Na década de 1960 a guerra dos compactos estava bastante aquecida, VW Fusca, VW Zé do Caixão, DKW-Vemag Belcar e o Willys Gordini, lutavam pela interessante fatia do mercado brasileiro.

Ele foi a maior evidência que a globalização das montadoras começou na década de 1960. O projeto inicial era italiano, patenteado pela francesa Renault, no Brasil foi comercializado pela norte-americana Willys-Overland, sobre a supervisão e patente Renault.

Suas maiores atributos eram, o incrível visual e a qualidade do acabamento interno, carroceria 4 portas, além do preço bastante atrativo nas concessionárias.

A maior limitação do projeto foi a suspensão, que teve enorme dificuldade para se adaptar as péssimas condições de ruas e estradas brasileiras, outro problema era o super aquecimento do motor.

Em 1964 o motor recebeu um upgrade bastante significativo elevaram sua potência para 55 cv, graças a novos coletores de admissão, dois carburadores e taxa de compressão maior.

Mas sem dúvida o maior legado que o Willys Gordini ou Renault Gordini deixou foi seu motor, o “Ventoux / Billancourt, que durou até a década de 1990,

Após a Ford adquirir a Willys-Overland do Brasil, deu ao motor um novo Upgrade para equipar o Corcel em 1968, Ford Sierra 1.3, Cléon Fonte 1.4 e 1.6, na década de 1980 CHT 1.6 e na década de 1990 E-CHT 1.6.


Desempenho

Estabilidade – O conjunto carroceria, chassi e suspensão, era considerado atualizado para a época, com um desempenho modesto em curvas de alta e em piso molhado.

Motor – O motor Ventoux, era de manutenção descomplicada, com desempenho a altura de seus concorrentes.

Câmbio – O câmbio 4 marchas atendia as expectativas de um compacto para a época.

Retomadas e ultrapassagens – Não era seu ponto forte, mas entregava praticamente o mesmo desempenho do VW Fusca 1200

Consumo – Para um motor a gasolina de um modelo compacto, 14,5 km/l na cidade era uma ótima média.

FONTE

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