Nyusi mostrou-se, nesta sexta-feira, 15, preocupado com o não cumprimento das medidas do estado de emergência em Moçambique.

“A não observância do cumprimento das medidas frustra a expectativa dos moçambicanos, o que poderá forçar ao governo a decretar nos próximos tempos medidas mais duras e apertadas que as atuais,” disse Nyusi na primeira avaliação da segunda fase das medidas para conter a propagação do coronavirus.

Nyusi lamentou a tendência do retorno de mobilidade normal, apesar da recomendação de ficar em casa.

Até agora, este país de 29 milhões de habitantes registou 119 casos de Covid, sendo 105 de transmissão local e 14 importados. O epicentro é em Cabo Delgado com 80 caos, seguido de Maputo com 23. Os restantes casos são da província de Maputo, Inhambane e Sofala.

“O uso de máscaras está a registar um aumento progressivo em espaços públicos, como transportes, mas nos mercados continua abaixo do número desejado, apesar dos esforços dos agentes económicos,” disse Nyusi.

Atletas olímpicos podem treinar

Outra preocupação está relacionada com a suspensão das aulas em todos subsistemas de ensino, que tinha como objetivo de fazer com que os alunos ficassem em casa o que “não se cumpre em toda medida, observando crianças a brincar nas ruas e nos autocarros”.

Nyusi disse também que há confissões religiosas que “desrespeitam as medidas para reuniões com mais de 20 pessoas ao realizarem cultos em espaços fechados” ou em casas de líderes religiosos.

Para o Presidente os próximos dias são “decisivos para determinar qual é a próxima etapa”, nos fim dos 30 dias de atual período do estado de emergência.

Na mesma comunicação, Nyusi disse que foi decidido permitir que os atletas de desportos individuais e modalidades olímpicas “podem treinar individualmente evitando o contato

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