A guerra é feita por soldados e estes criam laços entre si. As tatuagens que fizeram são símbolos da Guerra Colonial, mas também dos laços que uniram rapazes de diferentes regiões do nosso país. Particularmente dos Açores. Este livro é a voz desses laços. É a arte da guerra feita na pele. Um livro feito a duas mãos. O texto é de Diana Gomes, uma mulher que faz tatuagens e tem estudado a matéria. Conhece as técnicas, os símbolos e as cores e fala disso, procurando perceber o que levou estes homens a tatuar a guerra na pele. As imagens são de Rui Caria, um fotojornalista, cujo olhar está treinado a escolher os ângulos, a luz e o que mais importa.

O resultado é um livro que tem tanto de belo quanto de inquietante. E que nos mostra um outro lado das guerras, que ficam gravadas na pele. É um livro que pretende guardar estas tatuagens para que não se percam essas memórias, essas histórias, algumas aventuras.

O Instituto Açoriano de Cultura pretende editar este livro, mas para tornar possível este projecto o seu apoio é fundamental.

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"Notícias do Archipélago dos Açores e do que mais há mais Importante na sua História Cultural", Colecção Insula, Vol. 19

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Livro "Ultramar na Pele"

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Livro "Ultramar na Pele" autografado

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Livro "Ultramar na Pele" autografado e Gravura comemorativa dos 50 anos do IAC

Donativo €65.00 ou valor superior
Livro "Ultramar na Pele" autografado e Escultura comemorativa dos 50 anos do IAC

Trata-se de um livro raro e necessário. Raro porque não há livros sobre o assunto. Necessário para que não se percam as memórias que contém.

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