O Puma GTE foi um automóvel esportivo brasileiro fabricado pela Puma Veículos e Motores. Produzido com carroceria de fibra de vidro e mecânica Volkswagen boxer entre os anos de 1970 e 1980, este modelo foi baseado no Puma GT. A letra “E”, adicionada à nomenclatura, significa “exportação” (ou "Europa", segundo algumas fontes).

Este foi o modelo de maior volume de produção da Puma, totalizando 8.705 unidades.

O Puma com motor de quatro cilindros foi criado em uma fazenda em Matão, estado de São Paulo, por Genaro "Rino" Malzoni. Estes automóveis foram distribuídos: no Brasil, Uruguai (primeiro veículo exportado), Argentina, Haiti, Guatemala, Nicarágua, El Salvador, Estados Unidos, África do Sul (produção local), Japão, Itália, Grécia, Alemanha e Oriente Médio.

Os modelos GT a partir de 1968 e GTE até 1975 ficaram conhecidas anos depois como “Puma Tubarão”, pelas entradas de ar para o motor se assemelharem às guelras de um tubarão.

A produção se iniciou em meados de 1970 utilizando a plataforma encurtada do Volkswagen Karmann Ghia. A carroceria inicialmente utilizada era basicamente a mesma de seu antecessor, o Puma GT, porém sofreu algumas alterações e o projeto chamou-se P3. As principais alterações em relação ao seu antecessor foram: motor 1,6 litros, e eram oferecidos opcionalmente motores de maiores capacidades cúbicas (até 2,1 l); freios dianteiros a disco; cintos de segurança de três pontos; retrovisor externo; luz indicadora de marcha ré engatada, Inversão do sentido de apertura do capo dianteiro, apoios para cabeça e novo pára-brisas.

Em 1973, sofreu pela primeira vez alterações significativas na carroceria algumas delas são: aumento do capo de acesso ao motor (para facilitar a manutenção), redução do comprimento do vidro traseiro, novo painel (o anterior tinha seus instrumentos refletidos no pára-brisa) e linhas laterais menos curvas. Estas alterações não muito visíveis.

Em 1976, passou por novas alterações significativas e esta se tornou a configuração mais conhecida do Puma GTE. A substituição da plataforma pela do Volkswagen Brasília tornou o veículo mais largo, recebeu janelas laterais traseiras (para melhorar a visibilidade) e a carroceria com linhas mais retas.
Em 1980 o modelo GTE sofreu modificações de estilo e passou a se denominar GTI, como modelo 1981.

 

 

 

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