Segundo a veterinária Lara Halterbeck, existem diferentes teorias sobre a origem do fox paulistinha, também conhecido como terrier brasileiro.

Mas a teoria mais aceita atualmente é a de que, durante o início do século 20, jovens brasileiros que estudavam em universidades europeias retornavam ao Brasil com cães pequenos do tipo terrier. "Após cruzamentos com cadelas da região, foi possível definir um critério único para a raça", conta.

É um cão de pequeno a médio porte, geralmente, tricolor (branco, preto e marrom), que tem a base das orelhas eretas e focinho comprido. Além disso, ele tem pelo bem denso e curto. Sobre a personalidade do cão, Lara diz que é uma raça "muito companheira, com uma energia incansável". Por isso, é necessário que o tutor proporcione uma rotina ativa, com atividades, exercícios e brincadeiras. Rebecca Terra destaca que a raça tende a ser resistente a doenças e muito afetuosa com a família. "Por ser muito atento e relativamente barulhento, ele é criado muitas vezes como cão de alarme".

A professora Rita de Cassia Abrão, 51, apaixonou-se à primeira vista pelo fox paulistinha Dick Barreto Sampaio. "Não conhecia essa raça, estava procurando um cão que fosse dócil com criança e de porte pequeno, pois, na época, minha filha tinha três anos e adorava cachorro. Queria um companheiro de brincadeira para ela e, quando cheguei à agropecuária, eu me apaixonei pelo Dick", conta.

Ao saber, por meio do vendedor, que Dick convivia bem com crianças, Rita se motivou a levá-lo para casa. Somente depois ela pesquisou mais sobre a raça e descobriu que ele era um brasileiro legítimo. Hoje, o companheiro adora passear e brincar com os brinquedinhos inseparáveis: apitos, bola e carrinhos. "Ele tem muita energia, é superbrincalhão. Mas também é protetor. Toma conta da casa e até dos vizinhos."

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