/autoridade.

Públicos-alvo

Pequenos empreendedores – atualmente a lançar um negócio, uma ideia, uma organização ou um evento.

Empresários - que querem expandir o seu negócio no mundo digital, chegando a mais pessoas, a mais potenciais clientes e consequentemente a mais vendas.

Qualquer pessoa - com um negócio físico ou digital com um grave impasse a solucionar no (marketing) digital.

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Perspetivas de evolução e crescimento

2020 foi revelador de um crescimento e evolução alucinantes para o projeto. Fruto da pandemia, que veio abrir novos mindsets para o digital, as solicitações foram realmente muitas. Superando todas as perspetivas iniciais (repare-se que o projeto se inicia somente a novembro de 2019).

Porque escolhi a Startup Angra para o arranque e implementação da ideia

Oferece-me todas as mais-valias necessárias: proximidade geográfica ao local de residências (a sua localização central, oferece isso mesmo); condições de espaço e equipamento altamente indicadas ao meu projeto (sala de reuniões privada; local de trabalho munido com internet, impressora, cacifo; entrada no espaço a qualquer hora do dia).

Principais vantagens oferecidas pela incubadora

• Rede de parceiros e mentores alargada;

• Condições físicas e de espaço de excelência;
• Rede de outros incubados (“família”) que acabam por complementar-me, quando ocorrem entraves/dúvidas no meu percurso. O networking é uma constante.

A ideia, projeto ou empresa desenvolve-se com: Capitais Próprios, Financiamento bancário, recurso a apoios comunitários ou outros

Atualmente, e sendo eu trabalhador independente (ou como é dito na gíria, freelancer), apenas capitais próprios.

A ideia, projeto, ou empresa, tem vindo a crescer e a evoluir dentro do que era esperado

Pelo contrário. 2020, tal como o início de 2021, revelaram um crescimento acelerado a superior às expetativas iniciais.

Quanto tempo espero manter-me na incubadora?

Tudo indica, durante os dois próximos anos. A não ser que o projeto cresça de tal forma, com a necessidade de crescer em número de elementos, com a consequente necessidade de condensar tudo em espaço físico maior.

Como classificaria o conjunto de apoios prestados pela Startup Angra ao vosso negócio.

São incansáveis. Sempre prontos para ajudar, e facultar todas as possibilidades para resolver qualquer impasse.
A melhor das pontes, para entidades maiores, como Câmara Municipal ou Governo Regional.

Continua confiante no sucesso da ideia do projeto?

Sem dúvida alguma. Em qualquer uma das 3 áreas de atuação: serviços, consultoria e formações. Qualquer uma das áreas tem sido largamente requisitada mensalmente... na Ilha, na região, e até nacionalmente.

Onde pensa chegar, em termos de evolução do negócio, daqui a 5 e daqui a 10 anos?

No espaço de 5 anos pretendo escalar para a denominação de ‘Empresa’. Aí, para além de manter a minha marca pessoal ‘João Pedro Gomes’, quero lançar uma marca empresarial (uma agência de marketing focada essencialmente no digital – com foco no mercado mais próximo, o regional).
Tudo isso que levará ao crescimento da equipa, inevitavelmente.

No espaço de 10 anos, quero estar com uma posição bem cimentada no foro regional. E crescer em termos nacionais (o que de alguma forma já está a acontecer, com 2 cliente fixos, em território continental).
Para além disso, enquadrar-me como a marca pessoal de referência no marketing digital de origem Açoriana.

A pandemia tem sido condicionadora da evolução?

Como dito acima, muito pelo contrário. O digital “explodiu”, e acredito que não mais será visto da mesma forma. As empresas e os projetos entenderam que existe nesse canal uma oportunidade única de ultrapassar barreiras físicas, e vender, independentemente se estamos em confinamento ou não.

Os apoios disponibilizados quer pela Autarquia, quer pelo Governo dos Açores, são suficientes em quantidade e qualidade?

Acredito que sejam suficientes, quer em quantidade quer em qualidade. Apenas penso que, em muitas das ocasiões, sejam mal comunicados. Eles existem, mas muitas das vezes não nos chegam aos ouvidos (pelos profissionais mais qualificados a falar sobre os mesmos). Não basta criar uns flyers, e coloca-los a cricular.

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