
Um parceiro de marketing digital para dinamizar o mercado online ou investidores para a marca são as prioridades da Balilas Girls, uma marca de roupa 100% nacional para meninas.
A Balilas Girl é uma marca nacional de roupa destinada a meninas e adolescentes, criada em abril de 2019, e com uma abordagem “descontraída, moderna e com gosto pelos detalhes originais e confortáveis”. Na origem do projeto está Ana Luísa Martins que, depois de uma carreira profissional que passou por cargos de direção na área das vendas e marketing na indústria alimentar e também na área do turismo, optou por ser empreendedora.
Mãe de três meninas, que são a imagem de marca de Balilas Girls – aliás, foi a alcunha da mais nova que deu nome à marca -, Ana Luísa apostou na confeção própria, através da qual procura marcar a diferença pela exclusividade dos designs, e no target feminino dos 2 aos 14 anos.
Tudo o que envolve a marca, desde criação e desenhos, passando pelo marketing e comunicação é feito pela sua fundadora. Já a confeção das peças de vestuário, que integram as coleções da marca, está a cargo de um grupo de costureiras coordenadas por si, explicou ao Link To leaders.
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Com uma proposta de valor focada na qualidade, elegância, originalidade e conforto, a Balilas Girls centra o seu modelo de negócio no site e através das redes sociais, a par da presença em pontos de venda selecionados, como mercados e bazares. Por exemplo, em junho de 2019 foi convidada a participar no desfile FIMI Fashion Kids Week, em Espanha.
Agora, dois anos depois do início de atividade, a Balilas Girls procura dinamizar a vertente das vendas online e, por isso, gostaria de encontrar um parceiro na área do marketing digital, assim como um potencial investidor para a marca.
Resumo:
Responsável: Ana Luísa Martins
Área: Vestuário
Produto: Roupa criança
Mercado: Português
Necessidade: Parceiro na área do marketing digital e/ou investidores
Contacto: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. // https://www.facebook.com/balilas.girls/

Daniela Guilherme é o rosto e a "motora" de mais um projeto que está a incubar na Startup de Angra do Heroísmo: Daniela Guilherme – Public Relations
Neste depoimento prestado o Investinangra a grande impulsionadora desta ideia de negócio explica-nos a sua essência, fases e objectivos.
Daniela Guilherme - Public Relations
Função do Projeto
Valorizar as Relações Públicas, impulsionar a comunicação e desenvolver alicerces na área do Marketing. O objetivo passa por dar a conhecer estas grandes áreas a PME’s que necessitam de um impulso.
Descrição do Projeto
O projeto começou em abril de 2020 com a ambição de ajudar quem quer encontrar um rumo, uma voz nas áreas de Relações Públicas, Marketing e Comunicação. Estas áreas complementam-se e, através de conteúdos digitais, é possível apoiar uma empresa açoriana ou uma empresa lisboeta. O projeto não tem uma barreira fronteiriça, tem sim o objetivo de ajudar quem necessita de mais apoio organizacional.
Públicos-alvo
Pequenos e médios empresários com vontade em melhorar os seus sectores.
Profissionais, das áreas relacionadas com o projeto, que queiram aprofundar o seu conhecimento educacional.
Pessoas a título independente que queiram crescer digitalmente ou localmente, através da comunicação social e/ou redes sociais.
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Perspetivas de evolução e crescimento
O mercado demonstra-se, cada vez mais, aberto a estas áreas, pelo que o seu crescimento tem sido muito positivo. Julgo que devemos crescer ao nosso ritmo, até porque é necessário que as empresas também compreendam a importância de terem incluídas estas áreas nas mesmas, a partir daí torna-se tudo mais simplificado para que eu, como profissional da área, possa atuar e dar apoio perante as dúvidas dos nossos empresários ou freelancers.
Porque escolheu a Startup Angra para o arranque e implementação da ideia
Escolher a StartUp Angra fez todo o sentido devido ao espírito jovem, espírito de equipa e desenvolvimento de brainstorming com profissionais das mesmas áreas ou de áreas semelhantes. A “Casa do teu Futuro” possibilitou sonhar cada vez mais para acreditar no meu projeto e empenhar-me o dobro ou o triplo. Quem vem para a StartUp só fica a ganhar.
Principais vantagens oferecidas pela incubadora
Existem várias vantagens em estar incubada na StartUp Angra, a que eu gosto de frisar mais é a constante formação e investimento nas nossas necessidades, como por exemplo, apoio jurídico, contabilístico e comercial.
Quanto tempo espero manter-me na incubadora?
Espero manter-me a máxima duração possível, pois acredito que o espírito que existe na incubadora de empresas proporciona um empenho e um compromisso maior para quem quer crescer com o seu projeto na sua região.
Como classificaria o conjunto de apoios prestados pela Startup Angra ao vosso negócio.
Gostava muito de conseguir projetar-me para um dia ter uma empresa, com apoio de vários colegas, profissionais das mesmas áreas, para que houvesse um crescimento a nível regional. Temos que criar uma boa base para depois migrar para outro patamar, até porque sem uma boa base não nos mantemos muito tempo no mercado e esse não é o meu objetivo.
Continua confiante no sucesso da ideia do projeto?
O meu projeto começou com a gestão de redes sociais com atuação profissional, com uma câmara fotográfica e um telemóvel. Foi um investimento com capitais próprios, pois a base do meu projeto é acreditar que, através do meu trabalho, consigo investir no projeto com os meus ganhos.
Onde pensa chegar, em termos de evolução do negócio, daqui a 5 e daqui a 10 anos?
O projeto tem vindo a crescer, sem dúvida! O facto de investir tempo útil, organizar o mesmo para que tenha um feedback positivo, tem sido essencial para o seu crescimento. Acredito que quando damos, mais tarde recebemos e esse receber advém do meu empenho e organização em querer tornar o projeto um ponto de entreajuda profissional, bem como, fornecimento de informação para quem quer e precisa de melhorar nas suas áreas.
Continuo muito confiante, principalmente porque é uma necessidade de mercado educar e reeducar quem tem negócios para o uso destas áreas. O facto das empresas impulsionarem o Marketing, as Relações Públicas e a própria Comunicação nas mesmas, dá-lhes acesso a mais oportunidades. Temos que ver estas áreas como um investimento e não como uma obrigação, pois é a mudança desse chip que fará toda a diferença para que uma empresa cresça em relação às demais.
A pandemia tem sido condicionadora da evolução?
A Pndemia tem condicionado a evolução do projeto?
Não. Julgo que a pandemia foi impulsionadora do reconhecimento destas áreas, principalmente em contexto regional. Na minha ótica enquanto profissional, existiu muita procura sobre os vários tipos de Marketing, sobre as funções de uma Relações Públicas ou como evoluir em termos de comunicação, quer escritos ou verbais. Posso dizer que foi a pandemia que impulsionou o meu sonho de ter um projeto a solo e hoje estou muito feliz por ter dado o “passo seguinte”
Os apoios disponibilizados quer pela Autarquia, quer pelo Governo dos Açores, são suficientes em quantidade e qualidade?
Classifico o apoio como muito proveitoso na organização do meu projeto, sendo que é uma mais-valia estar incubada na StartUp, não só o fomento em termos de crescimento profissional, mas também pessoal.
Tanto a Autarquia como o Governo dos Açores apoiam da forma como conseguem. Acredito que agora é tempo de reforçar o que foi atingido durante a pandemia e acreditar que rumamos para um presente e um futuro mais forte, com a noção de que é necessário investir na digitalização e educar os açorianos do potencial que a mesma tem.
O programa de inovação colaborativa promovido pela NOS e pela Amazon Web Services (AWS) recebeu mais de 50 candidaturas. Foram selecionadas 15 start-ups que apresentarão os seus projetos a investidores no dia 30 de junho.
Foram divulgadas ontem as 15 start-ups selecionadas para integrar o Acelerador 5G – Programa de Inovação Colaborativa promovido pela NOS e pela Amazon Web Services (AWS), com o apoio da Startup Lisboa.
Após uma pré-seleção de mais de 50 candidaturas, foram 30 os projetos que passaram para a fase de apresentação ao júri, composto por representantes da NOS, da AWS, da Armilar e da Startup Lisboa, que selecionou as 15 finalistas agora conhecidas. São start-ups com projetos em áreas tão diversas como saúde, indústria, ambiente, smart cities, entretenimento ou turismo, com soluções que recorrem a tecnologias como IOT, realidade virtual e realidade aumentada, ou seja, em comum recorram à tecnologia 5G para fazer crescer os seus negócios.
Regra geral, os 15 projetos selecionados estão numa fase de maturidade média-elevada e alguns já têm, inclusive, uma base sólida de clientes.
- AgroInsider: Serviços de precisão para a agricultura em larga escala;
- AR Geo: Solução que combina o uso da realidade aumentada e da geolocalização ao serviço do marketing digital;
- BBox Sports: ferramenta de engagement que desenvolve novas formas de conexão entre os fãs e as suas equipas desportivas;
- BestHeath4U: Adesivo inteligente integrado com software de previsão e rastreamento digital;
- BoxToLife: Plataforma na nuvem, através da qual é possível criar e gerir conteúdo interativo para perfis específicos de visitantes de museus, parques ou monumentos.
- Clever Volume: Solução simples, automática e escalável de obter informação sobre desperdício e gestão de resíduos em segundos.
- FootAR: Experiência de realidade aumentada para os adeptos de desporto, através de uma second screen app;
- Kit AR: Solução de realidade aumentada e machine learning para capacitar os operadores de chão de fábrica e otimizar os processos de produção;
- Live Electric Tours: Experiência de self-drive com viaturas 100% elétricas, equipadas com internet grátis, GPS Audio Guia e uma câmara live;
- Omniflow: Soluções sustentáveis para cidades inteligentes, como, por exemplo, o Smart IoT Lamppost, um poste de iluminação inteligente;
- Onalytics: Soluções para gestão de ativos industriais retornáveis em cadeias de distribuição complexas;
- PackIOT: Solução IoT simples e definitiva para o aumento da eficiência no ambiente da indústria;
- UShowMe: Plataforma de Live Stream e Video-On-Demand interativa para a indústria das artes e cultura;
- SurgeonMate: Aplicação desenvolvida para profissionais de saúde que permite criar e armazenar conteúdo multimédia e dados clínicos num serviço de nuvem seguro;
- Virtuleap: Solução que combina neurociência e computação especial.
Depois de terem passado por um bootcamp, que teve como finalidade perceber as potencialidades da nova tecnologia e as aplicações que o 5G pode ter, bem como alinhar os objetivos e trajetórias do desenvolvimento das ideias e negócios com as metas do programa, a partir de 21 de maio estas start-ups vão passar pela fase de mentoria. Aqui, serão acompanhadas por especialistas da NOS, da AWS e parceiros no desenvolvimento dos projetos. Esta fase também contempla webinars, sessões de networking e de open innovation e talks de especialistas na tecnologia 5G, empreendedorismo e capital de risco.
O programa termina a 30 de junho. As finalistas apresentarão as suas soluções a potenciais parceiros e investidores, entre os quais a Armilar Venture Partners, entidade gestora do Fundo NOS 5G de 10 milhões de euros.

Uma plataforma que promete inovação, rapidez e eficiência em logística, assim se apresenta a Ik Tech Solutions. O novo projeto quer captar parceiros logísticos e de transportes.
“A nossa missão é solucionar qualquer necessidade logística e de transporte”, explicou Tiago Fonseca, da Ik Tech Solutions, um projeto direcionado para o setor da logística e do transporte e que tem como público-alvo todos aqueles que precisam de um serviço de distribuição, seja do segmento B2B ou B2C.
“A Ik surgiu em plena pandemia, após detetarmos a necessidade no mercado de intensificar e criar uma alternativa de vendas, principalmente através de meios online. Por esse mesmo motivo chegamos à conclusão de que se criou outro problema campeão de reclamações, a distribuição e a logística. Percebemos que não basta criar um marketplace ou loja online, é preciso assegurar de forma rápida e eficaz a entrega e o escoamento desses produtos vendidos, não só na distribuição de pequenos volumes, mas também dos grandes volumes”, esclareceu Tiago Fonseca.
Desta forma, a missão da Ik Tech Solutions passa por ajudar a resolver questões relacionadas com transporte e logística, mas inicialmente vão trabalhar com uma plataforma que fará toda essa integração através de inteligência artificial e o transporte através dos parceiros que se registarem na plataforma. O projeto está prestes a iniciar a fase de testes nas regiões do Porto, Lisboa e Braga e conta neste momento com uma equipa de 10 pessoas, que se dividem pela área comercial, marketing, finanças, formação e administração.
Prestar o melhor serviço possível, em todas as frentes, e conseguir captar parceiros logísticos e de transportes para a plataforma são as necessidades atuais do projeto. Tem uma equipa de marketing a trabalhar nos meios digitais, e quer divulgar a Ik em todas as frentes possíveis.
Em termos de recrutamento precisa de colaboradores/parceiros, que terão acesso a um curso de finanças e empreendedorismo, suporte em inglês, além de parcerias com outras empresas para que cada parceiro/colaborador tenha uma série de benefícios dentro da plataforma e se sinta satisfeito em trabalhar com a Ik.
O principal foco da Ik Tech Solutions é todo o mercado que envolva transporte e logística, com a expectativa de trabalhar não apenas com transporte terrestre, mas também aéreo, marítimo e ferroviário. Pretende operar como uma plataforma de operadores logísticos que integrarão o sistema de forma automática, desde a criação da rota, com a integração dos parceiros e empresas que farão parte dessa rota traçada através de algoritmos e inteligência artificial. Terminar a validação e nacionalizar o sistema são a próximas etapas da Ik Tech Solutions.
Resumo:
Responsável: Tiago Fonseca
Área: Tecnologia
Produto: Logística e transportes
Mercado: Português
Necessidade: Parceiros de logística e transportes
Contacto: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Site: https://iktechsolutions.com/ – https://www.linkedin.com/company/ik-tech-solutions

No ano passado, foram apoiados 30 projetos de startups, com 20 milhões de euros, mais 42,8% do que em 2019. Setor prepara uma fusão associativa
"Inicialmente, foi o esperar para ver, mas depois, business angels e startups rapidamente se adaptaram e perceberam que havia oportunidades para crescer", descreve João Trigo da Roza, presidente da Associação Portuguesa de Business Angels (APBA), para justificar o crescimento da atividade num ano atípico como 2020, marcado pelo efeito da covid-19.
Na prática, os membros da APBA apoiaram 30 projetos, estimando-se que o número até possa ser superior, num montante de 20 milhões de euros, o que representa um aumento de 42,8% face a um ano antes. E já há o reporte de investimentos na ordem do dobro deste valor em projetos de crescimento.
Estamos a falar de investidores privados que aplicam o chamado "capital semente" em startups para as ajudar a nos primeiros tempos de vida. No ano passado, fruto do contexto pandémico, houve um setor que se destacou: foi o apoio à criação de empresas na área da saúde, para onde foram canalizadas 20% das verbas.
"Já em 2019 se vinha a notar uma tendência para a criação de startups no domínio da saúde, mas a pandemia veio acentuar essa vertente", explica o dirigente associativo, enumerando que, a inteligência artificial e o comércio eletrónico ocuparam o segundo lugar do destino do dinheiro "angelical", cada uma das áreas com 14%. As empresas ligadas aos serviços de software absorveram 10% dos apoios, ficando as tecnologias de energia verde (renováveis) com 5%. As fintech (startups financeiras) e unidades ligadas à cibersegurança, acolheram 3% cada uma.
"Em março parou tudo, mas em junho tudo começou a aparecer com muita força. Os empreendedores perceberam que havia uma disrupção na economia e que isso era uma oportunidade para crescer na área digital. Por outro lado, havia dinheiro disponível". João Trigo da Roza não tem dúvidas que foi assim que se criaram condições para haver "muita atividade ao nível da associação, decorrente do aumento do investimento".
Um novo organismo em perspetiva
A dinâmica alcançada em 2020 levou os profissionais a pretenderem criar uma organização onde pudessem convergir várias instituições, "para ganhar peso" no mercado. Assim, "até final do primeiro semestre deste ano", tencionam apresentar uma estrutura associativa que aglutinará, por um lado, as duas de business angels já existentes, a associação (APBA) e a federação (FNABA) e, por outro, os fundos de "venture capital" (fundos de capital de risco). João Trigo da Roza não quer adiantar mais pormenores por agora.
O aumento do nível de atividade da APBA foi também visível em termos de uma maior aproximação às entidades aceleradoras de empresas, com as quais passou a manter iniciativas mais assíduas de apresentação dos projetos a investidores, explica o gestor.
Mas, para estimular a atividade dos business angels, a associação também apresentou propostas ao Governo, no sentido de obter um compromisso político de apoio a estes investidores. Um dos pedidos formulados visam a atribuição de benefícios fiscais. "O que pode parecer um contrassenso nesta altura, tem o mérito de poder criar melhores condições para apoiar novas empresas que, por sua vez, vão elas próprias gerar receita fiscal, portanto, é um benefício com efeito reprodutor na economia", justifica.
Abater no IRS
Tendo em conta que os business angels são pessoas individuais, a APBA e a FNABA propõe que "50% do investimento realizado pudesse ser abatido à matéria coletável em sede de IRS", mas ainda não obtiveram resposta do Governo, quanto à possibilidade desta proposta vir a ser concretizada.
Pelo historial da associação, que já existe em Portugal desde 2006, João Trigo da Roza avança que o valor do investimento em cada empresa varia entre 50 e 100 mil euros (pode ir a 500 mil), podendo juntar na operação "dois ou três" investidores. Numa fase mais evoluída da existência da startup, então, os business angels podem diluir a sua posição ou sair, para entrar o "venture capital", já com montantes entre 500 mil e um milhão de euros, numa estratégia que o dirigente apelida de "coopetição", uma versão sincopada de cooperação com competição.
Neste momento, a APBA ainda desconhece quantas empresas foram apoiadas ao longos dos 15 anos em Portugal e, dessas, quantas se mantêm ativas e as que ficaram pelo caminho. "É muito difícil fazer esse apuramento pela dispersão da informação". No entanto, João Trigo da Roza antecipa que já foi estabelecida uma ligação com a associação europeia dos business angels, entidade que poderá vir apoiar um estudo do género de nível europeu.




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