O primeiro país europeu a tomar esta decisão foi o Reino Unido, após a CAA (a autoridade civil da aviação britânica) ter recomendado a suspensão da circulação deste Max 8, “como medida de precaução”.

Após o acidente de 9 de março, que matou 157 pessoas na sequência da queda do Boeing 737 Max 8 da Ethiopian Airlines, cinco países europeus interditaram o seu espaço aéreo a este avião. O Reino Unido, a Alemanha, a França, a Áustria e Bélgica foram os primeiros a tomar a decisão. Seguiram-se Irlanda e Holanda.

O primeiro país europeu a tomar esta decisão foi o Reino Unido, após a CAA (a autoridade civil da aviação britânica) ter recomendado a suspensão da circulação deste Max 8, “como medida de precaução”.


A Alemanha seguiu o mesmo caminho, depois do ministro alemão dos Transportes, Andreas Scheuer, ter declarado na televisão germânica que tal poderia de facto acontecer. França acompanhou a decisão, após recomendação da direção geral da aviação civil do país.

Os cinco países dizem que a existência de dois acidentes em menos de cinco meses é o suficiente para suspender as operações de voo até as investigações estarem concluídas.

O acidente de domingo foi o segundo em seis meses no espaço de seis meses a ocorrer com um Boeing 737 Max 8. A 29 de outubro de 2018, um avião do mesmo modelo caiu ao largo da costa de Indonésia, resultando disso a morte de todos os 189 ocupantes.

A decisão destes cinco países europeus surge depois de Omã, Singapura, China, Indonésia, Coreia do Sul e Mongólia decidirem proibir nos seus espaços aéreos voos daquele modelo da Boeing, de acordo com a Lusa.

Apesar da posição oficial destes países, já várias companhias aéreas decidiram suspender as suas operações com o Boeing 737 Max 8. A China decidiu suspender o uso dos seus 96 aviões Max que operam no país, bem como a Ethiopian Airlines e outras companhias do México, Brasil, Argentina Singapura, Coreia do Sul, Indonésia e Austrália.

Ao todo, as companhias que já suspenderam os 737 Max 8 das suas frotas são as chinesas Shenzhen Airlines; China Eastern Airlines; Air China; Kunming Airlines ; a etíope Ethiopian Airlines; a Cayman Airways (Ilhas Caimão); a argentina Aerolineas Argentinas; e as indonésias Garuda Indonesia e Lion Air.

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