A notícia é avançada pelo Correio da Manhã, que explica que o juiz Carlos Alexandre não aceitou as ações do Benfica, alegando que podem desvalorizar a qualquer momento.

Luís Filipe Vieira vai entregar imóveis em nome de empresas do universo do filho para escapar à prisão domiciliária, revela o Correio da Manhã na edição desta sexta-feira, 30 de julho.

O ex-presidente do Benfica tinha tentado, sem sucesso, apresentar como caução conjunta, com o filho Tiago Vieira, as ações do Benfica, que valiam ontem mais de três milhões de euros, além de dois imóveis no valor de 1,2 milhões e 400 mil euros.

O objetivo era cobrir a caução do próprio (três milhões de euros) e também do filho (600 mil euros).

Luís Filipe Vieira vai entregar imóveis em nome de empresas do universo do filho para escapar à prisão domiciliária, revela o Correio da Manhã na edição desta sexta-feira, 30 de julho.

O ex-presidente do Benfica tinha tentado, sem sucesso, apresentar como caução conjunta, com o filho Tiago Vieira, as ações do Benfica, que valiam ontem mais de três milhões de euros, além de dois imóveis no valor de 1,2 milhões e 400 mil euros.

O objetivo era cobrir a caução do próprio (três milhões de euros) e também do filho (600 mil euros).

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No entanto, o juiz Carlos Alexandre não aceitou as ações da SAD dos encarnados, alegando que podem desvalorizar a qualquer momento.

Luís Filipe Vieira está proibido de sair do país e de contactar com dois dos outros três arguidos do processo: o empresário José António dos Santos e o agente Bruno Macedo.

As detenções do dirigente, de dois empresários e de um agente foram feitas no início deste mês, a par com os 45 mandados de busca a empresas, residências, escritórios de advogados e uma instituição bancária.

O DCIAP referiu na altura que os detidos são suspeitos de estarem envolvidos em "negócios e financiamentos em montante total superior a 100 milhões de euros, que poderão ter acarretado elevados prejuízos para o Estado e para algumas das sociedades".

Em causa estão "factos ocorridos, essencialmente, a partir de 2014 e até ao presente" e suscetíveis de serem "crimes de abuso de confiança, burla qualificada, falsificação, fraude fiscal e branqueamento"

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