O continente africano registou nas últimas 24 horas mais 204 mortes por covid-19, totalizando 6.244 mortos, em mais de 232 mil casos, segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC).

Os dados mais recentes sobre a pandemia em África indicam que o número de infetados subiu de 225.105 para 232.815, isto é, mais 7.710 que no sábado.

Já o número de recuperados é agora de 106.459, mais 3.613.

A África Austral é a que regista mais casos de infeção pelo novo coronavírus – 69.251 e 1.454 mortes -, a grande maioria concentrada na África do Sul, o país com mais casos em todo o continente, e que regista hoje 65.736 doentes e 1.423 vítimas mortais.

O Norte de África continua a liderar no total de mortes: 2.585, contabilizando 65.424 infeções.

A África Ocidental regista 932 mortos e 49.512 infeções, a África Oriental tem 802 vítimas mortais e 25.914 casos, enquanto na África Central há 471 mortos em 22.714 infeções.

O Egito é o país com mais mortos (1.484) em 42.980 infeções, seguindo-se a África do Sul e depois a Argélia, com 760 vítimas mortais e 10.810 infetados.

Entre os países africanos lusófonos, a Guiné-Bissau é o que tem mais infeções e mortes, com 1.460 casos, registando 15 vítimas mortais.

Cabo Verde tem 726 infeções e seis mortos e São Tomé e Príncipe contabiliza 659 casos e 12 mortos, segundo as autoridades locais.

Moçambique conta 553 doentes infetados e dois mortos e Angola tem 138 casos confirmados de covid-19 e seis mortos.

A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mantém há mais de uma semana 1.306 casos e 12 mortos, segundo o África CDC.

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egito em 14 de fevereiro, e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 427 mil mortos e infetou mais de 7,7 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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