Ceramista conta que o marido entrou numa “depressão galopante” e que embora fosse feliz tinha “sombras” e “inseguranças”.

Anna Westerlund, viúva de Pedro Lima, acedeu dar a primeira entrevista um ano após a morte do ator. Emocionada, afirma que o companheiro continua presente no seu dia a dia. "O amor que vivemos foi tão especial, tão grande, que continua aqui. É quase como se a ausência dele ainda fosse estranha porque a presença dele é muito forte", disse no programa ‘Goucha’ (TVI), admitindo que se tornou uma nova mulher.

"Cinco minutos antes da morte da pessoa que amamos somos uma pessoa, cinco minutos depois da morte somos outra. Perdi o futuro e grande parte da minha identidade". Desde então, a ceramista tem tentado desmistificar os problemas de saúde mental. "Ele era um homem feliz, mas com sombras. Com coisas complexas, inseguranças. É importante percebermos este ponto em que a pessoa não escolhe estar deprimida. (...) Dizemos que a pessoa se suicidou. Eu digo que o Pedro morreu de suicídio, porque o suicídio é uma consequência de uma doença mental".

Anna conta que o marido tinha "gavetas com demónios dentro" e que o isolamento agravou a situação. "Entrou numa depressão galopante. Como um cancro que aparece e é avassalador."

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