O Secretário Regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas afirmou hoje, em Ponta Delgada, que a “linha condutora” da estratégia para reforçar a Açorianidade em Santa Catarina, no sul do Brasil, passa pela difusão da cultura e da educação.

“A estratégia passa muito pela educação, pela presença dos Açores nas escolas, pela divulgação da cultura açoriana”, salientou Rui Bettencourt, em declarações no final de uma reunião com a Presidente da Fundação Catarinense de Cultura, Ana Lúcia Coutinho, e com a Superintendente da Fundação Cultural de Florianópolis ‘Franklin Cascaes’, Roseli Maria Pereira.

Rui Bettencourt frisou que o Estado de Santa Catarina é “particularmente importante porque lá habitam Açorianos, e Açorianos de grande ligação aos Açores”, sublinhando que se trata de “Açorianos de quarta, quinta e sexta geração” e de “algumas gerações de há 270 anos”.

“O que é interessantíssimo neste Estado brasileiro de Santa Catarina é que são Açorianos que assumem ser Açorianos, desejam e têm orgulho de ser Açorianos”, afirmou.

O titular da pasta das Relações Externas considerou ainda que “há uma dimensão que necessita de ser reforçada”, que é a questão económica e dos intercâmbios económicos, nomeadamente no turismo e noutras áreas da economia, frisando que a questão cultural identitária dos Açorianos “é muitíssimo importante”.

“Gostei muito de ouvir as duas responsáveis dizer que há um movimento na sociedade, e não são episódios isolados, há um movimento na sociedade, de fundo, que afirma a sua ligação aos Açores, nomeadamente nos jovens” afirmou o governante, salientando que isso é “muito interessante” e que o assunto foi abordado na reunião, assim como as estratégias que estão em causa para implementar e reforçar a Açorianidade em Santa Catarina.

O Secretário Regional recordou que, no ano passado, o Presidente do Governo dos Açores visitou aquele estado brasileiro, que declarou 2018 como 'Ano dos Açores', e no qual se comemorou o 270.º aniversário da chegada dos primeiros Açorianos a Santa Catarina, considerando que ali se está “no meio daquilo que é ser Açoriano, com grande apego aos Açores e um grande amor aos Açores”.

 

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