Há seis empresas portuguesas que vão receber apoio financeiro e técnico no âmbito do projeto-piloto Accelerator do Conselho Europeu da Inovação.

Há seis empresas portuguesas inovadoras que vão receber apoio financeiro e técnico de Bruxelas, no âmbito do projeto-piloto Accelerator do Conselho Europeu da Inovação, anteriormente conhecido como Instrumento para PME-Fase 2, de acordo com o comunicado enviado às redações.

 As startups são:

– a Winegrid, de Aveiro, utiliza a inteligência artificial num sistema de sensores de fibra ótica para a monitorização em tempo real das propriedades do vinho durante a vinificação. Receberá 1,59 milhões de euros de financiamento.

– a Nuada, de Braga, desenvolveu uma luva eletrónica inteligente que permite levantar pesos até 40 kg protegendo as mãos do utilizador através de um sistema de tendões artificiais. Destina-se tanto a idosos ou vítimas de AVC como a trabalhadores em atividades pesadas. Receberá 1,7 milhões de euros de financiamento.

 – a MyDidimo, de Leça da Palmeira, transforma fotografias em humanos tridimensionais digitais (os «didimos») com múltiplas aplicações em linha, por exemplo para vermos se a roupa que compramos na Internet nos fica bem. Receberá 1,8 milhões de euros de financiamento.

– a Sound Particles, de Leiria, desenvolveu um software para áudio em 3D, com múltiplas aplicações em cinema, jogos de vídeo e música. Receberá 1,2 milhões de euros de financiamento.

– a Pro Drone, de Lisboa, criou um drone capaz de simplificar as operações de inspeção de turbinas eólicas. Receberá 1,3 milhões de euros de financiamento.

 – a Cleverly, também de Lisboa, desenvolveu o COALA, um software baseado em inteligência artificial para responder a chamadas telefónicas em serviços de apoio a clientes, resultando em ganhos de eficácia e redução de custos para as empresas. Receberá 1,5 milhões de euros de financiamento.

No total, a Comissão Europeia atribuiu 149 milhões de euros para financiar 83 PME e empresas em fase de arranque (start-up) que vão receber apoio financeiro e técnico no âmbito do projeto-piloto o Conselho Europeu da Inovação (CEI), anteriormente conhecido como Instrumento para PME-Fase 2.

FONTE: DINHEIRO VIVO

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